domingo, 27 de julho de 2008

VOCAÇÃO: Sonho de Deus...

Entre os dias 14 e 17 de Agosto próximos, estará sendo realizada no Brasil, pela segunda vez no Brasil em mais de quarenta anos de atividades em nosso imenso País, a Convenção Serra Internacional.

Representando Companheiros e Irmãs Serra dos cinco Continentes da Terra, os convencionais presentes deverão estar atualizando-se e fortalecendo-se acerca do que esta entidade de condição organizacional equivalente ao Lions Club e ao Rotary Internacional tem feito em prol da verdadeira amizade entre os cristãos, o ideal que motivou os seus fundadores, e o apoio às vocações sacerdotais, religiosas e missionárias de orientação católica. Valor que preponderantemente mantém unidos os milhares de integrantes desta entidade de cujo Clube/Comunidade em Mineiros (Goiás) sou novamente dirigente. Desde 1951, agregada à Pontifícia Obra pelas Vocações.

Com "Vocação: O sonho de Deus" sendo o tema central deste ano, estaremos reunidos, e portanto não dispersos, no exercício do verdadeiro "Compromisso de Serra". Avaliando a nossa realidade e procurando contribuir para que isto venha a ser cada vez mais bem desenvolvido. Trazendo assim a nós e a toda a Igreja uma catolicidade, um cristianismo, mais puro e vigoroso. Mais perfeito, satisfatório, a bem de toda a humanidade. Pois, devendo ser Luz do Mundo e Sal da Terra, e em sendo reconhecidos pela Santa Sé como a mais importante entidade católica em defesa das vocações (conforme expressou Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa João Paulo II), devemos assim dignificados honrar esta valiosa missão. Efetivamente sendo alicerces verdadeiramente capazes e assim confiáveis a todos aqueles que têm e venham a ter a graça de abraçar a vida consagrada exclusivamente a bem da condução da humanidade à Plenitude, ao Paraíso... A Missão é séria, pois, a Messe é valiosa. Valiosa Messe do Senhor...

Ser efetivamente integrante do Serra Internacional é um privilégio que faz-nos viver e fazer viver mais saudáveis, mais santos. Fiéis ao Senhor e perfeitos ao Paraíso desde já. Num processo de conversão que, conforme testemunhos de alguns dos nossos, faz com que até mesmo ir ao médico seja menos evidente do que a outras pessoas! É um sacerdócio leigo expressamente coadunado para com o sacerdócio ordenado. É ser Igreja viva, santificante, salvífica. E faz com que todos os que nos conhecem a bem tenham ânimo para afirmar que isto nos transforma em cristãos irmanados e cada vez mais conscientes do que é ser Igreja. Independentes de abastados patrimônios, cristãos verdadeiros por cristãos verdadeiros, irmanados no "Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai". Pelo Qual "todas as coisas foram feitas".

As dificuldades da vida passageira não devem e não são obstáculos que impeçam desempenhemos bem nossos propósitos. E a experiência dos serranos fiéis o tem demonstrado gratificantemente! Temos sido, pela graça do Pai, afirmados e assim transformados em pessoas melhores. Pessoas cada vez mais fortes, em especial unidas no lema de nosso patrono, Frei Junípero Serra, Apóstolo da Califórnia e considerado herói do desenvolvimento dos Estados Unidos da América: "Sempre avante, jamais retroceder." Esta frase tem mantido muitos de nossos passos firmes e assim gratificado a toda a humanidade, onde quer que tenhamos estado. Favorecendo a que tenhamos uma atitude por isto pautada de forma benéfica a todos os que com os quais nos relacionamos. E mantendo-nos a todos cada vez mais com respeito à vida em plenitude.

Como a missão é em Deus alicerçada, precariedades temporais não devem e tampouco têm impedido a perseverança dos que, uma vez entre nós, compreenderam isto. Se não andarmos por Deus, com quem andaremos? Se a vida é uma luta e estamos vivos, que a encaremos sem rodeios e tenhamos somente um valor em mente: pela vida, por mais vida, a todos, vencer, vencer e vencer. Cada batalha com a qual nos depararmos a cada dia, cada um de nós. Pois devemos ser, como expressado por um dinâmico e intrépido vigário da Diocese de Jataí meses atrás, valentes guerreiros, santos. A bem da vida, no Espírito Santo que não mata e tampouco morre. "Tendes o dever de manter-vos vivos", todos. E em tudo... Congraçarmos, animarmo-nos, fortalecermo-nos. "Sempre alerta" para fazer "O Melhor Possível", na alegria do que, pelo pouco que possamos fazer em relação ao Senhor da Honra, santifiquemos e vivifiquemos todos os que pudermos alcançar. Obra sagrada do Senhor.

As vocações religiosas são um sonho de Deus para a salvação do Mundo. São as únicas pelas quais o Filho Redentor do Mundo nos orientou a que oremos ao Pai. O Mundo, criação de Deus, portanto não poderia deixar de ser belo e encantador. Pelo cansaço, pelo descaso, pela fome, pela imprudência, pelo imediatismo, pelo pecado, podemos ser distraídos em prejuízo da Alma, do Espírito, dos Céus. E assim a reduzirmo-nos tão somente à natureza materialmente tocável, visível. Ser vocacionista é viver a confiança em Deus e Sua Divina Justiça Misericordiosa. É não pôr a vida a perder, é pôr a vida a vencer. É tratar do mais importante do que o efêmero que a traça corrói e o fogo pode derreter. E é nisto que nós, serranos, vivemos. Com todos os consagrados fiéis ao Serviço do Reino dos Céus. Respeitando a livre iniciativa e a ordem institucional, a começar pela ordem e a paz da família, célula-mater da sociedade, do caráter da pessoa. E sua consciência, observando o segundo mandamento do Decálogo, amando e respeitando o próximo como a nós mesmos.

"Tendes o dever de manter-vos vivos", diz o Senhor. "Tudo com Jesus, nada sem Maria."

domingo, 22 de junho de 2008

QUEM TEM MEDO DA PAZ

A Imprensa brasileira tem publicado nestes dias editoriais e matérias noticiosas a respeito da atuação das Forças Armadas em nosso País. Em especial após as mortes de três jovens entregues a traficantes de drogas no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, por soldados do nosso Exército.

Nisto, tem comentado que as Forças Armadas têm feito esforços, nos últimos vinte anos, de melhorar o que teria sido imprimido na nossa sociedade por decorrência do Regime de Exceção de 1964: uma imagem negativa de instituições dadas à ditadura e à opressão violenta e sem respeito para com a ordem social e política do Brasil. Para com as premissas de normalidade democrática.

Bem, não vejo a coisa exatamente desta forma. O que tenho evidenciado, e pessoalmente vivido, indica uma conduta militar crítica em relação àqueles que, antes da sociedade civil reconquistar no voto o comando institucional dos Poderes de Estado, denunciavam as Forças Armadas como as responsáveis expressas pelos nossos desmandos. Como que cônscia e sensível a que os Poderes Públicos delas institucionalmente tomados deveriam ser, também a partir disto, exercidos com responsabilidade moral e cívica conseqüente por excelência. No que não há dúvidas que práticas arbitrárias de gestão do interesse social continuaram a se dar entre nós. Com a concorrência ativa e ou passiva pessoalmente dirigida e ou pontualmente exercida, de acordo com interesses diversos, de forma profundamente prejudicial aos ideais de livre iniciativa e negociação. Mas, note-se bem, com participações militares, sim. Mas também civis... Um verdadeiro atentado contra o bom senso e o estado de direito a bem do nosso desenvolvimento. E diante de iniciativas claras de buscas pelo diálogo e por soluções consensuais aos nossos problemas.

Neste quadro em que a luz e a neblina estiveram presentes como que se nenhum de nós pudesse ser afetado, a insegurança institucional e pública veio se dando. E chegamos ao quadro econômico e social que hoje estamos vivenciando. Esta evolução se deu sob o mando de Estado civil. Poder este exercido ou não em livres condições públicas de tratar-se do que quer que se desejasse, em havendo interesse de Governo e de demais lideranças nacionais. Só não exerceu a responsabilidade quem não quis. Verdade seja dita, doe a quem doer. E é por isso que a Imprensa se pauta, não é mesmo?

Diante de escândalos político-administrativos, partidários e socioeconômicos das mais diversas dimensões e formas, pelo abuso de poder exercido em geral no interesse particular, é muito cômodo ou conveniente a alguns grupos, e à Imprensa junto à qual tomei também diversas senão exaustivas iniciativas de diálogo a que examinássemos o contexto a bem da ordem privada e pública, colocar a coisa de público assim. De forma um pouco confusa, senão simplista. Os civis também são responsáveis, senão os maiores responsáveis, por este estado de coisas que estamos socialmente vivendo. Militar algum sentir-se-ia à vontade para cometer deslizes no exercício de suas funções ou suas prerrogativas de poderes, em havendo Governantes e lideranças civis satisfatórias no exercício de suas responsabilidades institucionais, morais, cívicas e também religiosas.

Lembre-se bem, a muito bom termo, que dentre as lideranças acima indicadas, temos políticos envolvidos em corrupção reeleitos por um povo ciente de seus desmandos e impunidades. Como que reeleger espoliadores do próprio patrimônio, a título de inconseqüente descaso e protesto, pudesse assegurar aos donos da nação a prosperidade na defesa do capital público formado pelos recursos financeiros, humanos e naturais que constituem o que se lhes é concernente. "Grandes eleitores, grandes eleitos"... Tendo ainda que a grande maioria de nós sequer conhece seus direitos e obrigações; sequer tem a Constituição Federal na estante de casa. Muito menos ainda a Estadual e as demais normas de seu interesse.

Por ora, fico por aqui. Outra hora, continuo daqui pra frente. Afinal, temos que ser milhões em ação, cantando: "pra frente Brasil, do meu coração...! Salve a Seleção...!"

Sim, falei muito e quase deixo o título de lado. Quem tem medo da paz, da normalidade necessária a que se trate das coisas em ordem, é quem na desordem e na subversão prospera.. Ou prosperou ou pensa em prosperar. Serve isto a gregos e troianos, civis e militares, e quem mais de vínculo mal, daqui ou dali.

Agora, sim, eu acabei...

sábado, 17 de maio de 2008

Um Assunto ainda por ser definido...

Após a postagem abaixo, soubemos, no dia 15, que a Corte Suprema do Estado da Califórnia declarou inconstitucionais as leis que "proíbem o casamento entre homossexuais". Sob o argumento de que "violam os direitos constitucionais dos casais do mesmo sexo"...!

"Santa paciência"...! Temos aqui que os juristas americanos aplicam a sua lógica legislativa conceitos desvirtuados do que a etimologia e a hermenêutica sugerem recomendável. Passando, por questões de conveniência as mais diversas, senão estapafúrdias, a querer que a sociedade civil passe a considerar casal não um par de pessoas ou animais constituído de macho e fêmea. Mas uma dupla de seres mesmo que sejam do mesmo sexo... Onde é que chegamos! Na América, chegamos a isto! "Grande América..."!

Admitir o reconhecimento da união civil de homossexuais, para fins previdenciários e considerando princípios fundamentais de direito, direito viciado, direito adquirido, formação de infraestrutura de manutenção em comum e estimada interdependência entre pares, poderia até ser admitido ainda que por condescendência legislativa. Considerando-se que o sistema de valores capitalista poderia explicar que a contribuição de algumas pessoas na economia produtiva somente seria sustentável apoiada num suporte consorciado de infraestrutura doméstica de pessoas associadas residencialmente, uma vez para fins legais considerados preponderantes a valores de ordem moral sociológicos "per se". Uma vez que direitos de herança e patrimônio comum viriam assim a ser aplicáveis não somente a duplas homossexuais. Mas a quaisquer duplas, mesmo de heterossexuais que, em virtude de condições econômicas análogas ao acima exposto, viessem a ter uma relação de infraestrutura doméstica e formação de patrimônio comum necessário a sua capacidade profissional e de contribuir na economia da sociedade.

Agora, classificar duplas de mesmo sexo como casais, não cabe sequer a animais hemarfroditas. Casal, casamento, é compreendido em linguística para um macho e uma fêmea, um ser masculino e outro feminino... Do contrário, se aplicável para homossexuais, aos legisladores é cobrável requerer dos seus "casais homossexuais" que deixem bem claro a quem de direito qual dos dois fará o papel do macho e qual dos dois fará o papel da fêmea da casa... Inclusive para fins legais, no aplicável a diferentes sexos... Ora, bolas. Americanos...! Espero que o Brasil não importe isto...

Sim, devemos ter em conta, ainda, sobre o caso da Califórnia, que a decisão da Corte Suprema não põe fim ao assunto. Se a campanha de assinaturas ainda em curso, mencionada na minha última postagem, vier a ter êxito, a Constituição competente será alterada. E assim definitivamente por lá ficará proibido o "casamento" entre homossexuais. Para fins de lei e benefícios fiscais e previdenciários de toda ordem. Aí então teremos outro enfoque de América, no aqui tratado...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O Casamento Como Deve Ser

A maior entidade católica do Mundo, Os Cavaleiros de Colombo, acaba de noticiar que mais de um milhão e cem mil cidadãos do Estado da Califórnia subscreveram requerimento de projeto de Emenda Constitucional pela qual o casamento fica definido oficialmente como união entre um homem e uma mulher.

Em vinte e sete estados americanos esta medida foi providenciada. E no estado da Flórida, no início deste ano, uma proposta equivalente foi aprovada pela Divisão Estadual de Eleições, e deverá ser votada em Novembro.

Estas medidas refletem a razão. Pela qual o sentido do casamento e de sua proteção legal é a defesa da essência da natureza humana. Da sociedade, em que a proteção da família é dada pelo que é-lhe natural condição: a de ser berço plenamente capaz de prover a perpetuação da espécie humana. Onde a procriação e a educação dos filhos devem ser consideradas ideais sem conflitos de valores.

Casamento é ato perfeito, harmonia integral. Em que a estrutura da família deve ser vivenciada plenamente. Onde o amor e as faculdades naturais sejam reconhecidos sem conflitos funcionais e assim não produzam antagonismos nos valores de filhos e de toda a sociedade. O lar onde uma criança é educada deve favorecê-la com uma mãe que amamente, que tenha uma gestão natural, e um pai com todas as faculdades concernentes ao que espera-se de um ser masculino segundo a Criação. Tudo o que difere disto é danoso. Não é de outra forma que as crianças de hoje serão adultos saudáveis de amanhã...

Isto deve servir de parâmetro também para os legisladores brasileiros. Sem tirar nem pôr...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Celulares, Saúde e Segurança Social

Foi em que Governo que o celular foi implantado no Brasil, mesmo, hein?!

Dois anos antes do lançamento no Mundo, a Rádio Suíça Internacional noticiava, para esclarecimento dos leigos em eletrostática orgânica, que os celulares alteram as ondas elétricas cerebrais. Cerca de dois anos depois, relatava uma pesquisa feita por um inglês e um japonês em laboratório da Inglaterra, cujo resultado apontava para riscos de câncer. Além de todos os efeitos que qualquer profissional de eletrônica bem formado e diplomado tem condições de definir sem rodeios. E dos próprios efeitos quase que imediatos que os usuários atentos podem perceber em seus próprios corpos...

Uma solução temporária para as precariedades de comunicação da população pobre, que de fato a favoreceu com competitividade comercial. Mas a portabilidade próxima ao corpo e o uso sem Viva-Voz ou fones de ouvidos é realmente muito danoso, e deveria ser objeto de campanhas de esclarecimento público por parte de fabricantes e de Governos. Sob pena de ambos virem a sofrer processos indenizatórios por danos os mais diversos. E a bem da integridade da saúde da sociedade em geral.

Palavra de um Auxiliar Técnico em Eletrônica e Operador de Rádios da Faixa do Cidadão.

Por outro lado, o efeito que a capacidade de comunicação pessoal distribuída no caso dos celulares produz, em termos de integração e partilha, e também mobilidade de segurança, é muito interessante. Mas poderia não ter este peso tão importante assim se dispuséssemos de eficácia de serviços de interesse público de fato satisfatória...

Agora, aqui também concluo assim: é isto...

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Para as Pessoas Serem Propriamente Fortes...!

Católico apostólico romano, na cidade onde moro, participo ativamente da vida da Igreja. Tendo como uma de minhas responsabilidades a função de Acólito. Em que a Celebração vespertina de toda Terça-Feira tem em mim parte da sua realização.

Ontem, muitos dos celebrantes presentes ficamos maravilhosamente gratos pela reflexão do presidente, o Ministro Extraordinário da Eucaristia Reolando Teixeira, que faço questão de mencionar!

Para grata surpresa nossa, ele registrou que, fazendo uma reflexão sobre o tema da abordagem do dia, compreendeu a ascensão de Jesus aos Céus de uma forma especialmente valiosa para os Seus seguidores. Explicou que, apesar de Jesus poder ter permanecido entre nós, se isto ocorresse viríamos a perder muito. Tenderíamos assim a ficarmos todos como que escorados em Jesus. Centrados e dependentes d'Ele para tudo o que diz respeito às nossas atitudes e providências necessárias à evolução à plenitude. Assim deixando de assumirmos nossos próprios potenciais e desenvolvê-los, fortalecendo-nos a nós mesmos a bem de sermos criaturas à imagem e semelhança de Deus...! Ficaríamos todos acomodados, deixando para Jesus as decisões finais sobre nossos passos, nossas resoluções...

Deus mais uma vez assim tem confirmada a Sua Sabedoria. Pelo que quer-nos a todos fortes com nossos próprios "pés no chão". Verdadeiramente irmãos de Jesus, ao par d'Ele Deus conosco. Assim gratificantes, gratificados, gratos e realizados... "Maravilhas fez o Senhor no Céu e na Terra..." A Ele a glória...!

domingo, 27 de abril de 2008

"Ora et labora"

Caros leitores: a Paz.

Construí este blog hoje, confesso que sem sequer saber se vou usá-lo muito e se vou mantê-lo ativo por muito tempo. Afinal, escrevo também em outros espaços, como os do portal de minha empresa. Mas considerei este espaço aqui uma opção sem relações comerciais com o meu trabalho. Algo mais leve para alguns que poderiam aqui sentir-se mais à vontade para ler por ler...

Acabo de ver algumas notícias do dia. Em especial a que deixou-nos a todos profundamente tristes, senão chocados, embasbacados, feridos...

Pensei em escrever alguma coisa analisando nosso contexto ecológico, geológico ou mesmo político e econômico. Mas o que acabo de vivenciar sugere que as redundâncias do que poderia partilhar aqui podem ser dadas em outro dia. Por serem redundâncias e por este momento de dor para mim e para muitos de nós...

O título desta matéria não poderia ser mais apropriado ao contexto que é pesaroso para todos nós, brasileiros e brasileiras, sem exceção... Oração e trabalho, "primeiro a oração, depois a obrigação"... Lemas de conduta de religiosos consagrados e leigos afortunados por terem isto em conta, aqui lembrados como uma maneira santa e segura de viver e defender a vida. E de compreendê-la nos seus altos e também baixos.

Apelo a que toda a população brasileira reflita com muita atenção nisto: penso que não há nem haverá pessoas com mais dor para o resto de suas vidas, por Isabella Nardoni, do que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Pelas acusações, pela fragilidade, pela perda, pela vulnerabilidade quanto ao contexto em que Isabella passou desta vida para as mãos de Deus...

Apelo a que toda a população brasileira dedique mais tempo a oração, e peça a Deus por toda a família Nardoni e também pela família Jatobá... Em sã consciência, em são equilíbrio, em sã serenidade, ninguém faria o que foi feito... Mas, uma vez feito, vêm à consciência contexto, causas, e efeitos... Que culpados e vítimas - inclusive a sociedade entristecida e empobrecida pela perda de Isabella entre nós -, possamos todos abandonarmo-nos a Deus pelo Seu magnânimo perdão à nossa salvação... A despeito de legislação e cominações penais, pensemos em tudo isto com a prudência, um dos preciosos dons do Espírito Santo... O Céu é o limite dos justos...