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segunda-feira, 4 de maio de 2020

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Sobre o demônio, o inferno, a Terra e a humanidade

Ultimamente tenho tido algumas inspirações matinais sobre condições relacionadas a espiritualidade e valores relacionados. Uma delas a que aqui partilho com as primeiras frases do próximo parágrafo. Que vale muito partilhar, por tudo o que está aqui apresentado.

O demônio odeia o inferno. Usa a humanidade na Terra, onde ele é "o príncipe do mundo", como refresco da condição infernal que tem em seus redutos. Aqui ele se refresca aproveitando-se dos distraídos, imprudentes, incautos, inocentes. Que sensibilizados pela sua astúcia, não orantes e não vigilantes, permitem-se praticar as besteiras, os comodismos e os males que ele sutilmente sugestiona a nós praticarmos. Se não houvesse a Terra com a humanidade suscetível a sua ação destrutiva e repleta de maldade e rebeldia do mais condenado de todos os condenados, ele não teria como usufruir um minuto, um segundo sequer, de refrigério relativo ao inferno que é o seu reduto...

Pensemos todos nós nisto, multipliquemos isto, busquemos e propaguemos a sabedoria legada por Deus, oremos e vigiemos. "Porque o espírito é forte mas a carne é fraca." "Glória a Deus nas Alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados." "Ai do tímido." "Ai de quem não procurar a sabedoria." "Ai de quem não propagar a sabedoria."

Sim, lembremos sempre disto: o demônio odeia o inferno e usa todos os de nós que consegue coordenar como meio de refresco à condição desgraçada do seu reduto. Amemos a Deus sobre todas as coisas. A Ele cujo Espírito Santo "persegue até o maior dos pecadores, com gemidos inefáveis, para que se converta e viva". Amemos e façamos amar.

Não tenhamos o menor receio de combater o Bom Combate como adversos inimigos do demônio. Não hesitemos nisto. Ele é nosso inimigo e lucra muito e muito com nossa alienação e indiferença ao que possamos não assumir sermos seus assumidamente adversários.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Música e Bem, Música e Mal...

A música pode fazer bem, mas também o mal.

Diversas vezes ouvindo sequências de músicas de diferentes intérpretes ou autores, venho notando que, a partir do momento em que temos algumas especificamente apresentadas, temos também como que uma invasão de maus pensamentos. Como um bombardeio de ideias ruins e sentimentos de revolta intensa projetando defeitos ou más lembranças de pessoas que conhecemos ou das quais temos infelizes lembranças. Pessoas do nosso círculo de amizade ou mesmo familial. Das quais conhecemos atitudes ignorantes, inocentemente praticadas ou essencialmente desprovidas de maturidade. Atitudes até mesmo classificáveis como rídiculas ou surpreendemente espantosas para nós, por parte de quem jamais poderíamos esperá-las... Atitude que nos mostraram uma grande distância entre nós e pessoas próximas e queridas que conosco conviveram cotidianamente. Mas que, pela falta de diálogo e intercâmbio de experiências, de partilha de vida e solidariedades interpessoais que nos levariam ao mútuo e promissor reconhecimento de condições, interesses ou potenciais, então descobrimos que não conhecíamos a bem. O que então proporciona, além dos sentimentos dados pela surpresa mencionada, também num íntimo sentimento de pesar ou tristeza...

Tudo por causa de músicas que nos conduzem a lembrar destes fatos negativos ou pobres associados a nossas relações sociais...

Aos bons observadores, entretanto, isto passa a ser referência de grave perigo. E até mesmo de que este perigo pode estar associado à ação deliberada do demônio. Interessado em fomentar a desunião, a discórdia, as más lembranças e os maus sentimentos. Interessado em nos conduzir a dispersão e rude repúdio por quem temos arraigadas identidades e pares vínculos ao que nossos mais nobres interesses justificam não a aversão, mas o amor edificante...

Notamos também que, especialmente uma vez estimando os efeitos incômodos e maléficos de tais músicas, ao interrompermos suas audições simplesmente, e de imediato, tais ideias e lembranças ruins, juntamente com todas as expressões de crítica e revolta, param instantaneamente... Como que se dando a conclusão de um ritual de exorcismo em que o demônio é finalmente expulso da pessoa possessa e a abandona deixando-a em paz integral... Impressionante realidade...!

Assim, refletindo sobre esta realidade nua e crua, achei por bem partilhar com a sociedade e meus cotumazes leitores. "Ai de quem não procurar a sabedoria. (...) Ai de quem não propagar a sabedoria. (...) Ai do tímido." (Bíblia Sagrada)

Portanto, prezada leitora, prezado leitor, prestemos atenção sempre nas nossas reações e nos nossos pensamentos dados ao ouvirmos música. Em todos os ambientes, ao vivo ou reproduzidas... Música ruim é como companhia ruim: ao contrário das boas, traz o mal. E pode trazer o mal de forma expressamente planejada pelo maligno desde a sua composição. Até a nossa audição e a nossa reação. Provocando danos tão graves e profundos quanto a dissolução dos nossos mais valiosos laços de amor e capacidade de viver e fazer viver bem...


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Quero Te Ver Sempre de Bom Humor

Acha que rezar é besteira?! Que é coisa pra "beato, pra Freira, pra Padre, pro Papa"? Não acredita em Deus?! Pense então nos riscos de cair na condução do diabo! Não acredita nele?! Bem, neste caso, "cuide-se bem, perigos há por toda parte, é bem delicado viver... De uma forma ou de outra, é uma arte..." (...) Eu quero te ver com saúde... E sempre de bom humor... E de boa vontade... Com tudo..." http://letras.mus.br/guilherme-arantes/46305/

domingo, 14 de março de 2010

No pecado, somos alicerce ao demônio...

Acabo de chegar da Santa Missa deste Domingo do Senhor. Em que mais uma vez tive a graça de honrar a Sagrada Aliança a qual abracei pelos sacramentos do Batismo, da Eucaristia e do Crisma. E assim participar da Sagrada Ceia pelas benesses de Deus.

Entretanto, devo fazer notar que, durante a mencionada celebração, percebi a presença de algo mais no ar além do que o simplesmente natural. Percebi, ao par de outros presentes, alguém tentando perturbar a atenção santa dos ali reunidos para fortalecerem-se na honra a Deus, na busca da reconciliação a uma vida pefeita e santa. No Caminho, Verdade e Vida que conduz ao Paraíso Eterno de paz a todos os homens de boa vontade aberto.

O demônio decerto estava ali, agindo sorrateiro e escondido. Como o fazem os ratos ocultos nos ocos das paredes ou nos porões. Naturalmente apreensivo quanto à possibilidade de, sendo claramente reconhecido e visível, ser portanto combatido, reprimido, repudiado. Ele, fofoqueiro, intrigante. Que serve-se de momentos de humildade humana, para tentar conduzir-nos à baixa estima, à depressão, a um sentimento de "profunda culpa" pelos nossos pecados. Para reduzir-nos a impotentes para a vida, inúteis nos nossos potenciais de oração e proximidade para com Deus e nossos próximos. Então, decerto servindo-se de algum dos presentes que, por distração ou excesso na noite passada, cometera desvios que pela sua consciência de valores não deveria ter cometido. Naquele momento sagrado sendo por isto utilizado como um "cavalo". Como um sustentáculo a um enxerto de um ramo diferente que nele se põe para proliferar com raízes outras. Pois, com suas próprias, provavelmente o ramo enxertado não teria condições melhores de adentrar a terra em solo áspero, vamos dizer...!

A presença do inimigo foi notada pelo que o mesmo propagou em inusitadas tentativas de contaminar uma reunião de propósito santificante e salvífico. Com lembranças de imperfeições de lideranças comunitárias. No caso, minhas. Tentando inserir, nas mentes e nos corações de todos os comigo reunidos em culto divino, valores desvirtuados de certa experiência que tive décadas atrás. Quando fui conduzida testemunha de grave pecado coletivo contra a integridade de um colega de ensino primário. O diabo estava hoje tentando projetar na comunidade uma imagem falsa minha. Tentando denegrir meu verdadeiro caráter e assim introduzir uma falsa imagem de inconsequente e irresponsável, sem dignidade moral. Uma de suas artimanhas, assaz utilizada perante todos aqueles que ignoram a sabedoria ensinada pelo Senhor, a nós por Ele legada através das Sagradas Escrituras.

Resolvi partilhar isto de público, como valioso sinal de alerta e esclarecimento que é. Como valor útil ao que é-nos essencial admitir, para a felicidade de cada um de nós e de nós todos como população humana capaz de ser efetivamente danosa ao asqueroso condenado danado, maldito, rebelde contra o Senhor da Vida. Felizmente, já temos entre nós um valioso consenso para admitir esta realidade. Sinal de que o discernimento a nós desejado por Deus, a nós que somos a Ele assemelhados, e não somente parecidos, está cada vez mais evidente. E de que o demônio está perdendo, cada dia mais, batalhas e mais batalhas. E de que a vitória desta guerra também mística será de Deus e de todos os Seus...!

A bem do entendimento público de todos os que lerem este artigo, esclareço que a experiência que testemunhei foi a de exploração sexual de um inocente. Na qual minha consciência não permitiu que eu tivesse paridade. Mas que entretanto, por infelicidade, minha insegurança não permitiu que eu denunciasse então. Insegurança tal relacionada ao que estimava poder ser efetivamente providenciado a bom termo no âmbito da sociedade cuja precariedade cultural eu vi-me então. Uma tristeza. Talvez até mesmo minha insegurança tenha se dado por uma certa estimativa de valores legais, não sei, caso eu denunciasse, sem condições de provar então, um grupo de dezenas de colegas de escola explorando um pequenino inocente o qual então já estava vitimado sem que eu tivesse condições de evitar. Diferentemente do que pude providenciar noutra ocasião, a bem da integridade de outrem.

"Ai de quem não procurar a sabedoria." "Ai de quem não apregoar a sabedoria." "Ai do tímido." "Procurai as ciências e a sabedoria." "Glória a Deus nas Alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados."

Sim, o cavalo humano linhas acima mencionado teria sido um infeliz que recentemente decerto cometeu grave deslize. E que assim ficou frágil para servir de suporte para a presença atrevida, ainda que escondida, do contaminante maligno murmurante e sussurante perturbador de toda iniciativa santa de aproximação do ser humano para junto do Senhor. Não sabemos quem dentre os presentes foi infeliz a este ponto. Mas sabemos, muitos de nós, que algum de nós ali presentes decerto naquele instante sentiu o peso da sua fraqueza na vigilância. E que portanto sentiu a infelicidade das consequencias da negligência. E que, pela maturidade da assembléia ali reunida, reconheceu, conosco, que doravante tem mais motivos para evidentemente ter mais cuidado com a vida.

Durante a Missa, refletindo sobre o assunto, lembrei também de que, após a morte carnal, entramos num processo de plenitude de discernimento amplo sobre tudo o que passamos na vida. Em que aflora, publicamente perante todas as Almas as quais nos veem, toda a nossa experiência de vida segundo as nossas consciências... E comparei a dimensão do que experimentei na Missa deste domingo, relacionada a um único momento de pecado por algum de nós cometido, com a dimensão ampla da projeção de todos os pecados por nós cometidos em toda a nossa vida. Em meio a uma multidão de Almas, da Hierarquia Angélica e da Santíssima Trindade, segundo a sabedoria divina. E achei por bem lembrar, a quem eu pudesse, sobre o peso de cada uma destas situações. A bem do que é necessário para a felicidade nossa já aqui na Terra e também para a vida eterna que é alcançável para cada um de nós. O Espírito Santo como que persegue até o maior dos pecadores, "com gemidos inefáveis", para que se converta, se reconcilie, e viva... Livre de todo mal, para sempre, junto com todos os eleitos de Deus ao Paraíso...