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domingo, 10 de janeiro de 2010

Sobre o Que Eu Mais Deveria Escrever?!

Décimo dia de 2010, 2012 adiante e nas grandes telas, ano eleitoral brasileiro, crises de qualidade política, problemas climáticos cada vez mais frequentes, Pré-Sal com projeções e reconsiderações, compras militares brasileiras em exame, emprego e desemprego na balança conjuntural, espiritualidade, saúde, contexto geopolítico latinoamericano, potenciais e tendências migratórios no Brasil, e muitos outros assuntos importantes! Quais deles você gostaria que eu abordasse mais?!

Eu gostaria de escrever conforme a demanda de, vamos dizer..., meu público, meus leitores! Preferencialmente eleitores das matérias que acreditam minha opinião poderia fazer a diferença ou enriquecê-los nos respectivos assuntos. Mesmo sem patrocinador, e sem a demanda pela aquisição do meu livro sobre a Bíblia estar sequer satisfatória ao que poderia ser dado em interesse brasileiro e cristão. Além dos seus respectivos e imediatos resultados socioeconômicos dirigidos a Missões e Caridade. Sem o menor risco de que os recursos vinculados possam ser classificados por eventuais portadores como destinados a compra de Panetones ou transportáveis em cuecas ou meias... E ainda com a segurança de quem o adquiriu e leu. De uma vida mais afirmada e feliz, numa saudável doutrina e na extraordinariamente valiosa sabedoria a nós legada por Deus. A bem de toda a humanidade "pró-vida", inclusive eterna e então imperturbável pelo demônio!

Mas, na ausência das condições acima, enquanto com forças e reconhecimento para isto, concorrer para com a qualidade de vida através do que venho realizando aqui e em outros espaços convencionais ou virtuais, efetivamente reais, continuo! Com os pés no chão! E esperanças no coração e na mente! "Sempre avante, jamais retroceder." Aqui, agora, ontem, amanhã, certo de que é preciso saber viver, viver e fazer viver. Conforme sugere o bom senso, de acordo com o esforço ponderado. Em relação ao que o interesse de quem de haver pode justificar. Ou ao que o potencial de meu aproveitamento possa assim a outrem a bem despertar!

Bem, sem pretender ser inferente, se bem que com direito de co-proprietário, no caso das aquisições de aeronaves de guerra ora na pauta do Governo que é de todos nós brasileiros, e por nós justificado e mantido, tenho apenas uma consideração. A qual tem em conta o fracasso do projeto do AMX, que preocupa-me quanto ao potencial de aquisição do projeto do avião sueco. Além do que, temos os Estados Unidos, eminente potência bélica mundial, adotando aviões com duas turbinas, quando não três. O que parece sugerir que equipar-se, com dimensões continentais como as nossas, com aviões de uma turbina só não é uma boa pedida para viagens em potencial de "longo curso"... Países estrategicamente localizados como a Suécia, com objetivos e necessidades de defesa logística básica não exigem preocupações com grandes distâncias, podem, eles, dar-se por satisfeitos apenas com uma turbina. E uma frota bem maior disponível, em relação aos poucos aviões que comparadamente podermos comprar...

Creio que ajudei um pouco a uma abordagem clara e desenvolta do assunto, democraticamente interessante e valiosa! Esperando que você, leitor e leitora deste blog e dos demais textos de minha autoria publicados em jornais, livros, revistas, sites e trabalhos diversos, faça também a sua parte para nosso progresso! Opine! Diga a mim o que deseja que eu aborde! Precisamos disto! E não deixe de prestigiar tudo o que eu faço. E a Deus, acima de nós, por Quem tudo o que somos e temos de bom é reconhecido!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

“CALMA QUE O BRASIL É NOSSO”...?!!!!!!

Já foi nosso...!

Ao menos se olharmos para nosso patrimônio material ou o lucro de suas atividades, não é o Brasil hoje tanto nosso quanto já foi até..., por exemplo..., décadas atrás...

Somente duas ou três referências para ilustrar: praticamente 50% da Petrobrás não pertence mais a “brasileiras e brasileiros”, mas a “estrangeiras e estrangeiros”; cerca de 30% das maiores propriedades rurais do nosso imenso Brasil também já não nos pertencem; inúmeras geradoras de energia hidrelétrica encontram-se adquiridas, nos termos da Lei, por não nacionais; e o mercado de trabalho especializado e de nível superior, diferentemente do que é dado em outros países de economia de mercado, vem sendo ocupado por nascidos em outros Países, sequer procedentes do Porto... Sem contar os inúmeros casos de estabelecimentos comerciais e industriais de diversos portes, adquiridos ou estabelecidos por estrangeiros, com capital estrangeiro, e priorizando o destino do lucro e a geração de oportunidades de desenvolvimento pessoal e emprego para os seus apadrinhados...

Bem, assim, o velho chavão usado por nossas “boas e velhas lideranças” para conduzir nosso pacato País em ordem – a tal: “Calma, que o Brasil é nosso!” - não é mais uma realidade nacional a qual se possa tomar como referência à atenção de nossos compatriotas, natos ou admitidos nas mais diversas condições e justificativas...

Temos brasileiros e brasileiras orgulhosos de terem como empregadores empresários e grandes empresas estrangeiras: emprego mais estável, condição socioeconômica mais segura, ambiente de trabalho mais sério. Em que a premissa: “Tempo é dinheiro” é levada a sério de verdade... Além do que se deve considerar quanto à capacidade científica e tecnológica de trabalho e ao espírito de equipe. Consciência de interdependência e respeito, nem se discute..!

Bem, bom ou ruim? Se não perdemos a soberania, pela qual, em casos de calamidade pública, como também por lá, o Estado tem direito e poderes para dizer o que se faz com o que existe por aqui, é evidente que isto trouxe um maturamento de nossa sociedade. Sejam nossos externos investidores chineses ou americanos. E isto afetou o desempenho, o interesse e a reputação de empresários, governantes e mesmo de religiosos desta terra não raro apontada como “A Grande Fazenda”...

Preponderantemente influenciado pelos poderes socioeconômicos da nossa classe ruralista, conforme nos é evidente pela simples análise de nossa evolução, o Brasil é agora, patrimonialmente nosso, uma fazenda menor do que antes. Usinas hidrelétricas e estatais de telecomunicações e transporte construídas na época do “Regime de Exceção de 1964”, então fatores populares de ânimo e orgulho nacionais, não são mais garantia de austeridade nacional. Devido a entraves socioeconômicos que afetaram a capacidade de capitalização e desenvolvimento sustentável de parte inestimátivel de nossas lideranças econômicas em potencial. Pela precariedade de nossa cultura (e da nossa seriedade democrática, idelológica...), da nossa praticidade e nosso discernimento para com o respeito devido à livre inciativa e ao que de caras referências institucionais realmente valiosas, fizeram com que chegássemos a este contexto...

O Brasil, sob o espúrio enfoque de que tudo é de todos, não aprendeu ainda a valorar lideranças. Ao contrário, a reduzí-las a um lugar comum socializado em nome de uma condição que não existe e nunca existirá. Confundindo-se inconsequentemente eqüidade com igualdade. Pura demagogia, iinfeliz hipocrisia, ledo engano, ilusionistas em fuga do real. Em nome de um poder jamais alcançável. Em falso nome da defesa da ordem social, muitos líderes em potencial foram alijados em suas capacidades de construção e defesa de uma nação mais soberana do que somos hoje, e do que fomos no passado recente. Quando nossas esperanças de futuro brilhante eram depositadas em planos diferentes de um Plano Funaro ou de um Plano Real. Mas na vida real, caminhada com respeito pelo conhecimento, pela caras nos livros, pelas iniciativas responsáveis, com os pés no chão...

Assim, agora, caras concidadãs, caros concidadãos, de não podemos ter como antes “calma porque o Brasil é nosso”, fiquemos espertos e façamos por onde, para “irmos em frente porque atrás vem gente...”

Você votou em quem? Para fazer o quê por nós? Construir pontes, reformar estradas? Fazer uma escola profissionalizante? Um campo de futebol? Para você trabalhar como e pra quem? Bem, você pode pensar num emprego estável se conseguir uma boa vaga através de um concurso público, não é? Assim, o seu grande empregador poderá ser brasileiro... Civil ou militar... Com certeza, no Estado você terá democracia por excelência, e terá o maior respeito de nossa sociedade por isto, não é...?