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quarta-feira, 18 de maio de 2016

De Estado, Governo e Povo

Toda atribuição, haver e responsabilidade de Estado é também competência política geral de Governo. Mas nem todo haver de Governo é de competência do Estado. Mas o de desempenho de toda pessoa investida em ambos é sujeito à competência do povo. Isto é valioso especialmente em assuntos de caráter moral e cívico, político-administrativos e acessórios.

Com isto, temos que, quando os investidos em funções temporárias, o Governo assim tecnicamente discriminado, são convidados ou requeridos a prestar atenção a assuntos de desempenho do Estado, quer por ele quer por cidadãos reclamando seu bom desempenho, não tem o direito de se omitir. Sob alegação de que gestão de Estado não lhe compete.

Gestão de Governo envolve Estado, gestão de Estado não necessariamente envolve gestão de responsabilidades temporárias de Governo. Ao que, quando o Governo, investido pelos seus valores ideológicos e políticos, é requerido a examinar com o cidadão o que é a ele apresentado, tem obrigação moral e cívica de examinar a bom termo. E promover toda solução pertinente ao esclarecimento de dúvidas e promoção de soluções necessárias. Para ordem e segurança institucional geral. Econômica, política e social. Quando não o faz, incorre na omissão. Seja qual for a explicação: ausência de compromisso com o que é de interesse, brincadeira, conluio ou cumplicidade, ignorância, insegurança institucional ou pessoal, negligência expressa ou qualquer outra.

Portanto, jamais gestores de Governo têm o direito de omissão ao exame de coisas de Estado que lhe são requeridas conhecer e devidamente tratar. Cabendo ao povo, de modo adequado, geral e qualificado,  o exercício da responsabilidade no interesse próprio a que Governo e Estado, a máquina administrativa permanente assim também conhecida, desempenhem suas atribuições com lisura e satisfatoriamente ao que lhes é imputado por proventos e responsabilidades de natureza pública.

  

terça-feira, 21 de julho de 2015

"O Que o Brasil É...?!!!!"

Uma das respostas que podemos dar àquela velha imbecil pergunta "O que o Brasil é...?!!!!":

Pergunta aos gestores e mandatários eleitos do Brasil que passam do limite no exercício de suas gestões de poderes públicos. Pergunta aos gestores públicos responsáveis por projetos porcarias implementados com o orçamento público. Pergunta aos gestores públicos que brincam em serviço e não observam a urbanidade na interação com o povo. Pergunta a eles o que eles fazem no Governo... Pergunta também ao povo, ao povo todo, o que é o Brasil... E o que ele faz em relação aos sentimentos bons e aos ruins, sobre o que reconhece ou vive do Brasil...

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Estado Forte Somente Com Povo Forte...

Quando uma Chefe de Estado afirma que o Estado precisa ser fortalecido ela reconhece que o Estado que ela chefia e herdou é fraco ou mesmo sem desenvoltura e isenta seriedade... 

Isto se dá muitas vezes por uma necessidade pessoal de aquisição de respeitabilidade pública diante de sua própria Nação ou mesmo do mundo inteiro. Uma forma de defesa diante de um contexto em que se sente impotente para solucionar o que é imperativo senão emergencial. Frente aos prejuízos decorrentes da deficiência e ineficácia estatal.

Entretanto, isto não resolve o problema e apenas serve para projetar uma imagem de interesse numa solução ao que muitas vezes não se dedica compromisso isento ou não tendencioso. Verdadeiramente democrático e embasado no direito público.

Pertençamos ou não a instituições de direito privado, civis ou religiosas, quando consideramos o que é público haver e interesse, até comercial ou economicamente considerados, não são nossas normas privadas particulares as consideradas para nossa análise de segurança socioeconômica. Mas as normas públicas com as quais podemos reivindicar ordem e qualidade administrativas, econômicas, ideológicas, legais, políticas e sociais públicas associadas aos lastros institucionais. Para projetos econômicos, educacionais e humanitários. Quando nossos confrades institucionais de outros países, irmãos de fé ou noutra condição de fraternidade ou laços de compromisso filantrópico ou ideológico que temos, analisam nossas condições socioeconômicas para investirem seus recursos financeiros, de tempo e trabalho em nosso País, não são as garantias particulares ou normas privadas pares que consideram. Mas nossa realidade funcional e legal publicamente reconhecida...

Nisto temos o cerne de nossa qualidade de vida e respeitabilidade econômica e moral e cívica. Na eficácia disto tudo que traduz a realidade de um País: nação, povo e território. Território publicamente estabelecido e publicamente sustentado. O resto no que concerne são apenas adjacências... Tenham elas o peso que possam querer ou realmente ter neste processo...

Quando uma Chefe de Estado, ou um Chefe de Estado, expressa que o Estado precisa ser fortalecido, deve essencialmente lembrar que um Estado é apenas o reflexo do que tem em efetivos valores o povo em função do qual existe... Em relação de interdependência direta com o que deve reconhecer também quanto ao que o mesmo povo precisa ser forte em tudo... 

Pensar somente nas necessidades de fortalecimento do Estado é estúpida e pueril demagogia... Vender esta ideia ao povo é hipocrisia...

sábado, 28 de janeiro de 2012

UMA REFLEXÃO À CRÍTICA "PRÓ-CIDADANIA"

No seio do povo fala-se muito de político desse jeito, político daquele jeito, político corrupto, político ladrão, político incompetente e mais... Mas pouco se vê de povo que procura conhecer as Constituições Federal e Estaduais de suas regiões, as Leis Orgânicas e os Códigos de Postura dos Municípios, e todas as demais Leis...! E olhe que "a nenhum cidadão é facultado o desconhecimento da Lei"... Adulador de político é o que não falta...! E agora, concidadãos do Brasil?! O que dizeis?!!!!
Sim, e o exercício da cidadania apoiando iniciativas de interesse social? E as latas de cerveja e as sacolinhas de supermercado abandonadas nas vias públicas? E as tampinhas de bebidas úteis à proliferação do "Aedes-Egypt"?! E o resto?" "Cada povo tem o Governo (e os políticos) que merece!" Eu tenho queixa de políticos, e não poucos! Mas somente precisei recorrer a muitos deles, em muitas ocasiões, porque não contei com o exercício independente da cidadania por parte do povo que os critica...É isto...!