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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Político-administrativamente Livre...!


Politically-administratively I am free and unhindered No secret strings ...!

Não há nada da minha vivência profissional ou social de Governo que eu não possa tratar com quem quer que eu queira. Livremente e sem quaisquer impedimentos de ordem institucional que pudessem requerer meu compulsório sigilo. Absolutamente nada. O único fator determinante de minha abordagem é o meu próprio caráter. Meu critério em relação a condições e potenciais interlocutores. E nada mais. Jamais fui subordinado a autoridades de Informação ou atividades que impõem segredo estratégico. Ou envolvido em compromissos que expressamente restringem servidores públicos ou interlocutores privados relacionados a sigilo compulsório perante terceiros. Esclarecer sobre isto é útil a todos os interessados nos meus potenciais profissionais e correlacionados! Eu poderia ter providenciado isto há muito tempo! Mas o bom senso pressupôs este discernimento por muitos. E fatores adversos concorreram a que somente hoje viesse a ter condições de publicar isto a bom termo!



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Se o Governo de Cuba não disponibilizar os R$10.000,00 de salário individual considerado diretamente aos médicos cubanos admitidos a trabalhar no Brasil, essenciais ao seu sustento essencial a contento, o Governo do nosso país vai ter que desembolsar outros R$10.000,00 para que eles possam se manter em condições de satisfação ponderada para com a realidade socioeconômica brasileira em que eles estarão inseridos... Bancando assim a ditadura comunista cubana, com ônus adicional ao nosso orçamento público... Um bom negócio para um Governo que tem o socialismo como base de sua plataforma eleitoral...

Nosso Governo admitir dispor de profissionais de medicina sujeitos a critérios estatais arbitrários, para utilizá-los em nosso sistema público de saúde, é realmente algo surpreendente... Um critério estranho para um Governo eleito diretamente pelo povo, dito democrático e interessado nos direitos individuais e na justiça social concernente. Que faz com que questionamentos possam se dar, sobre seu respeito ao ser humano, no caso a cada um dos médicos cubanos admitidos para seu programa emergencial brasileiro. Ao menos quando se analisa o assunto com parâmetros de sustentação do livre arbítrio individual da pessoa.

Caberia aqui também outra questão: teriam os milhares de médicos cubanos inscritos para participar deste processo feito suas inscrições de livre arbítrio? Ou seriam eles objeto de uma decisão arbitrária estatal cubana, em contrapartida ao apoio que vem sendo ostentado pelo Governo de nosso País?

Ademais, as condições sociológicas concernentes às relações familiais dos médicos cubanos em vista do programa são restritivas a suas participações acompanhados de seus familiais. O que reforça as projeções de que eles tenham sido compulsoriamente inscritos neste processo. Ignoradas pelo Governo do Brasil suas premissas essenciais de ordem familial, em que "o interesse público" sanitário brasileiro e econômico cubano teriam pelos mandatários dos dois países sido colocado como imperativo.

Se esta restrição teria respaldo nos riscos dos médicos cubanos acompanhados de seus familiais terem condições de imigração definitiva para o Brasil, à revelia do interesse arbitrário de Cuba, ou de conquistarem direitos de nacionalidade brasileira pela geração de prole nascida no Brasil, isto poderia ser objeto de cláusula específica contratual. Mas o Governo do Brasil admitir a contratação dos médicos de Cuba sem que eles possam, como os dos demais países participantes, vir acompanhados de seus respectivos familiais, soa um absurdo social contra a harmonia pessoal dos mesmos, profissionais e familiais. Uma agressão econômica em nome de premissas socialistas, contra o direito de convívio social de profissionais e familiais. "Em nome da amizade Brasil-Cuba", de forma ironicamente admissível. Ou simplesmente sob a égide de critérios socialistas adotados pelos dois Governos, em que a família, que é reconhecidamente "a célula-mater da sociedade", fique politicamente em segundo plano. Senão mesmo em integralmente irrelevante consideração. Quando o caso é de prover temporariamente "socorro profissional à população do Brasil"... Que se melhor administrado poderia sem dúvida não precisar de nada disso. 

domingo, 9 de dezembro de 2012

Sobre o Abuso Sexual e Consequências

Acabo de comentar postagem compartilhada no Facebook, relacionada ao título. Que fez aflorar reflexões que recentemente fiz sobre o tema. Que compartilho também aqui. O assunto é sério, e deve ser tratado com objetividade também pelas autoridades e entidades dedicadas ao mesmo. Sem o que, verdadeiros esquemas organizados prejudiciais também à democracia prosperam danosamente.

Abuso sexual, se é grave em toda idade, em havendo com crianças e adolescentes é especialmente prejudicial. Deve ser abordado com clareza, direto ao assunto, objetivamente. Muitas vítimas sofrem consequências morais duradouras também por problemas de conduta de pais e outros adultos que, conhecendo ou supondo o ocorrido, não o tratam assim. Alguns deles, por serem, também eles, traumatizados no assunto ou mentalmente poluídos. O que potencializa os riscos de "bulling".

Sobre este assunto, lembro aspectos históricos concernentes ao interesse de dominação econômica com base em destruição de valores morais da família. Do que temos registros famosos no Brasil e em outros países. O abuso sexual ou a ofensa a valores de ordem moral da família, associados a manobras sociais de "bulling", difamação ou marginalização, são fatores também de criminosa dominação socioeconômica. Com reflexos nos potenciais de participação na vida pública, político-institucional de modo geral, de sociedades vitimadas por isto. Aos ofensores favorecendo, aos ofendidos e inibidos pelas pressões sociais acima mencionadas prejudicando. E assim prejudicando também a qualidade de vida democrática por excelência.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

UMA DICA DEMOCRÁTICA A BEM DA SAÚDE ECONÔMICA, POLÍTICA E SOCIAL

SE VOCÊ OUVIR ALGUÉM AFIRMAR QUE TUDO O QUE NÓS CREMOS QUE OUVIMOS SEM CONDIÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO PRECISA DE AUTORIA OU ORIGEM É IMPRESSÃO PSICOLÓGICA, OU AO MENOS ALGUMAS MENSAGENS INSTIGANTES, COMO SUSSURROS DO DEMÔNIO OU A SEU GOSTO EXERCIDOS, SAIBA QUE TEMOS EXPERIENCIADO MENSAGENS EM FREQUÊNCIA NATURAL DE ESCUTA E TAMBÉM EM ALTA FREQUÊNCIA.

O OUVIDO HUMANO PERCEBE, NATURALMENTE, CONTEÚDOS EM ALTA FREQUÊNCIA, DISCERNINDO-OS PERFEITAMENTE. PASSÍVEIS DE SEREM POSTOS NO AMBIENTE SOCIAL ATRAVÉS DE TRATAMENTO DE SOM EMITIDO POR PROCESSAMENTO EM MODULADORES EM QUE MENSAGENS PODEM SER EMITIDAS EM TEMPO REAL, POR COMUNICADORES UTILIZANDO MICROFONES. E TAMBÉM PREVIAMENTE GRAVADAS. ATÉ MESMO DE FORMA PROGRAMADA PARA VEICULAÇÃO REPETITIVA EM HORÁRIOS DE INTERESSE DE QUEM DE CAPACIDADE E RESPONSABILIDADE PELA EMISSÃO. ISOLADA OU MIXADAMENTE JUNTO A TODA FORMA DE MENSAGEM ELETRONICAMENTE TRANSMITIDA E OUVIDA ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS TRADICIONAIS DE RÁDIO E TELEVISÃO. QUE SÃO APENAS ALGUNS MEIOS PORTANTO PASSÍVEIS DE UTILIZAÇÃO AO EXERCÍCIO DE INFLUÊNCIAS SOCIAIS OU MANOBRAS DE MASSA DE TODA ORDEM.

DESCONFIE DOS PROFISSIONAIS DE COMPORTAMENTO QUE, SEM MAIORES APROFUNDAMENTOS NA ANÁLISE DE CONTEXTOS OU MESMO COMPROMISSO ISENTO PARA COM A DEMOCRACIA, A VERDADE, OS DIREITOS OU PRERROGATIVAS INDIVIDUAIS OU ASSOCIADOS, AFIRMAM QUE MUITOS DE NÓS HOJE OUVIMOS APENAS "MENSAGENS DECORRENTES DE DISTÚRBIOS PSICOLÓGICOS". ELAS EXISTEM, SIM. MAS AS DEMAIS ACIMA MENCIONADAS, MAIS AINDA HOJE, DEVEM SER ESSENCIALMENTE ADMITIDAS, CONSIDERADAS, IDENTIFICADAS E RESPONDIDAS NA MEDIDA DE NOSSAS CAPACIDADES.

ISTO É APENAS UMA PEQUENA LEMBRANÇA A BOM RESPEITO DO QUE O DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO HOJE NOS PODE PROPORCIONAR. ALÉM DO QUE SE VÊ EM FILMES E LITERATURAS DE FICÇÃO.

PALAVRA DE QUEM ENTENDE!


domingo, 18 de outubro de 2009

De 1964 a 2009, Alguns Pontos de Vista

Recebi, ontem, uma apresentação "Power Point" versando sobre os feitos e progressos nacionais realizados durante o Regime de Exceção de 1964. Comparando-os com os dos "tempos pós-ditadura"...

Na referida apresentação, temos saudosos elogios a estabelecimentos institucionais e obras arquitetônicas diversas. Dentre o que, uma diversificada abordagem a instituições criadas sob o lastro financeiro de todas as organizações que assim apoiaram a estruturação de um novo desenho político-administrativo para o Brasil. Organizações estas que decerto seriam criadas por muitos Governos contemporâneos aos de 64. Porquanto naturalmente esperadas de acordo com o que estava em voga em termos de organização institucional pública mundo afora. Outras, atribuídas ao Regime de 1964, mas que entretanto haviam sido objeto de estudos preliminares e projetos iniciados anteriormente. Sem que isto signifique, de modo algum, desmérito de quem teve a privilegiada oportunidade de efetivá-las.

Na sequência, os quadros comentam alguns aspectos negativos da realidade brasileira pós-"ditadura". Referindo-se ao regime que de fato foi um regime ditatorial como um regime em que as liberdades individuais e o direito privado e público eram mais respeitados que atualmente. Um ledo engano. Inclusive porque, sabemos todos, alguns aspectos de direito inerentes a capacidade privada e competência estatal exercidas nos imperativos contextuais da "grande fazenda" brasileira, como alguns renomados colunistas gostam de definir, permanecem entre nós como se nada de diferente houvesse na retomada da democracia na "Terra Brasilis".

De fato, se tomarmos como base atitudes anárquicas, descasos, escândalos, fraudes e omissões verificados desde 1985 em meio a atividades governamentais pós-Diretas Já, temos como reconhecer que os atores de tais desgovernos efetivamente seriam lastro para atitudes radicalmente indignadas por parte de muitos que jamais tiveram lastro para fugir ao diálogo ordeiro. Mesmo enquanto gestores do Regime de 1964, patrocinado por Nações em que a livre iniciativa é sinônimo de respeitabilidade e qualidade básica de vida e respeito pela cidadania...

Entretanto, ainda que com certos defeitos, graves, o regime pós-64 tem, não sem a interação democrática e habilitada de vários de nossos concidadãos reconhecidamente atuantes "de cá e de lá", proporcionado algumas vantagens. Em especial no tangente a livre negociação. Com um realismo nada ficcionista e cada vez mais fortalecido. Num processo de evolução política e econômica alicerçado nos mais sérios valores de preservação da liberdade. A duras penas sustentado no contexto sociológico de "brasileiros e brasileiras" aos quais 1964 inspirou confiança nas instituições mais sérias de nosso País ("de todos", segundo o Governo atual).

Nos Governos pós-64, ao que se nos parece, não temos oficiais de inteligência arrogando-se a administrar vida alheia escancarando seus absurdos de "aproveitar você em contra-informação", sem que você tenha laços administrativos que qualifiquem o Estado a isto. Embora tenhamos algumas atuações infelizes e inexperientes inocentes úteis capazes de serem conduzidas a tentar inibir algumas de nossas mais importantes lideranças a fingir que realidade é ficção. E que, portanto, o bom senso popular, consensualmente dado pelo contexto imposto, considera ultrajante refutar. Uma tentativa de imposição de poderes de porões da ditadura. Em estado de direito jamais defendido a bom termo por quem de competência instituída. Uma questão de maturidade política, senão de desqualificação ou insegurança de gestores públicos, em meio a um eleitorado que reelege corruptos "porque protestar assim parece ser mais lucrativo que levar a sério o que não é brincadeira."

Liberdade é bom. Somente não gosta dela quem não tem base para um papo firme. E papo firme não necessita de porões, onde os roedores sempre tem mais vez para, nas caladas da noite, fazer soar seus ruídos de quem jamais aprendeu a obedecer e crê que sem isto poderia mandar e desmandar sem respeito a regras ou sem conhecimento de base. Especuladores entre omissos. Em que todos perdemos. Nacional e internacionalmente. Inclusive respeito.


domingo, 14 de setembro de 2008

BRASIL - SETEMBRO DA BÍBLIA E DA PÁTRIA

No Brasil, setembro é mês da Pátria. Para os católicos, senão ainda a maioria dos cristãos, também mês da Bíblia.

Ambas comemorações são dadas em virtude do que seus valores representam para a liberdade: independência política e libertação integral do ser humano ao que se lhe é aprisionador a sua felicidade integral.

A independência política respeitante às condições nacionais de determinar geopoliticamente o que a população brasileira a bom arbítrio pode escolher dentre as opções que tem para construir suas condições de vida e as prioridades socioeconômicas do nosso País. De nossa Nação, cujos valores de desenvolvimento e formação cultural são lastreados nas premissas da doutrina e da fé cristãs que prega o amor a Deus sobre todas as coisas e a fraternidade humana.

Para ambas condições, o exercício individual e social do que se nos é pertinente defender implica, para sua realização com qualidade e segurança institucional, em que seja feito com conhecimento de causa e condições. O que conduz, necessariamente, a que cada cidadão brasileiro, e cada cristão aqui em apreço, conheça seus deveres e direitos, suas capacidades e sua ordem institucionais. Tanto nacionais quanto religiosas.

Conhecer tais valores sugere conhecimento de nossa Constituição Federal, de cada Constituição Estadual respectivamente a nossas atividades concernente, das equivalentes Leis Orgânicas e dos Códigos de Conduta dos Municípios. E também das demais normas legais existentes. No campo religioso, dos valores representados pelos ensinamentos disponíveis na Bíblia e nos demais documentos doutrinários da Igreja. Pois, que a manifestação e a revelação divina não são limitadas no tempo e no espaço apenas pelo que temos registrado na Bíblia, o livro básico de todos os cristãos.

Conhecer as referências acima mencionadas a nós proporciona vivermos cônscios de todos os esforços feitos e organizados para com a nossa qualidade espiritual e socioeconômica de vida, e nossa respectiva autodeterminação. E nos assegura uma condição tal de discernimento, pela qual obtemos esclarecimentos e satisfação sobre nossa origem e evolução. Como brasileiros e como seres humanos feitos à imagem e semelhança de Deus.

Neste contexto, procurar dedicar atenção e tempo a isto é essencial a que possamos participar de forma integrada no processo de defesa e promoção dos nossos interesses e de nossa qualidade pátria e pessoal de vida. Não fazê-lo, entretanto, mantém-nos alienados a uma realidade social histórica e presente, da qual fazemos parte e na qual temos uma importância essencial, cada um de nós. Cada um de nós é importante a nós todos, sem exceção. E cada um de nós já fez ou poderá, a qualquer momento fazer, "a diferença". No que diz respeito ao que é importante fazer por si, pela Igreja e ou pela Nação em seu todo considerada. E assim também produzindo reflexos no Continente e no Mundo todo, de acordo com a dimensão representada pelos haveres em que estivemos, estamos ou estivermos inseridos.

Ultimamente, temos visto manifestações de vários expoentes culturais de nossa população, nas quais manifestam-se como que gritos de alerta e de chamamento de atenção à nossa realidade moral e cívica. Num crescendo evidente, demonstrando que nosso presente e nosso futuro não é e nem deve ser posto "no Governo" em si... Mas na ação efetiva e solidária de cada um de nós, brasileiros e brasileiras. Preponderantemente cristãos, mas conjunturalmente afetados por uma realidade que mostra-nos débeis como um todo em relação a isto tudo...

Isto inclui civis e militares, e eclesialmente leigos e religiosos consagrados. Somos todos interdependentes, numa sociedade multidisciplinar, e pluralista em consonância com a dinâmica realidade da humanidade e da vida universal. Que envolve a cada um de nós, por menos ou mais privilegiado que se estime seja, efetivamente ou não. Nos casos reconhecidamente mais favorecidos, maior responsabilidade moral e cívica ainda. Responsabilidade moral e cívica também segundo a realidade tratada pela Teologia, em meio leigo e em meio eclesial. O trato democrático do desenvolvimento humano se dá pelo vigor do diálogo equânime entre todas as partes de interesse. Sem sobrepujamento de condições, com a preservação das condições ideais ao livre arbítrio, à livre negociação...

Se enfrentamos uma crise institucional nunca vivenciada no Brasil antes, de fato reconhecida pelo desrespeito evidente da dignidade pública e privada, individual ou social, isto se dá pela falta de seriedade crescentemente experimentada por nós. Sofrida por cada um e por todos nós juntos, no descalabro da inconseqüência pessoal, dos abusos de poder econômico e político, e da irreverência doutrinária ao que temos como referências de ordem moral pública e religiosa.

Aberrações escandalosas de toda ordem, ativismo bairrista e ilusionista, falso protecionismo, indiferença e usurpação da qualidade essencial nas relações interpessoais. E um outro sem número de adjetivos que poderíamos mencionar, que mostram-nos que estamos ficando como que um pau oco, ou uma árvore com "casca grossa" e cerne cada vez mais fraco. Que tem feito de nós, brasileiros histórica e preponderantemente cristãos, gente de reputação fraca, cada vez mais nada ou pouco ilibada, fragilizados comercial e patrimonialmente, e inseguramente infelizes e preocupados conosco mesmos, e com adversários e ou com o inimigo maligno que a todos os seres humanos rodeia para desde já levar-nos a todos a uma vida de Inferno...

Brados retumbantes têm sido dados há anos, senão décadas. Mas pouco se tem visto de respostas fortes dos filhos, e portanto assim irmãos, também ditos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, desta mãe gentil, pátria amada Brasil...