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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Político-administrativamente Livre...!


Politically-administratively I am free and unhindered No secret strings ...!

Não há nada da minha vivência profissional ou social de Governo que eu não possa tratar com quem quer que eu queira. Livremente e sem quaisquer impedimentos de ordem institucional que pudessem requerer meu compulsório sigilo. Absolutamente nada. O único fator determinante de minha abordagem é o meu próprio caráter. Meu critério em relação a condições e potenciais interlocutores. E nada mais. Jamais fui subordinado a autoridades de Informação ou atividades que impõem segredo estratégico. Ou envolvido em compromissos que expressamente restringem servidores públicos ou interlocutores privados relacionados a sigilo compulsório perante terceiros. Esclarecer sobre isto é útil a todos os interessados nos meus potenciais profissionais e correlacionados! Eu poderia ter providenciado isto há muito tempo! Mas o bom senso pressupôs este discernimento por muitos. E fatores adversos concorreram a que somente hoje viesse a ter condições de publicar isto a bom termo!



sábado, 31 de março de 2018

31 de Março de 2018

Hoje, se ainda estivesse em vigor, os brasileiros estariam vivenciando 54 anos do Golpe de Estado de 1964. E suas oficiais condições governamentais. Que, segundo o divulgado durante o referido regime de exceção, tinha como objetivo estratégico promover a gradativa democratização política e administrativa do Brasil.

Em 2018 contamos também 33 anos de retomada do Poder Executivo pela sociedade civil, através das eleições que culminaram na posse de José Sarney em substituição a Tancredo Neves. Lamentavelmente falecido às vésperas de assumir a Presidência da República.

Durante o regime de exceção, o Brasil viveu uma condição de orçamento público subsidiado por financiamentos internacionais ao desenvolvimento, um período do chamado "milagre econômico", e notórios progressos em diversas áreas de infraestrutura socioeconômica. Dentre elas: Agropecuária, Educação, Indústria, Saúde e Transportes. E também problemas relacionados à gestão e vivência da ordem política e social ao exercício democrático do estado de direito por excelência. Alguns dos quais gravemente danosos à cidadania e à integridade da família. Pesarosas perdas, algumas das quais irreparáveis, independentes de quaisquer explicações que se possam tentar dar para os fatos de gestão pública ou de interesse público exercidos por atores privados que as geraram. É essencial que se reconheça muito bem isto.

Se "à noite, todos os gatos são pardos", todas e quaisquer ações assemelhadas ao que se faz nos chamados subterrâneos do Poder se confundem com o Governo oficialmente mantido. Não foram somente lideranças do regime as que causaram danos. Entretanto, certo é que muitas das que se conhece, em alguns casos, pareciam lideranças populares sem vínculos com estratégias de Governo. Mas surpreendentemente tiveram expressiva atuação ou como subrrepticiamente ligadas ao mesmo, ou como ambíguas ou dementes expressões de mal definidos marginais. Amorais, inconsequentes e oportunistas. Verdadeiras demências em cínico nome dos direitos humanos, com péssimos exemplos de desempenho moral e cívico. À margem de Partidos Políticos e sem firmes posições quanto ao seu caráter de gestão de ideologias e responsabilidades pessoais. No que tange aos direitos privados e também ao público.

Isto foi um prato cheio para que alguns dos gestores do regime pudessem, aproveitando as confusões causadas pelos incautos, pudessem manobrar a sociedade em entendimentos que objetivamente poderiam ter gerado bons frutos e impedido ruins. Estúpidos e jocosos. Uma realidade, a bem saber, de um país "em desenvolvimento", com precariedades de educação social e formação profissional ponderada. Que, quando não casualmente refletindo fragilidades e má fé, explica imperícias e inconsistências que feriram a família e a sociedade brasileiras em seu cerne de valores culturais e ordem econômica e social. A corrupção, o desmando, o furto, o roubo e a sabotagem de modo geral não foram causados somente pela ação expressa do Estado. E do Estado quando este tendo à frente agentes, quando não limitados somente em caráter, formação e sensibilidades individuais e sociopolíticas, também sujeitos a pressões contextuais. O que tornou mais importante ainda a responsabilidade dos gestores públicos efetivamente da elite ideológica do regime. No que tange ao que foram responsáveis por desvios, improbidades e ineficácias administrativas...

Com a recuperação do Governo pela sociedade civil, antes aos brados por eleições diretas, acusações de obediência ao Banco Mundial ou ao FMI, gestão não democrática ou ruim, entre outras expressões de reinvidicação do estado democrático de direito, tivemos períodos alternados de qualidade de Governo e Estado. Em seus primeiros idos iniciados com posturas que a muitos de nós, "brasileiros e brasileiras", soaram frágeis e ignóbeis para com o que efetivamente vivíamos. Do que foi mantido progressivamente um ambiente de insegurança política expressivo quanto à eficácia e importância institucional do Estado e do direito público.

Discursos eloquentes, projetos mal feitos, promessas não cumpridas, qualidade questionável, resultados ridículos... Entre o que, além de fugas do trato da coisa política e social, por parte de gestores e mandatários das diversas instâncias dos Três Poderes, temos menções a projetos de ferrovias com bitolas obsoletas para os tempos contemporâneos, e projetos megalomaníacos envolvendo bilhões orçamentários que até hoje não alcançaram objetivos apregoados populistamente. E uma estrutura de serviços públicos deficiente, ineficaz e inspiradora de profundas preocupações a todos os que dependem deles. Ou que podem precisar deles a qualquer momento. Tudo divulgado pelos meios noticiosos. Em que hoje temos também as redes sociais, importantes recursos de comunicação democrática diante de deficiências ou tendenciosismos por parte da Imprensa. Em alguns casos específicos e gritantes em que sua participação foi adequada, democrática e habilmente solicitada... Outro prato cheio para gestores públicos duvidosos ou questionáveis a bem...

Estamos hoje como estamos, na iminência de um novo processo eleitoral. Com limitações de caráter político e social. E com um prestígio internacional bem aquém do que inspirou créditos ao desenvolvimento durante o regime de exceção. Subsidiado por grandes economicas mundiais, que hoje não têm tanto conforto como antes para confiar a nós o seu suporte de financiamento ao desenvolvimento.

É questão de bom senso à boa ordem das coisas nos conduzirmos respeitavelmente para não sofrermos o horror ou o terror que prevalecem sobre os covardes, os desleixados, os displicentes, enfim, os que brincam com a vida... Sim, a bem lembrar, há muito não temos a disciplina de Ordem Social e Política do Brasil integrando nossas grades curriculares como antes salutarmente o tínhamos... Como que somente importa a Governo construir estradas, pontes e redes de eletricidade e telecomunicação...


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Povo Medíocre, Governo Medíocre

Leia aqui o que acabei de partilhar no Facebook, como uma lembrança do que postei nesta data em 2014:

Esta lembrança tem tudo a ver com o que pensei hoje no início da manhã: se nosso Governo é medíocre e é composto por nossos representantes, nele somos representados! E assim se quem nos representa é medíocre, nós, enquanto povo que se faz representar por medíocres, nada mais somos que medíocres...! Verdadeiros imbecis fazendo-se representar por medíocres...! Uma valiosa realidade a que não pisemos na bola também em termos de Governo! Não nos conformemos com abordagens cínicas, discursos idiotas, referências contraditórias e ridículas substituindo moral, civismo e ordem política e social por economia, e outras expressões frequentemente proferidas por gestores governamentais que devem nos representar! Tampouco menções misturando referências positivas da economia realizada por empreendedores com desempenho governamental não justificado. A não ser que nos contentemos em sermos verdadeiramente medíocres...

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Sobre Preferências Civis Por Governos Militares


Imagem: http://www.cidadaopg.sp.gov.br/imprensa/fotos/?p=273955

Quando civis admitem que militares inspiram mais seriedade que civis, admitem a própria acomodação ou limitação concernente a toda responsabilidade que isto envolve. Inclusive quanto a disposição para exercício responsável de atividades de moral e civismo. Admitem que entre determinada população em que eles se encontram, militares teriam mais moral e respeitabilidade que civis, inclusive dos que isto admitem, para tratar de assuntos de interesse de todos, civis e militares.

O que os militares poderiam pensar dos civis que acomodadamente não se envolvem como o poderiam, como que transferindo a militares a responsabilidade moral e cívica que é também de civis...? Civis sérios, politicamente respeitáveis? Decerto, nem tanto quanto militares... 

 
Imagem: http://www.imagens.usp.br/wp-content/uploads/1512201495anosfmvzfotomarcossantos017-240x135.jpg

Isto serve para cada civil que num estado democrático de direito prefere pensar em opções militares para gestão da política. Embora todos nós, ao menos por ocasião da apresentação e despedida ao serviço militar obrigatório, tenhamos jurado à bandeira nacional... Embora todos nós, em solenidades cívicas que o tenham justificado, tenhamos nos perfilado cantando ou honrando o hino nacional brasileiro... Ao lado de militares... Bonito, não é...? Sem nenhum desprezo pela qualidade militar por excelência, em quem temos bons exemplos, comodismo civil nisto também não seria uma vergonha...?

sexta-feira, 3 de março de 2017

1964 e Um Brasileiro Único!

Acabei de publicar nas principais redes sociais em que tenho participação. E não poderia deixar de partilhar também aqui! É história administrativa e política do Brasil...!

Você sabia que provavelmente sou o único brasileiro designado para exercer uma função de confiança durante o Regime de Exceção de 1964 que não teve a Portaria de sua designação publicada no Diário Oficial da União?!

Recebi as gratificações por exercício de atividade, mas nunca encontrei a Portaria publicada como o deveria ter sido. Por conta disto, o Presidente Ernesto Geisel teria indicado o então Chefe do Serviço Nacional de Informações como seu sucessor na Presidência da República! "Fez besteira, segura a bomba, colega...! Tem que ser você!" Leia mais sobre o assunto em Da Abertura Democrática e Da Isenção Administrativa.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Uma Verdade Contemporânea Sobre Nossa Privacidade

Se você acredita que nossas privacidades são de alguma forma tecnologicamente exploradas, em quem você já pensou que poderia fazer isto? Brasileiros somente? Estrangeiros? Católicos? De outras religiões? Ou ateus?

Você sabe que tem muita exploração invasiva não expressamente manifestada? Pois é...! Tem, sim... Em 1975 ou 1976, após ter concluído um curso sobre Investigação Científica e Criminal, comprei um livro de uma renomada agência de investigadores. Neste livro há uma fotografia de um dente molar com um transceptor instalado dentro do bloco. Ajustado para ficar instalado dentro da prótese. E de lá pra cá o que temos em nanotecnologia, nem se fala...!

Evite portanto tudo o que pode expor você a uma necessidade de reparos dentários com o uso de próteses. Atenção: isto não é para gerar uma paranóia em ninguém... É apenas uma referência "a bem da verdade"... Em que pese o que nos expõe em nossos potenciais e vulnerabilidades relativas. Afetando, por exemplo, nossas condições relacionadas a estratégias e segredos comerciais e industriais. E também institucionais e políticos de toda ordem...

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A Regra do Jogo e a Mídia

Não somente os Poderes Públicos, governamentais e políticos, mas também a mídia, com toda a sua capacidade de comunicação e presença na sociedade, tem vínculo para com a regra "do jogo". No tangente aos preceitos de democracia, ética e demais valores de ordem cultural, econômica, política e social. Devendo portanto também ela reverenciar "quem sai da frente"...

Quando as lideranças midiáticas se contrapõem ao respeito ético a estas regras, coíbem toda condição de estado de direito democrático e destroem o sumo da democracia, da livre iniciativa e da livre negociação. Sufocam o discernimento atuante e a confiança numa sociedade equânime. Sustentam o abismo sociológico senão mesmo o põem em agressiva e danosa evidência. Desrespeitosamente maculando a vida, a natureza humana do bem viver...

Quando a mídia desrespeita a cidadania ao requerido exercício da promoção da ordem ou da defesa do direito, quebra a regra das relações sociais que inspiram a equidade de direitos e responsabilidades. Coletivas e individuais. Suscita insegurança institucional, cambalachos e maracutaias políticas ou sociológicas. Faz falta que justifica cartão amarelo ou vermelho, senão penalidade máxima. Em alguns casos, causando até mesmo contingenciais necessidades de cuidados por danos econômicos, morais e sociais.

Mídia, também conhecida nas sociedades livres como "O Quarto Poder", deve ser primorosa no exercício de suas faculdades. Prestigiando quem sai na frente com a condução da bola ou o domínio das jogadas associadas ao brilho que é um jogo bem jogado. À habilidade, à perspicácia, o respeito à regra. Do jogo...

A mídia deve ser fator de referência moderadora ou regulatória da gestão e qualidade institucional nos três outros poderes a sua mencionada qualificação associados: Executivo, Judiciário e Legislativo. Sob pena de, irreverente, conduzir a sociedade em que ela exerce relativa âncora de equilíbrio, uma irreverência só...

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Consultor Respeitado Tem Poder

Sofrível condição têm gestores públicos que não consideram a opinião ou o conceito que internacional e nacionalmente respeitados Consultores Organizacionais  em Administração e Negócios, e ainda em Política e Segurança Institucional, têm sobre o seu desempenho.

Sejam de ordem política e social, sejam arrogados ao exercício velado ou não de poder de polícia nas estruturas associadas ou projetadas a Governos em que estão inseridos e respectivos suportes que utilizam para suas atividades, não têm o menor senso de valor quando agem de modo desgastante à sua reputação. E assim dos seus Governos.

Cometendo desmandos atentatórios contra a democracia, a lisura na gestão das coisas públicas e o direito econômico e privado de modo geral, incorrem em grave condição de serem essencialmente determinantes como danosos fatores de classificação de suas nações. Ou de seus Governos. Nacional e internacionalmente.

Nisto temos, por exemplo, o valor do parecer profissional, apenas tecnicamente considerável ainda que isto envolva critérios de avaliação de desempenho político-administrativo e associado, que Consultores como eu podem significar. Tanto para classificação do Brasil quanto para a de qualquer outro país que lhes seja concernente fazê-lo.

Nisto temos que atividades relacionadas a direito econômico e social, desempenho governamental, integridade e relações institucionais, qualidade democrática e de gestão pública, em todos os aspectos relevantes consideráveis, são componentes básicos de uma planilha de fatores.

Assim, quando precisamos contar com pareceres valiosos, o valor do respeito que o Governo e lideranças de governança de uma nação têm no conceito de pessoas qualificadas para classificá-las é fundamental. Do que profissionais com compatíveis condições decerto deveriam, ao menos eles, serem considerados com pelo menos a prudência requerida a quem a qualquer momento poderia precisar do valor de sua isenta opinião.

Classificações como as de responsabilidade das agências de avaliação econômica em que graus de especulação ou investimento, dentre outros na gama de fatores a isto compulsoriamente relacionados, são tão determinantes quanto, em alguns casos, a opinião de chefes de Estado no âmbito de suas competências constitucionais e técnicas.

Gestores públicos, seja no campo econômico seja no de outra competência administrativa, deveriam jamais ser alienados com relação a isto. Mais ainda quando cônscios ou dispondo de referências a que estariam sujeitos ao crivo de lideranças econômicas e políticas internas e internacionais, privadas e públicas. Pelo que desprezar esta condição ignorando as condições de todos num contexto compartilhado é, no mínimo, uma imprudente aberração. Que reforça classificações restritivas ao que representam em Governos e nações nos quais exercem influência e poder...

Não há gestor nenhum fora desta realidade. Aqueles que a ignorarem, e os que os sustentarem em afrontas e erros, demonstrariam que não entendem nada de ordem institucional e de respeitabilidade associada. O que serve também para gestores de toda atividade concernente a relações internacionais. Bilaterais ou multilaterais... 

Quem acha que pode tirar proveito de consciências pessoais de cidadania e responsabilidade moral e cívica, para fazer e desfazer sem respeito ao direito e à normalidade essencial da ordem econômica, política e social, demonstra assim ignorar o que é essencial para governança. Pública ou mesmo privada... Tem inconsequência absoluta sobre os seus atos, e não serve ao interesse público. É prejudicial ao mesmo...

Se eu tiver que apresentar um parecer hoje classificando o Brasil, qual classificação você acha que eu responsavelmente poderei considerar?

Palavra de Consultor...

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

De Regimes Totalitários

Regimes totalitários nunca foram e nunca serão solução confiável para democracia por excelência. De Direita ou de Esquerda. Podem até ser explicados em caráter de exceção. Sim... Mas não são confiáveis. E liberdade, livre arbítrio, livre negociação, são essencialmente indispensáveis.

Em regimes totalitários, o espaço para "lobby" de influência é absurdamente grande e as pessoas de bem têm mais chance de serem expostas a ele. Covardes e acovardados são assim portanto mais sustentados em suas fragilidades. E a população, a sociedade de modo geral, exposta à corrupção, especulação e insegurança socioambientais. Neles células sociais danosas com imagem associada a suas lideranças expressas podem ser organizadas e ter mais espaço para articulações contraproducentes ao desenvolvimento salutar e à verdade dos valores. Especialmente junto a economicamente precários, ignorantes, inexperientes e politicamente acomodados.

Nunca abonei, conheci, estranhei, jamais me entreguei, tampouco integrei além de minhas atribuições funcionais publicamente instituídas. Tenho queixas e sempre tive reservas. Do que conheço, há muito do que não gosto. Seus críticos em Governo deveriam ser exemplares. Muitos não o foram, outros tantos não o são.

Sobre confiabilidade em regimes de Governo, se os totalitários não são e têm condições como as acima mencionadas, outros também não o são! Mas ao menos neles a liberdade para articulação e mobilização de interesse é recurso disponível a melhor termo.
 
Sou de Direita e permanecerei sendo! Uma questão de bom senso! Uma questão de liberdade e responsabilidade individual! De Direita, assim capitalista considerando o ser humano determinante e inestimável bem, sou social! O que muitos poderiam dizer, quem sabe, que sou o mais socialista dentre todos os capitalistas! Mas sempre capitalista! Sem jamais renegar o social!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Uma Reflexão Sociopolítica Bem Útil

Uma demandada participação, uma reflexão sociopolítica bem útil:

Se você não é equiparado ou equiparada a General, se você não tem uma conduta santa, se você não tem reconhecimento como pessoa valiosa em consciência moral institucional e ou peso político que o valha, se você mandar quem não tem se danar, se você mandar alguém para o inferno, ou ainda se condenar a atitude de quem não tem isto, quem tem mais chances de se danar mesmo, ir para o inferno ou sofrer as consequências da contestação? Você ou quem não tem?

Pior que isto é ter que admitir que você cometeu gafes em relação a alguém, desgastando sua imagem ou prejudicando particular ou publicamente, e somente depois de ter feito esta besteira veio a reconhecer tais condições.

Oremos e trabalhemos por nós e pelo mundo inteiro!

sábado, 8 de novembro de 2014

Uma verdade da Revolução de 1964

POSTAGEM REEDITADA EM 13/11/2014, A BEM DA PLENA COMPREENSÃO DO QUE DE INTERESSE
Uma verdade da Revolução de 1964: os que fizeram lobby para se manterem importantes e sustentar bandalheira à sombra ou na investidura das fardas das Forças Armadas e do regime não fazem mais senão escondidos. Mas estão todos, sem exceção sequer de regime, acompanhados, muito bem acompanhados, documentados e sob controle...! Isto se aplica também a integrantes da cúpula do Regime evidenciáveis ou indiciáveis no que cabível. O que é aqui expresso de público em especial para bom proveito ao que de interesse no âmbito das Forças Armadas. Os que não fizeram senão primar pelo melhor possível na ética e na ordem contextual, segundo as melhores tradições culturais e morais e cívicas brasileiras, permanecem cada vez mais altivos, atentos e fortes...

sábado, 24 de maio de 2014

Tua família pode me ver de cueca?!

Tua avó, tua filha, tua irmã, tua mãe, tua mulher, tua tia ou quem mais você considerar acessível pode me ver somente de cueca?!

Se a resposta for: não, por que é que podem ver o Neymar ou qualquer outro modelo contratado somente de cuecas expostos em fotos amplas em logradouros públicos?

Há dias venho notando a exposição de dois cartazes com propagandas de cuecas em frente a uma firma comercial na cidade onde moro. Dispostos na calçada, local privativo para a circulação de pedestres, e para mais nada, de forma que crianças, jovens e adultos que por ali circulam têm acesso livre e integral ao conteúdo mencionado... Algo de extremo mau gosto, ou de desesperado apelo comercial ou estúpida inconsequência social. "Somente porque o produtor encaminhou", "material de mídia"...

Ora, senhores produtores, ponham suas mulheres e suas filhas de calcinha ali também... Pelo menos, estima-se que isto seria bem mais bonito que homens grosseiramente semi-nús expostos a olhares de crianças, jovens e senhoras cotidianamente circulando naquele local. Coincidência ou não, em frente à Secretaria Paroquial da Igreja Matriz...!

Registrei as fotos para uma possível publicação. Mas acho tão feio e grosseiro que decidi não publicar.

E os Poderes Públicos? E a Promotoria Pública? O que dizem destes fatos? Tudo normal?

sábado, 19 de outubro de 2013

Sobre Protestos com Quebra-Quebra...!

Hoje postei nos meus perfis sociais de redes sociais virtuais mais conhecidas uma reflexão intitulada SOBRE POLÍTICA, GOVERNO BOM OU RUIM, E O RESPECTIVO POVO... Na qual eu partilhei o seguinte: "Se o Governo é democraticamente eleito e é ruim, o povo que o elege é tão ruim quanto ele... Especialmente para definir quem assume o governo do que é público..." E a compartilhei em grupos relacionados ao Brasil, à cidade em que resido e outros de partilha de assuntos de interesse e opiniões conjunturais.

Num destes grupos, recebi um retorno cuja evolução transcrevo abaixo, preservando a identidade da pessoa que fez os comentários, para manter a sua exposição somente no âmbito do grupo em que temos participação:

Primeiro Retorno: 

Errado, hoje em dia ninguén acredita mais em nenhum,só vota por obrigação, e outra ninguém tem bola de cristal para saber o que o político irá fazer!!! Político não é autoridade, e sim um servidor público.

Minha Primeira Réplica:

Errado, coisa nenhuma! Se o eleitor não reconhece candidatos dignos de sua representatividade, é só votar nulo, que não tem responsabilidade sobre o desempenho do mandato! A partir do momento em que o político é investido em governança, executiva ou legislativa, passa a ser autoridade, sim! Autoridade de Governo, de Poder Executivo ou Legislativo!!!!! Mais, paga, remunerada, especialmente remunerada, para trabalhar, e trabalhar direito! Para resolver o que é necessário resolver, independente de "Governos Participativos"!!!! Se nas iniciativas de "Governos Participativos" a participação popular não for forte, quem está investido em mandato tem o dever de governar bem do jeito que for necessário...!!!!

Segundo Retorno e Complemento:

Agora me diz, quantos pensam assim??? No povo, só pensam em si mesmo, politico não é autoridade nenhuma, isso é porque o povo deixa ser de qualquer jeito, tipo, eu não sou a favor de uma manifestação paciva, a melhor é no quebra-quebra, mais nas casas do mal governador (administrador do nosso dinheiro)!!! 
Dessa forma eles temem o povo, agora aquela que só quer e quer, vai apenas ficar no vaco, sabe porque o Brasil é assim?? "Egoismo"

Estou junto com aquele grupo, que não se curva diante de nenhuma lei ou ordem de nenhum governo, chamaram o governo de "corti"!!!

Querem ser o dono do mundo, mais simplismente por culpa de um povo medroso!!!

Minha Tréplica:

Bem, (nome da participante), você acha que é mais apropriado pensar ou não pensar? A questão do quebra-quebra depende do que quem está governando ou mantendo os que estão governando entendem ser tolerável ou da forma como isto deve ser conduzido em relação à realidade cultural e sociopolítica contextual. Mas se você tiver um carro ou uma moto, uma casa ou um comércio seu quebrados por causa de protestos como os que você mencionou, você deverá continuar com essa ideia sua de achar melhor resolver as coisas no quebra-quebra, não é? E o que você diz se entender que os prédios e as benfeitorias públicas são nossos, patrimônio nosso, pago com os impostos que eu, você e o povo todo, inclusive os que quebram-quebram pagamos? Se achar normal, pode começar quebrando o que você tem em casa, não é? Afinal, é mais fácil quebrar o que você tem em casa e dizer pra todo mundo que está quebrando porque alguma coisa precisa ser quebrada porque você está insatisfeita com o Governo, do que caminhar um bocado, gastar dinheiro e tempo, e ainda se arriscar a aspirar uns gases de pimenta, outros lacrimogênios, tomar umas cacetadas e uns tirinhos de borracha (por enquanto) de policiais pagos para defender a ordem econômica (patrimonial privada e pública), política e social se alguém partir para a ignorância (quebra-quebra), e ainda ter grandes chances de parar na Delegacia depois de um internamento hospitalar em que você poderia até ficar uns dias ou umas semanas na UTI saindo inteira ou não dependendo dos ferimentos que porventura tiver sofrido, não é...?! Não é mais fácil quebrar-quebrar, e mais seguro, começando em casa? E depois produzir um vídeo e por no YouTube ou aqui no facebook pra todo mundo ver a tua ira despreocupada com os efeitos do quebra-quebra pra todo mundo ver tua indignação com Governos ou medidas administrativas que você acha ruim?! Se eu fosse você, gostando de resolver as coisas com quebra-quebra como você disse acima, eu começaria em casa e faria como eu disse...! É mais seguro...! B| :D

Bem, a conclusão sobre estas abordagens fica por conta de cada pessoa que esta prestigiar com sua leitura...!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

UMA DICA DEMOCRÁTICA A BEM DA SAÚDE ECONÔMICA, POLÍTICA E SOCIAL

SE VOCÊ OUVIR ALGUÉM AFIRMAR QUE TUDO O QUE NÓS CREMOS QUE OUVIMOS SEM CONDIÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO PRECISA DE AUTORIA OU ORIGEM É IMPRESSÃO PSICOLÓGICA, OU AO MENOS ALGUMAS MENSAGENS INSTIGANTES, COMO SUSSURROS DO DEMÔNIO OU A SEU GOSTO EXERCIDOS, SAIBA QUE TEMOS EXPERIENCIADO MENSAGENS EM FREQUÊNCIA NATURAL DE ESCUTA E TAMBÉM EM ALTA FREQUÊNCIA.

O OUVIDO HUMANO PERCEBE, NATURALMENTE, CONTEÚDOS EM ALTA FREQUÊNCIA, DISCERNINDO-OS PERFEITAMENTE. PASSÍVEIS DE SEREM POSTOS NO AMBIENTE SOCIAL ATRAVÉS DE TRATAMENTO DE SOM EMITIDO POR PROCESSAMENTO EM MODULADORES EM QUE MENSAGENS PODEM SER EMITIDAS EM TEMPO REAL, POR COMUNICADORES UTILIZANDO MICROFONES. E TAMBÉM PREVIAMENTE GRAVADAS. ATÉ MESMO DE FORMA PROGRAMADA PARA VEICULAÇÃO REPETITIVA EM HORÁRIOS DE INTERESSE DE QUEM DE CAPACIDADE E RESPONSABILIDADE PELA EMISSÃO. ISOLADA OU MIXADAMENTE JUNTO A TODA FORMA DE MENSAGEM ELETRONICAMENTE TRANSMITIDA E OUVIDA ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS TRADICIONAIS DE RÁDIO E TELEVISÃO. QUE SÃO APENAS ALGUNS MEIOS PORTANTO PASSÍVEIS DE UTILIZAÇÃO AO EXERCÍCIO DE INFLUÊNCIAS SOCIAIS OU MANOBRAS DE MASSA DE TODA ORDEM.

DESCONFIE DOS PROFISSIONAIS DE COMPORTAMENTO QUE, SEM MAIORES APROFUNDAMENTOS NA ANÁLISE DE CONTEXTOS OU MESMO COMPROMISSO ISENTO PARA COM A DEMOCRACIA, A VERDADE, OS DIREITOS OU PRERROGATIVAS INDIVIDUAIS OU ASSOCIADOS, AFIRMAM QUE MUITOS DE NÓS HOJE OUVIMOS APENAS "MENSAGENS DECORRENTES DE DISTÚRBIOS PSICOLÓGICOS". ELAS EXISTEM, SIM. MAS AS DEMAIS ACIMA MENCIONADAS, MAIS AINDA HOJE, DEVEM SER ESSENCIALMENTE ADMITIDAS, CONSIDERADAS, IDENTIFICADAS E RESPONDIDAS NA MEDIDA DE NOSSAS CAPACIDADES.

ISTO É APENAS UMA PEQUENA LEMBRANÇA A BOM RESPEITO DO QUE O DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO HOJE NOS PODE PROPORCIONAR. ALÉM DO QUE SE VÊ EM FILMES E LITERATURAS DE FICÇÃO.

PALAVRA DE QUEM ENTENDE!


segunda-feira, 16 de julho de 2012

SOBRE DIREITO MORAL NA ORDEM POLÍTICA E SOCIAL


Lideranças oficiais, de Governo ou a Governo arrogadas ou associadas, quando não se prestam ao respeito da normalidade democrática, da família ou da ordem política e social, não têm moral para posicionarem-se como árbitras ou coordenadoras de processos de normalização. O que é agravado quando adicionalmente abusam da confiança dos cidadãos e da sociedade, de todos os que têm expectativa de seu bom e respeitoso desempenho. Quando não têm reputação consagrada, então, de forma mais importante ainda. Boa reputação, o que é patente às ciências humanas e sociais, é muito difícil de ser conquistada. Quando se perde, muito mais. Isto quando é possível reconquistar.

domingo, 8 de agosto de 2010

Vota em quem, patrão? Vota em quem, patroa?

2010 - Mais Uma Odisséia Eleitoral Brasileira. Vai votar em quem, patrão? Vai votar em quem, patroa?

Bem, mais uma campanha política iniciada no Brasil. Políticos animados com sorrisos para todo lado, animados, banhados, engomados, lavados, perfumados! "Cheios de disposição para trabalhar"! Pelas diretas já, pelos direitos de voto, pela liberdade e pela normalidade democrática. Por recursos por escolas, estradas, hospitais, pontes, "segurança pública". Pelo Brasil! Pela felicidade nossa, de "brasileiros e brasileiras"! Pelo meio ambiente, já estava esquecendo! Pela liberdade! Contra a discriminação e a violência! Pela mulher, pelos excluídos sociais, pela integridade física (e psicológica!) de filhos dentro de lares com pais e mães, de pais sem mães, mães sem pais... Por pais não poderem dar palmadas em filhos - o que significaria também policiais não poderem usar o cassetete ou o choque elérico, ou ainda ao menos o gás lacrimogênio ou o de pimenta para conter excessos da ignorância ainda que a bem da segurança social...

Sim. Porque, se os pais sem poder par dar uma palmada ou duas, ou mesmo tomar uma providância mais enérgica se evidentemente necessária dentro de casa, policiais também não poderiam dar uma cassetada ou duas em meliantes criminosos... "Poderia causar traumas por abuso de poder publico"! O bom mesmo seria conversar, educadamente. "Com paciência, amigo..."

Bem, a partir do momento que os poderes públicos arrogam-se ao exercício legislativo de proibir que pais possam sequer dar palmadas em seus filhos, podemos estar num processo em que mais adiante vamos ter também que pedir autorização do Governo para namorar, casar, ficar ou "manter uniões estáveis"... Para tomar estas iniciativas, já que o Poder Legislativo se arroga ao exercício de tais regulações, com ou sem apoio ou iniciativa do Executivo, provavelmente terá em mente que poderá estar considerando também daqui a algum tempo estar querendo assumir o ônus da responsabilidade pela formação de todos os cidadãos brasileiros dispostos a ousar bancar uma ordem familiar.

Regular penalmente a sociedade por agressões à ordem econômica e social, moral e psicológica, pelo que parece, fica mais difícil. Como seria discutir com os cidadãos aspectos pelos mesmos apresentados concernentes à qualidade do exercício do poder estatal ou das relações econômicas e suas respectivas interfaces de responsabilidades.

Você não conhece alguém que já requereu atenção de mandatários eleitos sobre assuntos de ordem política e social de competência privada ou procedência pública e ficou a ver navios? "Claro que não," não é mesmo? Você já encaminhou assuntos deta natureza a mandatários político-administrativos ou político-partidários que não foram respondidos condizentemente? "Claro que não", não é mesmo? Afinal, você, sendo meu ou minha compatriota, deve ser um dos "brasileiros e brasileiras" "sem medo de ser feliz" e "com bastante amor para dar". Sem querer nem saber, sem estar "nem aí", sobre quem é quem no "Poder". E a quem certos políticos se referem de público quando expressam termos como "escroque", "grande homem", "mãos limpas" e outras diretas indiretas já, no exercício alegre da investidura pública. "Não é mesmo?"

Bem, eu , de minha parte, falando sério, não vou votar em quem eu sei que não respondeu satisfatoriamente a mim, a outro brasileiro e ou a outra brasileira. Sobre assuntos da maior importância, versando sobre direito econômico, internacional, institucional, político, privado, social e de qualquer outra natureza apresentado a atuais candidatos que nos deixaram a ver navios. Tanto mais se nestas omissões, algumas das quais classificáveis como crimes, os cidadãos que ficaram na dependência de correspondente interesse apresentaram referências de elevado valor institucional sobre as quais poderia discutir onde quer que pudesse ser interessante ou necessário.

Vote bem, vote sério.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rede Globo, Homossexualismo e Sociedade Brasileira

Ultimamente, temos visto publicado pela TV Globo frequentes depoimentos e reportagens relacionados à vida homossexual em nosso País. E reações críticas internas a alguns grupos de relacionamento virtual, principalmente. Com comentários denotando opiniões de que a Rede Globo, pelo fato de estar levando a público as mencionadas matérias, estaria socialmente incorreta. Como que fazendo apologias ao que alguns grupos contemporâneos estão passando a denominar "casais" homossexuais e à respectiva opção de relacionamento a dois.

Temos também recentemente tomado conhecimento de legislação federal amparando parceiros homossexuais com algum tempo de coabitação, a beneficiários previdenciários entre si. Legislação esta que teria sido sancionada pelo Governo provavelmente considerando-se cada parceira ou parceiro de relações homossexuais então legalmente classificadas como estáveis, tomando-se por parâmetro o peso do ganho econômico-financeiro de cada componente das referidas relações como essencial a que a outra pudesse desempenhar suas atividades socioeconômicas no âmbito da sociedade em geral. O que traduziria reconhecimento de essencialidade importante para a sustentação da sociedade em suas necessidades vitais de geração de emprego, impostos, renda e serviços.

Às matérias da TV Globo, o que posso afirmar é que a mesma estaria apenas apresentando ao público em geral o que muitos de nós não teríamos condições de saber se não fosse publicado num veículo potente como a Rede Globo. Num contexto contemporâneo em que temos evidentes expressões da vida homossexual assumida de público em meio a uma sociedade brasileira reconhecidamente deficiente à defesa de sua saúde educacional, moral e cívica e também religiosa. Em que não temos dificuldades de identificar ou lembrar de danos por má qualidade na gestão de famílias, Governos, negócios, religiosidade e vidas pessoais. Com uma proliferação de problemas jamais vista. A Rede Globo, com suas atitudes, poderia de fato ser reconhecida como parte mostrando a nós, em especial aos sem acesso ou conhecimento de casos e fatos de natureza aos acima mencionados, o que está ocorrendo progressivamente no âmbito da sociedade brasileira. Para conscientização de toda a população acerca do que está acontecendo em nossa sociedade, e refletindo-se na qualidade de vida de todos nós. Estimo, sabedora, através de suas equipes de reportagem, da dimensão ponderada que fatos como os atualmente publicados está tendo no tangente a nossos costumes historicamente considerados.

Quanto à recente legislação previdenciária que ampara o que alguém denominou um dia de "casais homossexuais", embora no caso sem poder definir ao certo quem desempenha o papel masculino e quem o de feminino, creio em breve o Governo terá um ônus social equiparado: se o concerrnente amparo legal ao benefício ora em vigor se deu com base nos parâmetros socioeconômicos por mim acima lembrados, em breve pessoas heterossexuais que tenham histórico de estabilidade residencial comum útil ao exercício de suas atividades socioeconômicas também deverão ser equiparadas para usufruir os mesmos benefícios. Afinal, amigos, dois, três, quatro ou mais que, por exemplo, tenham adquirido um imóvel condominialmente de forma essencialmente útil à sustentabilidade de um padrão de vida valioso ao seus respectivos bons desempenhos como cidadãos economicamente ativos, fariam jus, também eles, a um equiparado benefício previdenciário. Pois, em não sendo assim contemplados, na ausência de parte essencial à ordem econômica doméstica e pessoal assim sustentada, quem de permanência ficaria em instabilidade prejudicial à permanência de sua capacidade contributiva na vida da sociedade. Caso a pensar, muito bem pensado...

Antes falei, e agora escrevi!

domingo, 12 de julho de 2009

Um Portal Fora do Ar Numa Sociedade ao Par?

No dia 7 pp., recebi mensagem da empresa que hospeda o portal da minha empresa, informando que a publicação do seu conteúdo havia sido suspensa devido a SPAM.

A atitude arbitrária por parte da mencionada empresa de serviços de suporte às telecomunicações pela Internet veio acompanhada de um link pelo qual eu poderia "obter um backup" ,e na sequencia "efetuar procedimentos para inibir a ação discriminada abaixo": "Envio de e-mails em massa". Para após a tomada das referidas providências contatá-la "para a reativação da hospedagem, sem arquivos, para que envie conteúdo seguro ao servidor."...

Surpreso com a atitude drástica, considerando que das poucas mais de duas dezenas de e-mails cadastrados para minha empresa atualmente somente dois ou três emitem mensagens próprias (de respostas automáticas a poucas consultas operacionais que são a estes endereços remetidas), tenho procurado os esclarecimentos técnicos, acompanhados dos respectivos relatórios de processamento de dados que os servidores automaticamente produzem. Atualmente, a grande maioria dos e-mails que envio não são enviados através dos servidores que hospedam meu domínio. Mas todas as mensagens dirigidas ao meu domínio são redirecionadas a e-mail pessoal não vinculado aos serviços contratados. Os relatórios por mim requeridos são importantes para que todas as partes interessadas no bom uso da Internet possamos todos reconhecer o que houve e tomar providências investigativas e jurídicas que por bem acharmos de interesse. O que inclui rastreamento de todos os IPs emitentes de mensagens recebidas pelos endereços do meu domínio comercial.

Há alguns meses, por coincidência também num dia 7 (de dezembro de 2008), informei à empresa em apreço que há algumas semanas notei a intensificação de recebimento por mim de mensagens não emitidas por mim ou terceiros à minha ordem, identificadas como de procedência dos e-mails criados para as atividades de minha empresa ou a seus objetivos institucionais vinculados. Então solicitando esclarecimentos e orientações sobre o que deveríamos todos considerar. Sendo informado, na resposta, que tais mensagens não eram originadas em meu servidor. E que não havia como impedir que elas circulassem. No que fui informado apenas que existem ferramentas que demonstram que elas são ilegítimas e que fazem com que elas sejam recusadas. Eu havia mencionado que o sistema Internet que automaticamente monitora o fluxo de mensagens entre os usuários estava então me informando que muitas delas estavam sendo recusadas.

Diante disto tudo, a única providência que entendi ser praticável foi a de monitorar as caixas de mensagem do servidor do meu domínio, para regularmente esvaziá-las. Uma vez que a empresa contratada não estava esvaziando-as automaticamente após o recebimento e redirecionamento automático. Operação com a qual anteriormente tive oportunidade de contar.

Bem, sem condições de precisar as origens das mensagens então estimadamente clonadas, e sem maiores orientações quanto ao que mais caberia a mim fazer, continuei a administrar o fluxo de mensagens a mim enviadas. Pelo que vinha excluindo da caixa postal à qual o redirecionamento tem sido programado cerca de uma centena e meia de mensagens clandestinamente produzidas. Quando não mais, em algumas ocasiões. Não lembrando se havia comunicado alguma coisa a autoridades governamentais (que normalmente já monitoram todo o fluxo de mensagens internet). E possivelmnete mais ainda no meu caso, pelo que atuo e significo em caráter político-institucional em âmbito nacional e internacional.

Bem, hoje completaram-se 5 dias em que ao alguém tentar o acesso ao conteúdo do portal de minha empresa - rico em cristianismo, moral e civismo, serviços de utilidade pública e não menos valioso em meio ambiente -, somente vê uma tela com informações sobre programas utilizados para suporte a criação e ou hospedagem de alguns modelos de páginas. E não estou desesperado com isto.

Nestes dias, tenho reorganizado as coordenadas de comunicação programáveis para os interesses de minhas atividades empresariais, e também feito algumas análises sobre as opções praticáveis a solucionar o assunto. Interagindo a bom termo com a empresa contratada para a hospedagem em apreço, da qual creio nos próximos dias deverei ter respostas a tudo o que interessa a uma satisfatória solução. Com a tranquilidade que o bom senso sugere a alguém que tem oferecido à sociedade o que eu tenho, e que tem recebido uma resposta bem aquém do ideal. Tanto em interesse político e social quanto em aquisições do meu livro sobre a Bíblia. Cuja renda é precipuamente destinada às Missões e à Caridade, na conformidade do conhecido pela sociedade favorecida e do divulgado na página de resultados sociais do portal. Um descaso que reflete nossa qualidade de vida.

Há duas semanas, conversando com um amigo que encontrei casualmente, naturalmente esclareci ao mesmo sobre apenas duas curiosas e essencialmente importantes informações bíblicas históricas que ele não conhecia. Apesar dele, ao ser lembrado sobre se já havia adquirido o meu livro, ter dito que já "ter lido a Bíblia" duas vezes!

Tem estado a sociedade cristã atenta a conhecer a Deus com o devido respeito a Ele? A resposta é: NÃO! Mas esta sociedade ainda vive, e pode viver melhor e fazer viver. Com atitudes cultural, pessoal e sociologicamente consideradas, poderá, enquanto não passar desta realidade para a plenitude por excelência, reconsiderar suas posições. Decerto se ela estivesse mais atenta ao que tenho exclusiva e ineditamente oferecido, eu não estaria enfrentando os problemas que venho enfrentando. E estaria fazendo muito mais por ela e por toda a humanidade. Vivendo melhor, fazendo por mim também o que não tenho feito devido a insensibilidade de muitos dos nossos...

Quanto ao portal, imperativos de ordem econômica e moral e cívica tem sido considerados por mim para reavaliação do conteúdo publicado. Pois, para mantê-lo em qualidade firme e forte, enfrentando os adversários do bem, preciso de correspondência socioeconômica. Uma andorinha só não faz verão, e somente de amor não se vive. O pecado está presente entre nós. E seu mentor trabalhando desesperado para que todos nós pequemos e façamos pecar. Inclusive pelo desvelo ao que é-nos a todos primordial. Crimes por computador e internet, subversão e transtornos correlacionados são apenas um aspecto do marginalismo, do subdesenvolvimento. O demônio não brinca em serviço. Porque Deus menos ainda o faz. E a vida não é um trem da alegria...

domingo, 17 de maio de 2009

Células-Mãe Sociais...

A família é a célula-mãe da sociedade, praticamente todos nós o percebemos ou sabemos. Mas não é somente ela que, em diversos casos, tem peso-mãe de qualidade de vida da sociedade.

Como uma célula-mãe social, é particularmente diferenciada das biológicas ou tecnológicas. Pois, tendo variância em complexidade e natureza socioambiental de acordo com as condições de seus componentes.

Na família temos o berço básico de toda a capacidade de capitalização humana das sociedades em que seus membros poderão ter participação. Dela, empresas e nações recebem fatores presumidamente inteligentes com poder articulador operativo com potenciais de construir ou destruir tudo o que no Mundo existe: natureza, organizações, pessoas, populações, realizações decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico, enfim, tudo o que afeta a vida...

Tudo o que influi e ocorre na qualidade de vida de uma família afeta essencialmente o potencial de cada um de seus membros no processo de vida de uma comunidade, de uma nação, e de toda a humanidade. Um valor ímpar, pelo que o ser humano tem em potencial de utilidade, seja qual for a sua origem. A natureza humana não discrimina condição de origem do ser para delimitação dos seus potenciais de desenvolvimento e participação na construção (ou destruição) da humanidade. Exemplos temos os mais diversos. Quando menos esperamos, eis que surge a solução inteligente dentre aqueles de quem não se esperava, não é?

Assim, o respeito pela ordem familiar, pela paz nas consciências a bem do sereno raciocínio de cada membro de uma família, é valor insubstituível como bem de humano capital social. Devendo ser observado por cada membro da sociedade. A começar não necessariamente pelos da própria família. Mas por todos. Pois, sendo o ser humano afetante de todos, todos tem o necessário dever de reverência a ele.

Quando temos a anarquia ou a desordem numa família, temos a insegurança e a instabilidade pessoais e socioambiental. Temos a dúvida quanto às premissas naturais concernentes ao gênero humano racional, não simplesmente instintivo. Mas emocional e referencialmente passível de afetação inibidora ou promotora do exercício salutar da atitude desenvolvimentista, evolucional... Quando temos a dignidade da ordem e do amor, respiramos raciocínio, razão. E colhemos bons frutos.

Quanto mais esteja a família inserida numa condição social de precariedade ou pobreza, tanto o cuidado sobre o respeito à integridade de sua estabilidade psicológica e social deve ser tomado. Independente de quem esteja burocrática e ou juridicamente com o ônus da primária representatividade e responsabilidade sobre a condução do que no seu âmbito interno ocorre. Pois, de qualquer família pode sair uma pessoa de insubstituível valor para a sociedade humana e tudo o que ela tem potencial de alcançar.

Assim, a prudência e seriedade por parte de Governos de quaisquer amplitudes ou condições é essencialmente importante quando de sua cogitação em inferir sobre a realidade socioambiental de uma família.

Governos que inferem de forma empírica, estúpida e ou inconsequente na condição sociambiental de uma família agem como que minando malignamente as capacidades e demais condições psicológicas e socioambientais de todos os seus membros. Em conjunto e individualmente. Passando, em inferindo, a ser tão responsáveis pela qualidade-mãe desta família perante a sociedade, quanto os seus responsáveis e representantes legais e sociais. Em regimes de exceção, então, nem se fala. Quando estes danos não são estendidos também à sociedade como um todo primariamente prejudicado, em alguns casos suspeitos. Que seriam a alguns autores politicamente convenientes...

Quando esta inferência se dá por meio de mecanismos excepcionais de participação, como com o uso de recursos de comunicação remota e ou socializada, Governos ou grupos à sua ordem a isto arrogados passam a ser classificáveis como anarquistas e subversivos. Em geral sempre tendo para tal absurdo segundas ou tendenciosas intenções, nada democraticamente igualitárias. Passam a ser classificáveis como usurpadores do poder a eles confiado de um modo ou de outro, traidores por falsidade ideológica inclusive. Desprovidos de sequer senso de valores para reger a ordem política e social do que a eles juridicamente imputável. Municipal, estadual, nacional ou geopoliticamente em espectro maior. Passam a ser consideráveis como danosos à natureza humana.

Quando isto se dá, a atitude salutar de uma família que se preste ao respeito, e tenha o discernimento de valores ao acima mencionado, é defender a honra da casa. Por ordem ao progresso... Famílias cujas capacidades de ação e liderança não são contempladas com isto acabam ficando danificadas por males de efeito moral cumulativos. Não raro irrecuperáveis. Refletem fraqueza e precariedade educacional e social. Senão também corruptibilidade socioeconômica. Podem assim refletir também falta de seriedade moral e cívica, e uma verdadeira demagogia preponderante em seus âmagos. Impostas por suas lideranças internas mais fortes ou mesmo compartilhadas.

Em ambos os casos, as duas entidades afetam sobremaneira a humanidade. Em todas as amplitudes populacionais que suas atitudes alcançam ou venham a alcançar. A curto, médio e longo prazos. De acordo com o que o exercício de tamanha estupidez possa permanecer ativo no tempo e no espaço...

Em casos assim, não somente à família é imputável a responsabilidade de célula-mãe da sociedade. Mas também ao Estado. Do que temos que tanto as dádivas como os danos desta conjunção de fatores podem ser atribuíveis a ambas as partes. A cada qual conforme o que tenha feito em relações de causas e efeitos...