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domingo, 26 de julho de 2015

Céu ou Inferno: Uma Incontestável Satisfação...

Segundo a verdade alicerçada na fé ao que temos como a nós revelado por Deus, após termos concluída nossa vida material na Terra, nos deparamos com a grande hora da verdade. A hora do "vamos ver como é que fica", a hora da justiça final individualmente aplicada.

A vida na Terra tem uma importância extraordinária para cada um de nós. Com ela podemos assegurar ou perder definitivamente todas as nossas chances de viver a grandiosidade da paz eterna em plenitude. A vida sem augruras, na glória de Deus aos Seus eleitos. Pelo que dizer que esta vida não vale nada é uma lamentável contradição. Todas as nossas ações e omissões aqui nos conduzirão ou ao Paraíso ou ao Inferno. Do que vivenciamos reflexos mesmo antes de nossas mortes: acidentes, curas, doenças, êxitos, fracassos, infelicidades, percalços, prosperidades, reconhecimentos, reprovações e tantos outros resultados.

Logo após a morte, temos uma abertura completa da nossa consciência diante de Deus. Do que estamos fadados à condenação ao Inferno ou à paz dos qualificados para o Paraíso. Segundo a fé cristã, em especial no reconhecido pela Igreja Católica Apostólica Romana, alguns com necessidade de purgação quanto a culpas mal resolvidas, mágoas, maturações, rancores, ressentimentos e outros problemas com os quais não podemos participar da vida no Paraíso. 

Sobre o Paraíso, importa reconhecer que, como o próprio nome o sugere além do revelado segundo os desígnios divinos, é uma condição de dimensão, lugar e população onde nenhum de seus habitantes consegue enxergar ou viver um só dano, um só problema por menor que possa ser considerado. É onde temos a felicidade em plenitude, perfeita e santa! Impossível sofrer qualquer coisa de ruim por lá. Impossível sentir qualquer sentimento que perturbe a felicidade ou a paz. Absolutamente assim. Um local onde Deus jamais lamenta a condição de sequer um só de seus habitantes. Paz absoluta, felicidade plena, inclusive para Deus.

Sobre o Inferno, a situação é o inverso. É uma condição de dimensão, lugar e população na qual todos os seus habitantes, em todo lugar e momento, enxergam "choro e ranger de dentes", desprezos e destratos, ignorância prostrada, lamentações as mais diversas, ocasionais perseguições malignas aos condenados e outros fatos naquela infelicidade perpétua possíveis. Lúcifer por lá não tem nenhum prazer pela companhia dos a seu poder sujeitos. Todos são almas desprezíveis que fizeram por onde estar lá. Almas que dificultaram e prejudicaram em muito as expectativas de salvação e a qualidade da vida humana na Terra. Além das legiões de anjos maus que junto com Satanás foram expulsos do Paraíso sob o comando do Arcanjo Rafael, o Príncipe da Milícia Celeste. Portanto, o Inferno é um local onde nem o seu maior mandante tem prazer sequer com um dos seus habitantes. Para onde quer que ele olhe, há sempre a alma de uma criatura humana que teve a capacidade de não considerar abençoadamente as inúmeras chances de reconciliação com o Senhor. Almas que não fizeram questão de qualquer esforço abençoado pela paz, pela qualidade de vida digna do ser humano. Vaidosas, não providenciaram o que lhes foi possível à salvação disto tudo. É um desprazer geral, do primeiro ao último. Sendo que o primeiro, quando lhe convém, agrava as condições dos a ele sujeitos ao seu livre gosto. Do que todo sofrimento resultante somente cessa de acordo com o que ali é relativamente possível. Ali, sim, temos a verdadeira "crise"...

Deus é bom, perfeito, santo. Infinitamente misericordioso. Mas é justo. Sua misericórdia se dá até o último suspiro dos mortais humanos. E Seu jugo é onisciente e onipotente. Seu Espírito Santo persegue até o maior dos pecadores, com gemidos inefáveis, para que ele expresse profundo arrependimento e desejo de reconciliação diante dos erros que cometeu, dos males que praticou. Com gemidos inefáveis porque os maiores pecadores têm uma condição tão rude que isto lhes limita a ser sensíveis a palavras... Mas não a gemidos como os gemidos de uma criança ou de uma criatura indefesa exposta ao sofrimento... Com os gemidos inefáveis, portanto, Deus tem o último recurso em comunicação audível com o que pode tentar despertar nos maiores pecadores o que neles há de potencial amor, humildade e vida a bem.

Bem, nisto tudo temos uma verdade "nua e crua". O fato de uma alma ter sido condenada ao Inferno ou ter sido aprovada para a felicidade do Paraíso é uma satisfação incontestável. Para Deus e para todos os Seus. Mesmo isto implicando em toda a desgraça acima mencionada para os condenados ao Inferno. Porque isto é justo. Porque Deus idealizou para os Seus eleitos a vida da paz em plenitude somente para aqueles que não justificaram o inverso do Inferno. Do contrário não seria condigna a condição dos eleitos. Deus não Se compraz por uma só alma perdida para o Inferno. Mas tampouco por uma só dentre as indignas presente no Seu Paraíso Celeste... 

Portanto, sejamos nós ou tenham sido alguns ou vários dos nossos amigos, familiais ou próximos conhecidos, condenados ao Inferno ou premiados ao Reino dos Céus, isto é uma incontestável satisfação. Porque é harmonia para com a justiça divina... Não há uma só alma no Paraíso chorosa por causa da condenação ao Inferno de uma ou duas ou três ou mil dentre tantas que conheceu. No Paraíso, não há espaço sequer para se lamentar por elas.

Graça, bem, sabedoria, paz e vida em plenitude. Porque isto leva ao Paraíso. Mesmo que você acredite estar entre os maiores pecadores...

"Convertei-vos e crede no Evangelho." (Jesus de Nazaré, Jesus de Deus)

domingo, 28 de abril de 2013

Porque o Inferno Estaria no Sol

Fonte: NASA / GODDARD SPACE FLIGHT CENTER


Há tempos venho refletindo sobre nossa realidade visível, considerando a possibilidade de sérias referências que temos a respeito das dimensões do Inferno serem efetivas, e não somente proveitosas para considerações modulares.

Hoje, assistindo um documentário sobre diversas abordagens relacionadas, acabei dispondo-me a registrar minha tese a respeito. Que acabo de publicar no meu blog dedicado a espiritualidade. Que ora é objeto de projeto bibliográfico tradicional e até dezembro era publicamente acessível no sistema Canção Nova, através do serviço Gente de Fé. Que está suspenso desde então.

Como gostei muito do resultado hoje realizado, e reconhecendo a sua importância para o discernimento e a sensibilidade humana com respeito a Deus e à vida, mesmo tendo o acesso ao conteúdo do meu blog sobre espiritualidade atualmente restringido devido ao projeto bibliográfico e outras considerações de valor contextual, resolvi partilhar minha abordagem de hoje também aqui no Blogger. O que espero possa ser proveitoso a todos os interessados no assunto. Conforme a seguir transcrito.


A humanidade, ao longo do tempo em que o conhecimento da revelação divina lhe proporcionou discernimento acerca da existência do Reino dos Céus e do Inferno, vem experienciando diversos conceitos sobre onde é a morada do diabo. A morada do anjo rebelde, Lúcifer, também chamado Príncipe do Mundo, o mais poderoso no império do mal.

Temos, nas mais atentas análises, consideráveis estimativas sobre como é, seria ou onde ficaria o Inferno. Sérias, prudentes, feitas por cada um de nós, de acordo com a inspiração de recebemos e o conhecimento de que dispomos. Cada uma delas com um valor especial para nossa conduta e a definição, para as pessoas com fé, de estilos de vida que conduzem ao Paraíso Eterno de Deus. Onde temos a vida em plenitude e sem a influência do anjo condenado.

Temos inúmeros relatos de visões do Inferno e do que sofrem aqueles que lá têm seu destino de pecadores contra a vida. Dos pecadores derrotados no bom combate, seduzidos pelo demônio com as ilusões dos poderes e prazeres temporários da vida no Universo visível em que temos permanentes riscos de acidentes. E que está em constante processo de equilíbrio, onde tudo se transforma. No Paraíso de Deus, onde os humanos somente têm acesso em estado de perfeita santidade, sem uma condição de pecadores com consciências que denunciam vidas fatalmente destrutivas contra o bem, os sem o respeito essencial pelo que é santo e saudável não podem viver. Uma vez chegada a hora da passagem de cada um de nós, a hora da morte para esta vida natural em que surgimos, o destino definitivo dos que creem em Deus e sua revelação apresenta-se somente com duas opções: a felicidade da vida em plenitude e a infelicidade dos condenados ao inferno. Que nesta vida transformaram as vidas de muitos em um verdadeiro inferno sociológico terrestre. Onde “haverá choro e ranger de dentes”. E de onde temos relatos de graves condições em que se encontram alguns dos nossos que para lá foram condenados. Parte deles a nós mencionados em rituais de exorcismo católico, parte apresentados em episódios místicos vivenciados por privilegiadas pessoas que a Igreja tem como Santos e Santas de Deus. Que participam dignamente das conhecidas honras dos Altares, merecedores de nossa mais grata veneração.

As primeiras instâncias em que nos encontramos refletindo sobre onde seria o Inferno levam-nos a imaginar que o Inferno poderia ser um local materializado no centro da Terra. Onde temos vulcões e conhecimento científico a respeito de uma imensa massa incandescente no núcleo do planeta.

Entretanto, temos nos relatos cristãos um episódio com referências dimensionais que podem fazer com que pensemos também no Inferno localizado fora da Terra. No Sol...

São João Bosco, o santo de Turim que já teve multiplicadas castanhas de que dispunha em um chapéu, como único alimento numa certa noite disponível a ele e a todos os jovens que por ele assistidos encontravam-se reunidos num galpão, até que todos ficassem saciados, viveu uma experiência que desperta muita atenção. Uma viagem virtual ao Céu, ao Inferno e ao Purgatório. Isto é relatado no livreto “Sonhos de São João Bosco – Céu Inferno e Purgatório”.

Neste livro, de preço acessível e que você pode adquirir através dos links disponibilizados neste artigo, Dom Bosco nos relata ter sido por um Anjo conduzido ao Inferno, onde entrou, teve visões de pessoas que com ele conviviam e de onde saiu, acordando com uma evidência de sua experiência objeto das mais respeitosas considerações inclusive científicas. Em que nos relata que o Inferno tem várias divisões, expressamente doze, como cômodos distintos cujo relato nos leva a crer que os condenados são destinados a sofrimentos distintos respectivamente correspondentes à gravidade de suas vidas. Separados entre si por paredes de uma largura extraordinariamente grande, superior à distância que há, por exemplo, entre capitais de diversos estados brasileiros. Ou entre capitais de diversos países que conhecemos.

Cientificamente, não podemos deixar de considerar que tais medidas poderiam ter um sentido modular. Em que a Deus tudo é possível dimensionar em modelos proporcionais. Mas também devemos considerar que, na dimensão do Universo em que nos encontramos, a honra e a sabedoria divinas poderiam já hoje estar produzindo efeitos práticos de sofrimento para com o demônio, de forma maior e mais eficaz que muitos de nós poderiam imaginar.

Pela narrativa de Dom Bosco, a extensão projetada em linha reta para as divisões mencionadas do Inferno somente caberia hoje em um local de dimensões superiores às da Terra. No Sol, por exemplo, onde há fogo e enxofre intensos. E que as projeções científicas definem somente será extinto após alguns bilhões de anos à frente do Terceiro Milênio. No Sol, de onde provém a energia que provoca a vida sistêmica da natureza na Terra, e onde justamente Deus poderia ter definido o local para o Inferno... De forma tal que com isto, também com isto, imporia especialmente ao demônio, mas também a todos os condenados ao inferno, uma humilhação pela qual todos eles tomariam consciência de que o astro-rei seria o local onde, mesmo antes do Último Dia, do Juízo Final, eles estariam fadados a estar. No Sol, de onde provém toda a energia que sustenta a vida natural no planeta dos homens onde o demônio causa tantos desvios e tantas infelicidades que levam à condenação plena. De forma que o sofrimento de todos os condenados estaria agravado também pela consciência de que o local para onde foram condenados estar definitivamente seria o mesmo de onde provém a energia que sustenta a vida a todos os que têm chance de se reconciliar ao Paraíso... Uma extraordinária justiça divina perante todos os que não amaram viver e fazer viver. Para todos os que não amaram a liberdade dos próximos como as de si mesmos...

Dentre todos os locais do Universo que bem definidamente a humanidade conhece, o Sol é o que, em números absolutos, o único em que podemos afirmar poderia estar o Inferno nas dimensões absolutas reveladas pelo Anjo que conduziu Dom Bosco em sua viagem virtual da qual ele retornou tendo uma lembrança material visível por todos, que durou vários dias. Sem que houvesse causa cientificamente explicável para a origem da mesma, que não fosse uma evidência imposta por Deus aos homens, de que o que Dom Bosco vivenciou virtualmente foi real...

Deus é bom, perfeito, santo. Deus é Amor. Todo amor verdadeiro é Deus entre nós. Mas Ele não é bobo, tampouco o que muitos chamariam “bonzinho”. Ele é justo. E severo para os malvados. De forma tal que os sem dignidade para participar das ceias em Sua Mesa, insensatos egoístas sem amor seduzidos pelo demônio, são fadados ao fogo da infelicidade eterna. Temido pelo demônio, que jamais O ignora, facilmente tem sido desprezado por muitos dos mortais viventes dentre nós. Numa estupidez decorrentes da falta de amor e respeito pela vida...

Portanto, Deus em Sua Infinita Misericórdia para com os a Ele amorosos e reconciliados, também é, em Sua Infinita Justiça, capaz, reconhecidamente, de impor ao demônio e seus estúpidos seguidores ter o Sol, de onde vem a energia que dá vida material ao sistema da natureza terrestre e de onde temos toda a luz que ilumina a Lua, as Estrelas e os demais planetas que vemos à noite, a infelicidade de no mesmo Sol terem o local onde estariam isolados e sofrendo a condição de todo condenado à Pena Máxima do Reino dos Céus... Mais uma demonstração do amor e respeito de Deus pela mais primorosa das Suas Criaturas: a humanidade, feita para Seus planos de Paraíso Universal, à Sua Santa imagem e semelhança... "Ai de quem desviar um destes pequeninos."

1. Jesus disse também a seus discípulos: É impossível que não haja escândalos, mas ai daquele por quem eles vêm! 2. Melhor lhe seria que se lhe atasse em volta do pescoço uma pedra de moinho e que fosse lançado ao mar, do que levar para o mal a um só destes pequeninos. Tomai cuidado de vós mesmos. 3. Se teu irmão pecar, repreende-o; se se arrepender, perdoa-lhe. 4. Se pecar sete vezes no dia contra ti e sete vezes no dia vier procurar-te, dizendo: Estou arrependido, perdoar-lhe-ás. 5. Os apóstolos disseram ao Senhor: Aumenta-nos a fé!” (Lc 17, 1-5)

Graça, paz e bem.