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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Como Deve Ser Vista "A Cruz de Cada Um"

Acabei de fazer o comentário abaixo respondendo uma postagem de um grande amigo Padre, que por sinal gosta do meu livro nela mencionado. Sobre como devemos considerar "a nossa cruz", quando na Igreja se prega abracemos nossas cruzes pessoais. O que é muito útil para todos os cristãos e também para aqueles com atenção despertada para nossa realidade e nossos valores.

A nossa cruz deve ser interpretada também apenas como as nossas dificuldades e nossos desafios pessoais naturais das nossas condições culturais, educacionais, financeiras, patrimoniais e políticas. Ao que devemos considerar os nossos valores de qualidade de abordagem e vida no discernimento da fé e confiantes em Deus. E nele unidos em tudo o que é a nós apresentado fazer e responder, construir e manter... 

Não é para também sermos crucificados como Jesus o foi. A cruz da Sua Paixão era dele... As nossas são conforme nossas realidades pessoais. Todas mais leves que a dele, por mais difíceis que possam ser, serão sempre muito menores que a dele. Sabem quantos golpes Ele sofreu em Sua Paixão? 5458, como Ele o revelou a Santa Santa Brígida de Suecia

Bem, para enfrentarmos a vida honrando a Santíssima Trindade e a Mãe Santíssima da melhor forma, neste mês da Bíblia, nada melhor que uma recomendação de um livro, modéstia a parte o melhor que conheço para facilitar isto, com o qual temos oportunidade de conhecer simplificadamente o sumo das instruções práticas legadas por Deus a nós! Que tal considerar adquirir e ler Curiosidades Sobre a Bíblia e a Doutrina Cristã?! Detalhes sobre o conteúdo, depoimentos de alguns leitores e informações sobre o programa assistencial vinculado na página oficial.

Se terminarmos nossas vidas sem ter procurado e propagado a sabedoria divina, Deus poderá nos dizer: " - Paradona!", " - Paradão"...! E então?! Como ficaremos?!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Das Curiosidades e Dos Curiosos

Tenho ouvido alusões de alguns oradores de certa forma distraídos, quanto ao sentido da curiosidade. Projetando o seu significado ao mais efêmero e desprovido de compromisso com o conhecimento. O que é muito perigoso, especialmente se apresentado a público pouco dado ao estudo. 

Curiosidade é o pertinente ao curioso. Do que temos a curiosidade científica e a curiosidade, vamos dizer, passageira. Ou de breve atenção. A primeira, imbuída do espírito mais comprometido com a busca do discernimento progressivo a respeito de determinado assunto. A segunda, do interesse pelo assunto porém com quem lhe exerce muitas vezes sem as condições de estrutura pessoal e tempo de que gostaria dispor para aprofundar-se a bem. Mas nem por isto desprovida de essência de valor ao tema em foco.

Se temos curiosidade sobre alguma coisa, algum conhecimento, algum tema, decerto é porque tal nos desperta a atenção para que lhe reconheçamos a melhor termo. Se dispomos de condições ideais ou limitadas para suprirmos nossa expectativa, nossa necessidade que latente palpita em nossa consciência a respeito, isto define a intensidade de nossa abordagem. E portanto a classificação do nível da nossa curiosidade. O que não diminui ou invalida a essência de valor do que consideramos.

A vida não raro impõe a nós limites a conhecermos tudo o que gostaríamos, da forma aprofundada como desejamos. Do que, num espírito compreensivo a respeito disto, confiantes e providos de esperança ao que é digno às pessoas de bem, cônscios de nossas limitações ao universo de conhecimento que reconhecemos importante, vez por outra dedicamos passageira atenção a conhecermos, um pouquinho apenas, o que gostaríamos de conhecer muito. Porque isto é muito importante para nós. Conhecer, se não o podemos a melhor termo, ao menos um pouco. Apenas um pouco para ficarmos ao menos um pouco mais familiarizados, inteirados na medida do possível, com aquilo que temos em alta conta. Com o que temos como jamais desprezível e assim essencial à realidade em que estamos inseridos. Esta é a curiosidade brevemente aplicada. Que reflete nossa seriedade ao menos para "respirarmos um pouco mais" o entendimento daquilo que poderíamos saber plenamente... Antes isto que uma acomodada indiferença, não é?! Coisas de gente que se esforça, trabalha o que pode, e confia...!

Já a quem tem oportunidade de aprofundar-se em temas do seu interesse, a possibilidade do exercício da curiosidade por excelência é o que se reflete pela formação de uma mais sedimentada bagagem de conhecimento e sabedoria, aprofundada. É o que torna alguns de nós especialistas, doutos mestres no assunto. O que alguns dicionários classificam como "cuidadoso ou zeloso ao desejo de aprender", ou quem tem "grande vontade de saber ou de ver".

Há ainda a forma popular de uso do termo curioso, usual às pessoas indiscretas, especulativas à vida alheia ou sem compromisso com a verdade das coisas. Formas pobres de atitude que refletem desconhecimento de valores essenciais e pobreza de espírito. Pela efemeridade da abordagem classificável aos seus autores. Mas que também demonstra para nós a importância do que acontece ao alcance de alguns de nós! O que nos toca de alguma forma, que nos desperta ao interesse, por qualquer motivação que possamos ter! Naturalmente, pelos valores da educação e do social, aprovável ou reprimível! Mas sempre refletindo que aquilo que nos desperta a atenção tem peso em nossa consciência, em nossa sensibilidade.

Quando intitulei o livro Curiosidades Sobre a Bíblia e a Doutrina Cristã desta maneira, utilizei a modéstia quando poderia intitulá-lo, por exemplo, A Sabedoria da Bíblia ou O Legado Divino em Instruções e Sabedoria. Ou ainda O Sumo do Legado Divino ou Direto às Instruções da Bíblia. Mas optei por um título mais dinâmico. Que pudesse traduzir toda a minha abordagem. Que tem essencialmente a essência das instruções e da sabedoria legadas por Deus. Mas também um pouquinho de curiosidades de menor importância formativa. Mas de peculiares valores ao discernimento na fé e no amor pela vida. E pelo reconhecimento da história. Facilitando ao saber... Cientificamente zeloso por isto... Sensível às diversas limitações de cada um de nós e às concernentes necessidades de conhecimento pertinente...

Referências Bibliográficas: