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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Uma Verdade Contemporânea Sobre Nossa Privacidade

Se você acredita que nossas privacidades são de alguma forma tecnologicamente exploradas, em quem você já pensou que poderia fazer isto? Brasileiros somente? Estrangeiros? Católicos? De outras religiões? Ou ateus?

Você sabe que tem muita exploração invasiva não expressamente manifestada? Pois é...! Tem, sim... Em 1975 ou 1976, após ter concluído um curso sobre Investigação Científica e Criminal, comprei um livro de uma renomada agência de investigadores. Neste livro há uma fotografia de um dente molar com um transceptor instalado dentro do bloco. Ajustado para ficar instalado dentro da prótese. E de lá pra cá o que temos em nanotecnologia, nem se fala...!

Evite portanto tudo o que pode expor você a uma necessidade de reparos dentários com o uso de próteses. Atenção: isto não é para gerar uma paranóia em ninguém... É apenas uma referência "a bem da verdade"... Em que pese o que nos expõe em nossos potenciais e vulnerabilidades relativas. Afetando, por exemplo, nossas condições relacionadas a estratégias e segredos comerciais e industriais. E também institucionais e políticos de toda ordem...

sábado, 24 de maio de 2014

Tua família pode me ver de cueca?!

Tua avó, tua filha, tua irmã, tua mãe, tua mulher, tua tia ou quem mais você considerar acessível pode me ver somente de cueca?!

Se a resposta for: não, por que é que podem ver o Neymar ou qualquer outro modelo contratado somente de cuecas expostos em fotos amplas em logradouros públicos?

Há dias venho notando a exposição de dois cartazes com propagandas de cuecas em frente a uma firma comercial na cidade onde moro. Dispostos na calçada, local privativo para a circulação de pedestres, e para mais nada, de forma que crianças, jovens e adultos que por ali circulam têm acesso livre e integral ao conteúdo mencionado... Algo de extremo mau gosto, ou de desesperado apelo comercial ou estúpida inconsequência social. "Somente porque o produtor encaminhou", "material de mídia"...

Ora, senhores produtores, ponham suas mulheres e suas filhas de calcinha ali também... Pelo menos, estima-se que isto seria bem mais bonito que homens grosseiramente semi-nús expostos a olhares de crianças, jovens e senhoras cotidianamente circulando naquele local. Coincidência ou não, em frente à Secretaria Paroquial da Igreja Matriz...!

Registrei as fotos para uma possível publicação. Mas acho tão feio e grosseiro que decidi não publicar.

E os Poderes Públicos? E a Promotoria Pública? O que dizem destes fatos? Tudo normal?

sábado, 19 de outubro de 2013

Sobre Protestos com Quebra-Quebra...!

Hoje postei nos meus perfis sociais de redes sociais virtuais mais conhecidas uma reflexão intitulada SOBRE POLÍTICA, GOVERNO BOM OU RUIM, E O RESPECTIVO POVO... Na qual eu partilhei o seguinte: "Se o Governo é democraticamente eleito e é ruim, o povo que o elege é tão ruim quanto ele... Especialmente para definir quem assume o governo do que é público..." E a compartilhei em grupos relacionados ao Brasil, à cidade em que resido e outros de partilha de assuntos de interesse e opiniões conjunturais.

Num destes grupos, recebi um retorno cuja evolução transcrevo abaixo, preservando a identidade da pessoa que fez os comentários, para manter a sua exposição somente no âmbito do grupo em que temos participação:

Primeiro Retorno: 

Errado, hoje em dia ninguén acredita mais em nenhum,só vota por obrigação, e outra ninguém tem bola de cristal para saber o que o político irá fazer!!! Político não é autoridade, e sim um servidor público.

Minha Primeira Réplica:

Errado, coisa nenhuma! Se o eleitor não reconhece candidatos dignos de sua representatividade, é só votar nulo, que não tem responsabilidade sobre o desempenho do mandato! A partir do momento em que o político é investido em governança, executiva ou legislativa, passa a ser autoridade, sim! Autoridade de Governo, de Poder Executivo ou Legislativo!!!!! Mais, paga, remunerada, especialmente remunerada, para trabalhar, e trabalhar direito! Para resolver o que é necessário resolver, independente de "Governos Participativos"!!!! Se nas iniciativas de "Governos Participativos" a participação popular não for forte, quem está investido em mandato tem o dever de governar bem do jeito que for necessário...!!!!

Segundo Retorno e Complemento:

Agora me diz, quantos pensam assim??? No povo, só pensam em si mesmo, politico não é autoridade nenhuma, isso é porque o povo deixa ser de qualquer jeito, tipo, eu não sou a favor de uma manifestação paciva, a melhor é no quebra-quebra, mais nas casas do mal governador (administrador do nosso dinheiro)!!! 
Dessa forma eles temem o povo, agora aquela que só quer e quer, vai apenas ficar no vaco, sabe porque o Brasil é assim?? "Egoismo"

Estou junto com aquele grupo, que não se curva diante de nenhuma lei ou ordem de nenhum governo, chamaram o governo de "corti"!!!

Querem ser o dono do mundo, mais simplismente por culpa de um povo medroso!!!

Minha Tréplica:

Bem, (nome da participante), você acha que é mais apropriado pensar ou não pensar? A questão do quebra-quebra depende do que quem está governando ou mantendo os que estão governando entendem ser tolerável ou da forma como isto deve ser conduzido em relação à realidade cultural e sociopolítica contextual. Mas se você tiver um carro ou uma moto, uma casa ou um comércio seu quebrados por causa de protestos como os que você mencionou, você deverá continuar com essa ideia sua de achar melhor resolver as coisas no quebra-quebra, não é? E o que você diz se entender que os prédios e as benfeitorias públicas são nossos, patrimônio nosso, pago com os impostos que eu, você e o povo todo, inclusive os que quebram-quebram pagamos? Se achar normal, pode começar quebrando o que você tem em casa, não é? Afinal, é mais fácil quebrar o que você tem em casa e dizer pra todo mundo que está quebrando porque alguma coisa precisa ser quebrada porque você está insatisfeita com o Governo, do que caminhar um bocado, gastar dinheiro e tempo, e ainda se arriscar a aspirar uns gases de pimenta, outros lacrimogênios, tomar umas cacetadas e uns tirinhos de borracha (por enquanto) de policiais pagos para defender a ordem econômica (patrimonial privada e pública), política e social se alguém partir para a ignorância (quebra-quebra), e ainda ter grandes chances de parar na Delegacia depois de um internamento hospitalar em que você poderia até ficar uns dias ou umas semanas na UTI saindo inteira ou não dependendo dos ferimentos que porventura tiver sofrido, não é...?! Não é mais fácil quebrar-quebrar, e mais seguro, começando em casa? E depois produzir um vídeo e por no YouTube ou aqui no facebook pra todo mundo ver a tua ira despreocupada com os efeitos do quebra-quebra pra todo mundo ver tua indignação com Governos ou medidas administrativas que você acha ruim?! Se eu fosse você, gostando de resolver as coisas com quebra-quebra como você disse acima, eu começaria em casa e faria como eu disse...! É mais seguro...! B| :D

Bem, a conclusão sobre estas abordagens fica por conta de cada pessoa que esta prestigiar com sua leitura...!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

UMA DICA DEMOCRÁTICA A BEM DA SAÚDE ECONÔMICA, POLÍTICA E SOCIAL

SE VOCÊ OUVIR ALGUÉM AFIRMAR QUE TUDO O QUE NÓS CREMOS QUE OUVIMOS SEM CONDIÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO PRECISA DE AUTORIA OU ORIGEM É IMPRESSÃO PSICOLÓGICA, OU AO MENOS ALGUMAS MENSAGENS INSTIGANTES, COMO SUSSURROS DO DEMÔNIO OU A SEU GOSTO EXERCIDOS, SAIBA QUE TEMOS EXPERIENCIADO MENSAGENS EM FREQUÊNCIA NATURAL DE ESCUTA E TAMBÉM EM ALTA FREQUÊNCIA.

O OUVIDO HUMANO PERCEBE, NATURALMENTE, CONTEÚDOS EM ALTA FREQUÊNCIA, DISCERNINDO-OS PERFEITAMENTE. PASSÍVEIS DE SEREM POSTOS NO AMBIENTE SOCIAL ATRAVÉS DE TRATAMENTO DE SOM EMITIDO POR PROCESSAMENTO EM MODULADORES EM QUE MENSAGENS PODEM SER EMITIDAS EM TEMPO REAL, POR COMUNICADORES UTILIZANDO MICROFONES. E TAMBÉM PREVIAMENTE GRAVADAS. ATÉ MESMO DE FORMA PROGRAMADA PARA VEICULAÇÃO REPETITIVA EM HORÁRIOS DE INTERESSE DE QUEM DE CAPACIDADE E RESPONSABILIDADE PELA EMISSÃO. ISOLADA OU MIXADAMENTE JUNTO A TODA FORMA DE MENSAGEM ELETRONICAMENTE TRANSMITIDA E OUVIDA ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS TRADICIONAIS DE RÁDIO E TELEVISÃO. QUE SÃO APENAS ALGUNS MEIOS PORTANTO PASSÍVEIS DE UTILIZAÇÃO AO EXERCÍCIO DE INFLUÊNCIAS SOCIAIS OU MANOBRAS DE MASSA DE TODA ORDEM.

DESCONFIE DOS PROFISSIONAIS DE COMPORTAMENTO QUE, SEM MAIORES APROFUNDAMENTOS NA ANÁLISE DE CONTEXTOS OU MESMO COMPROMISSO ISENTO PARA COM A DEMOCRACIA, A VERDADE, OS DIREITOS OU PRERROGATIVAS INDIVIDUAIS OU ASSOCIADOS, AFIRMAM QUE MUITOS DE NÓS HOJE OUVIMOS APENAS "MENSAGENS DECORRENTES DE DISTÚRBIOS PSICOLÓGICOS". ELAS EXISTEM, SIM. MAS AS DEMAIS ACIMA MENCIONADAS, MAIS AINDA HOJE, DEVEM SER ESSENCIALMENTE ADMITIDAS, CONSIDERADAS, IDENTIFICADAS E RESPONDIDAS NA MEDIDA DE NOSSAS CAPACIDADES.

ISTO É APENAS UMA PEQUENA LEMBRANÇA A BOM RESPEITO DO QUE O DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO HOJE NOS PODE PROPORCIONAR. ALÉM DO QUE SE VÊ EM FILMES E LITERATURAS DE FICÇÃO.

PALAVRA DE QUEM ENTENDE!


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Teledopagem - Quando a Audiência é Prejudicada

Experimentamos no Brasil, em intensidade maior nos tempos mais recentes, uma exposição dos telespectadores brasileiros de programas de TV aberta, um mal desnecessário. Ao menos para a paz social, para a sociedade poder refletir serenamente sobre tudo o que lhe concerne a essencial trato.

Numa impressionante intensidade, mais evidente em novelas recentes que em outros programas, temos uma exposição de atitudes de infelizes consequências: personagens com reconhecidas retrospectivas ruins sendo conduzidas a atitudes obviamente contraditórias ao que o mais pálido bom senso na vida real seria impossível confirmar. Num processo em que a audiência brasileira vive conjunturalmente sem muitas opções socioeconômicas de distração ou entretenimento. Dado o contexto de qualidade institucional sociopolítico em que nos encontramos e ao seu estado de formação cultural, vinculado ao que privilegiadas lideranças de mídia nos expuseram ao longo de décadas.

Numa expectativa de evolução de dramas encenados cujos personagens na vida real jamais agiriam de forma tão contraditória ao que o bom senso sugere à vida real, o que temos é um absurdo desrespeito às faculdades mentais de uma população habituada "ao capítulo nosso de cada dia". Uma como que teledopagem, uma agressão a corações e mentes de quem de boa fé confiou em lideranças com histórica imagem de tradição em promover a educação através das artes cênicas televisionadas.

A coisa parece não ter parado por aí. Haja visto o que estamos presenciando em outras programações. O que não tem justificativa pedagógica sequer como provocação a atitudes dinamicamente mais salutares a uma população cuja maior esperança de prosperidade ainda é vinculada a emprego ou concurso público.

Décadas atrás, alguém anonimamente divulgou que uma determinado grupo de telecomunicação brasileiro teria conseguido capital para adquirir participação americana em sua estrutura, para então assumir nacionalizadamente o controle da iniciativa, por ter firmado um contrato secreto com o Governo brasileiro. Contrato em que uma das cláusulas obrigaria a este grupo jamais publicar críticas expressas ao Estado ou ao Governo brasileiro.

Em sendo verdade, o que parece crível, isto traria responsabilidade social ao referido grupo, implicando em exercício de função sociopedagógica educativa e jamais destrutiva. Solidária ao interesse nacional. Democraticamente isenta e com poder de contrapeso a desmandos do Poder Público.

Porém, quando temos uma atitude conjunturalmente danosa a que a população possa ater-se a aspectos político-institucionais essenciais a nossa qualidade de vida, o contra-peso deveria ser aplicado contra as partes danosas. A bem do privilégio recebido em presumidamente justificado contrato, acima mencionado. Por excelência. A bem de uma reputação conquistável a cada dia. A qual, se perdida, somente com muita sorte poderia ser recuperada.

À sociedade, a atenção interdepente, o crivo no livre arbítrio, a opção de uso do seu tempo. A propósito, em tempos eleitorais, também para dinamicamente assumir posição determinante do que ela quer da vida.

A paz.

domingo, 8 de agosto de 2010

Vota em quem, patrão? Vota em quem, patroa?

2010 - Mais Uma Odisséia Eleitoral Brasileira. Vai votar em quem, patrão? Vai votar em quem, patroa?

Bem, mais uma campanha política iniciada no Brasil. Políticos animados com sorrisos para todo lado, animados, banhados, engomados, lavados, perfumados! "Cheios de disposição para trabalhar"! Pelas diretas já, pelos direitos de voto, pela liberdade e pela normalidade democrática. Por recursos por escolas, estradas, hospitais, pontes, "segurança pública". Pelo Brasil! Pela felicidade nossa, de "brasileiros e brasileiras"! Pelo meio ambiente, já estava esquecendo! Pela liberdade! Contra a discriminação e a violência! Pela mulher, pelos excluídos sociais, pela integridade física (e psicológica!) de filhos dentro de lares com pais e mães, de pais sem mães, mães sem pais... Por pais não poderem dar palmadas em filhos - o que significaria também policiais não poderem usar o cassetete ou o choque elérico, ou ainda ao menos o gás lacrimogênio ou o de pimenta para conter excessos da ignorância ainda que a bem da segurança social...

Sim. Porque, se os pais sem poder par dar uma palmada ou duas, ou mesmo tomar uma providância mais enérgica se evidentemente necessária dentro de casa, policiais também não poderiam dar uma cassetada ou duas em meliantes criminosos... "Poderia causar traumas por abuso de poder publico"! O bom mesmo seria conversar, educadamente. "Com paciência, amigo..."

Bem, a partir do momento que os poderes públicos arrogam-se ao exercício legislativo de proibir que pais possam sequer dar palmadas em seus filhos, podemos estar num processo em que mais adiante vamos ter também que pedir autorização do Governo para namorar, casar, ficar ou "manter uniões estáveis"... Para tomar estas iniciativas, já que o Poder Legislativo se arroga ao exercício de tais regulações, com ou sem apoio ou iniciativa do Executivo, provavelmente terá em mente que poderá estar considerando também daqui a algum tempo estar querendo assumir o ônus da responsabilidade pela formação de todos os cidadãos brasileiros dispostos a ousar bancar uma ordem familiar.

Regular penalmente a sociedade por agressões à ordem econômica e social, moral e psicológica, pelo que parece, fica mais difícil. Como seria discutir com os cidadãos aspectos pelos mesmos apresentados concernentes à qualidade do exercício do poder estatal ou das relações econômicas e suas respectivas interfaces de responsabilidades.

Você não conhece alguém que já requereu atenção de mandatários eleitos sobre assuntos de ordem política e social de competência privada ou procedência pública e ficou a ver navios? "Claro que não," não é mesmo? Você já encaminhou assuntos deta natureza a mandatários político-administrativos ou político-partidários que não foram respondidos condizentemente? "Claro que não", não é mesmo? Afinal, você, sendo meu ou minha compatriota, deve ser um dos "brasileiros e brasileiras" "sem medo de ser feliz" e "com bastante amor para dar". Sem querer nem saber, sem estar "nem aí", sobre quem é quem no "Poder". E a quem certos políticos se referem de público quando expressam termos como "escroque", "grande homem", "mãos limpas" e outras diretas indiretas já, no exercício alegre da investidura pública. "Não é mesmo?"

Bem, eu , de minha parte, falando sério, não vou votar em quem eu sei que não respondeu satisfatoriamente a mim, a outro brasileiro e ou a outra brasileira. Sobre assuntos da maior importância, versando sobre direito econômico, internacional, institucional, político, privado, social e de qualquer outra natureza apresentado a atuais candidatos que nos deixaram a ver navios. Tanto mais se nestas omissões, algumas das quais classificáveis como crimes, os cidadãos que ficaram na dependência de correspondente interesse apresentaram referências de elevado valor institucional sobre as quais poderia discutir onde quer que pudesse ser interessante ou necessário.

Vote bem, vote sério.