sábado, 20 de junho de 2009

Desenhando Perfis Agitadores e ou Subversivos

Importante é, a uma população achacoalhada com iniciativas anarquistas, de agitadores com certeza classificáveis também como subversivos, desenhar os seus perfis. Identificá-los.

Para o que, dispomos de inúmeros recursos. Da simples anotação do observado, em todas as suas características a nós possíveis, até os mais avançados recursos científicos de análise investigativa e monitoramento. O que inclui também análise projetada e retrospectiva de atividades de comunicação e movimentação social em todos os aspectos que possam ser reconhecidamente relacionáveis. É uma questão de democracia. Para todo País, seja qual for o regime de democracia ou governabilidade que adote. Não importando a quem de ofendido ou solidário interesse se a Nação ou as Nações envolvidas tem regimes autoritários ditatoriais ou democráticos com ideais de livre iniciativa. Em ambos os casos, tem-se interesse em normalidade política e social, em relações sociais identificadas a bem da saúde econômica e social, da segurança institucional.

Quando temos evidentes incidências de difusão de mensagens massa e de forma anônima, com propagação de insinuações anárquicas, banais e contra-producentes aos esforços estabelecidos ou em potencial para o desenvolvimento harmonioso do entendimento no âmbito da sociedade civil em geral - o que estende-se também aos âmbitos militar e religioso -, temos um problema sério contra a estabilidade psicológica e sociológica de toda uma população atingida.

Mas, como é o caso de algumas realidades conhecidas, inclusive nacionais brasileiras, acabamos tendo inúmeros registros que contribuem para a formação de uma malha de dados correlacionados. Que proporciona a quem de boa capacidade e hábil conhecimento de fatores, humanos e materiais, condições de desenhar-se perfis de suspeitos em potencial responsabilizáveis por tais danos.

No nosso caso brasileiro em particular, temos ricos dados que apontam para convergentes conclusões. Que nos capacitam, se não já capacitaram, a termos bem desenhados os perfis dos autores e mentores das iniciativas em exame, há anos sob a mais séria investigação.

Anos atrás, um comandante militar ponderou a mim a muito bom senso que: "Ninguém atira pedras em árvores que não tem (bons) frutos (de interesse)." O que é cada vez mais patente... E de acordo com os dados que temos registrado, os perfis científica e criminalmente passíveis de serem identificados dos referidos subversivos estão cada vez mais evidenciados. Somente fica no seu pé quem lhe conhece, quem tem alguma coisa a ver, alguma preocupação com a sua capacidade de desenvolvimento ou progresso. Ou interesse em lhe manter em exclusão institucional ou social, no ostracismo, sem progresso. Em condição manobrável ou nula. Com determinada explicação... Decerto em que a própria estabilidade tem correlação institucional ou sociológica...

Na década de 80, quando um renomado jornalista católico foi contratado para trabalhar na Rádio Vaticano, cheguei na casa de meus pais no horário do telejornal. Justamente no momento em que uma reportagem sobre a ida dele para atuar na Santa Sé estava no ar. Como que se não houvesse consequencia alguma, alguém propagou anônima e subliminarmente uma mensagem alusiva a que não era eu que estava ali, naquela condição que todos estávamos assistindo... Eu jamais pensara em trabalhar na Rádio Vaticano antes... Mas os mentores e propagadores daquela mensagem desejaram perturbar minha ordem e minha reputação pessoais perante os presentes ao meu lado. Senão também a todos do universo que então acompanhara aquele momento...

A primeira reação que cada um dos ali comigo presentes, todos decerto percebendo a mensagem, foi de estranheza ao "superior comunicado"... Mas a minha própria, além da sensação de dano moral pela tentativa de confundir-se a minha pessoa perante os que com quem me relacionava, foi a de que, com certeza, alguém deveria crer ter um motivo muito importante para me prejudicar... Somente poderia ser alguém dentre o grupo de pessoas por mim conhecidas e com quem eu tive algum convívio. Deste Mundo belo e imundo. Ou "do outro" de onde o imundo que é o príncipe deste mundo provém e também atua fazendo limpos sujos imundos à moda sua...

Quando eu estava concluindo o parágrafo anterior, há pouco mais de duas horas, houve um pique de luz aqui, e meu trabalho foi interrompido... Na sequencia, comuniquei à autoridade policial constituída mais próxima de mim, relatando exatamente o que estava fazendo e fornecendo referências de alguns... "bois"...

Bem, todos os que nos perturbam escondidos, como ratos exasperados com medo do povo e dos gatos "da casa", agem como o diabo. Que age também com uma capacidade extraordinária de propagação de mensagens em alta frequencia, e invisível.. Somente aparecendo quando quer, e Deus o permite... Sob formas de homem, animal ou mulher...

Anarquistas, demônios, subversivos, agem sempre como engraçadinhos, ou engraçadinhas... E foi na orgia que os romanos foram dominados pelos gregos, com as gregas, belas e doces mulheres... de Atenas...

Avante, sem pressa... Porque os ratos não podem prosperar entre nós...

Continuo em breve, aqui ou junto aos suspeitos, no peito e na raça, pra vagabundos não acharem graça...! Confiante na Justiça Maior de Deus...!


domingo, 24 de maio de 2009

Qualidade Portuguesa com Certeza!

Há algum tempo, participo de um grupo de profissionais de desenvolvimento de oportunidades internacionais de negócios. No qual mantenho contado com profissionais e integro grupos de interesse organizados em diversos Países.

Recentemente, ampliei meus horizontes profissionais através de um profissional liberal português dedicado a um projeto pessoal de fomento à qualidade de vida. Do qual venho tomando conhecimento na medida do que o tempo permite, e que tem nuances ao menos em parte análogas ao que apresento no espaço de utilidade pública (SERVIÇO) do portal T.S. SAL Editora.

Hoje, recebi a minha primeira mensagem dentre as distribuídas pelo referido profissional aos inscritos para o envio. E comecei a visitar alguns links. De início sem entender direito a dimensão de qualidade do projeto proposto por João Marques Carvalho, acabei novamente chegando, ora com mais vagar, aos textos do seu blog. E fiquei gratamente surpreendido por alguns textos que li.

Ele apresenta uma série de informações do mais alto valor para o processo de desenvolvimento socioeconomico e a qualidade de vida em geral. Pelo que já fiz comentários em duas de suas matérias. Quero ler todas as que puder. E recomendo a você que conheça o que ele faz. Vale à pena!

Para ter acesso ao que eu estou recomendando, clique aqui!

Seja feliz! Sejamos todos! Criteriosamente, com iniciativas que realmente consideram tudo o que concerne à qualidade de nossas vidas...

domingo, 17 de maio de 2009

Células-Mãe Sociais...

A família é a célula-mãe da sociedade, praticamente todos nós o percebemos ou sabemos. Mas não é somente ela que, em diversos casos, tem peso-mãe de qualidade de vida da sociedade.

Como uma célula-mãe social, é particularmente diferenciada das biológicas ou tecnológicas. Pois, tendo variância em complexidade e natureza socioambiental de acordo com as condições de seus componentes.

Na família temos o berço básico de toda a capacidade de capitalização humana das sociedades em que seus membros poderão ter participação. Dela, empresas e nações recebem fatores presumidamente inteligentes com poder articulador operativo com potenciais de construir ou destruir tudo o que no Mundo existe: natureza, organizações, pessoas, populações, realizações decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico, enfim, tudo o que afeta a vida...

Tudo o que influi e ocorre na qualidade de vida de uma família afeta essencialmente o potencial de cada um de seus membros no processo de vida de uma comunidade, de uma nação, e de toda a humanidade. Um valor ímpar, pelo que o ser humano tem em potencial de utilidade, seja qual for a sua origem. A natureza humana não discrimina condição de origem do ser para delimitação dos seus potenciais de desenvolvimento e participação na construção (ou destruição) da humanidade. Exemplos temos os mais diversos. Quando menos esperamos, eis que surge a solução inteligente dentre aqueles de quem não se esperava, não é?

Assim, o respeito pela ordem familiar, pela paz nas consciências a bem do sereno raciocínio de cada membro de uma família, é valor insubstituível como bem de humano capital social. Devendo ser observado por cada membro da sociedade. A começar não necessariamente pelos da própria família. Mas por todos. Pois, sendo o ser humano afetante de todos, todos tem o necessário dever de reverência a ele.

Quando temos a anarquia ou a desordem numa família, temos a insegurança e a instabilidade pessoais e socioambiental. Temos a dúvida quanto às premissas naturais concernentes ao gênero humano racional, não simplesmente instintivo. Mas emocional e referencialmente passível de afetação inibidora ou promotora do exercício salutar da atitude desenvolvimentista, evolucional... Quando temos a dignidade da ordem e do amor, respiramos raciocínio, razão. E colhemos bons frutos.

Quanto mais esteja a família inserida numa condição social de precariedade ou pobreza, tanto o cuidado sobre o respeito à integridade de sua estabilidade psicológica e social deve ser tomado. Independente de quem esteja burocrática e ou juridicamente com o ônus da primária representatividade e responsabilidade sobre a condução do que no seu âmbito interno ocorre. Pois, de qualquer família pode sair uma pessoa de insubstituível valor para a sociedade humana e tudo o que ela tem potencial de alcançar.

Assim, a prudência e seriedade por parte de Governos de quaisquer amplitudes ou condições é essencialmente importante quando de sua cogitação em inferir sobre a realidade socioambiental de uma família.

Governos que inferem de forma empírica, estúpida e ou inconsequente na condição sociambiental de uma família agem como que minando malignamente as capacidades e demais condições psicológicas e socioambientais de todos os seus membros. Em conjunto e individualmente. Passando, em inferindo, a ser tão responsáveis pela qualidade-mãe desta família perante a sociedade, quanto os seus responsáveis e representantes legais e sociais. Em regimes de exceção, então, nem se fala. Quando estes danos não são estendidos também à sociedade como um todo primariamente prejudicado, em alguns casos suspeitos. Que seriam a alguns autores politicamente convenientes...

Quando esta inferência se dá por meio de mecanismos excepcionais de participação, como com o uso de recursos de comunicação remota e ou socializada, Governos ou grupos à sua ordem a isto arrogados passam a ser classificáveis como anarquistas e subversivos. Em geral sempre tendo para tal absurdo segundas ou tendenciosas intenções, nada democraticamente igualitárias. Passam a ser classificáveis como usurpadores do poder a eles confiado de um modo ou de outro, traidores por falsidade ideológica inclusive. Desprovidos de sequer senso de valores para reger a ordem política e social do que a eles juridicamente imputável. Municipal, estadual, nacional ou geopoliticamente em espectro maior. Passam a ser consideráveis como danosos à natureza humana.

Quando isto se dá, a atitude salutar de uma família que se preste ao respeito, e tenha o discernimento de valores ao acima mencionado, é defender a honra da casa. Por ordem ao progresso... Famílias cujas capacidades de ação e liderança não são contempladas com isto acabam ficando danificadas por males de efeito moral cumulativos. Não raro irrecuperáveis. Refletem fraqueza e precariedade educacional e social. Senão também corruptibilidade socioeconômica. Podem assim refletir também falta de seriedade moral e cívica, e uma verdadeira demagogia preponderante em seus âmagos. Impostas por suas lideranças internas mais fortes ou mesmo compartilhadas.

Em ambos os casos, as duas entidades afetam sobremaneira a humanidade. Em todas as amplitudes populacionais que suas atitudes alcançam ou venham a alcançar. A curto, médio e longo prazos. De acordo com o que o exercício de tamanha estupidez possa permanecer ativo no tempo e no espaço...

Em casos assim, não somente à família é imputável a responsabilidade de célula-mãe da sociedade. Mas também ao Estado. Do que temos que tanto as dádivas como os danos desta conjunção de fatores podem ser atribuíveis a ambas as partes. A cada qual conforme o que tenha feito em relações de causas e efeitos...




sexta-feira, 8 de maio de 2009

Honra ao Mérito: Plantar e Colher, é Só Fazer...

Refletindo sobre a qualidade de vida brasileira atual, dedicando atenção a buscar as origens da mesma, verificamos uma série de conexões lógicas. Sem sombra de dúvida, e à luz do dia, podemos reconhecer, numa análise comparada com as realidades de alguns outros povos, que realmente temos muito a ver com o que vivemos atualmente.

Instituições, legislações, parlamentos, poderes públicos, potências econômicas privadas, religiosidade praticada, tudo a ver com as precariedades que atualmente vivemos em educação, eficácia institucional, emprego, estabilidade econômico-financeira, exercício da cidadania, fé declarada e professada, progresso, prosperidade, respeito, sustentabilidade ambiental natural e social, e qualidades outras que nos levam ao diagnóstico da nossa qualidade nacional em vários aspectos vista.

Plantamos para colher. E quando não o fazemos, o mato cresce, as pragas proliferam-se livremente. Pior ainda, quando plantamos o que é mal, o mal colhemos... Quando não exercemos os tratos culturais do que plantamos, ou zelamos dos nossos quintais e nossos campos, o que é trazido pelo vento é o que se planta e em nossos campos cresce... Se somos preguiçosos ou tímidos para defender a qualidade do que possuímos ou somos, em nossos domínios se desenvolve o que nossa displicência favorece.

Sendo deseducados – inversamente à educação que recebemos – somos piores do que seríamos, em caso de educação de qualidade; muito piores, em caso de educação precária; ou mesmo melhores, se por acaso fomos educados para o mal e acabamos despertando e seguindo os meandros do que é bem... Neste caso, um privilégio pessoal advindo de uma Messe que vive não somente para compensar diretamente aqueles que nela bem semeiam...

Plantamos felicidade, colhe-se felicidade; plantamos a desordem, colhe-se desordem, a começar em nossas próprias almas e mentes... Pois, o Senhor confunde os ímpios e os iníquos...

Se, ao final de nossas vidas terrenas, ao olhar para o que fizemos na Messe, concluirmos que plantamos com amor, que plantamos essencialmente o bem – e isto é inconfundível -, como tudo o que é bom provém dos filhos de Deus, certamente após nossa passagem para a vida em integral plenitude ceiaremos com o Senhor. Mas, se então olhando para trás, virmos que o essencial do que fizemos foi plantar o mal, o mais provável é que com o Senhor não poderemos sentar para a ceia... Então, somente nos restará a fome dos que destruiram a vida na Messe...

O mérito ao que tivermos honrado será o mérito a nós alcançável... Plantemos o bem, e asseguremos nossa vaguinha na Ceia Eterna dos Justos. Mas, lembremos, da qualidade com a qual plantarmos até mesmo o bem resultará a qualidade de nossa parte na ceia dos de bem. Por isto, procuremos sem timidez, intrépidos como recomenda O Todo Poderoso Criador do Céu e da Terra e de tudo o que neles há, plantar com qualidade tudo o que podemos plantar na Messe, na Terra... E também nos Céus – podemos orar pelas Almas dos que passaram e ainda não estão puras para o Paraíso... E pelos dos Céus que são ultrajados na Terra, confortando-os assim, a Todos... Para o que, para plantarmos bem a fé, a sabedoria e a vida, no verdadeiro amor por Deus e pelo próximo, devemos procurar conhecer tudo o que nos capacita ao plantio... Primariamente, o que nos legou o Senhor através das Sagradas Escrituras. Para o que precisamos também procurar saber ler corretamente, e ter as mais sagradas bençãos do Espírito Santo. Para sermos seus verdadeiros e indeléveis Templos Humanos a Ele agradáveis. Em todas as horas que estivermos vivendo... “Procurai as ciências e a sabedoria.”...

Acabei fazendo uma matéria de valor universal...!

sábado, 18 de abril de 2009

Apagão, "Black-out" ou falha da... "Light"?

Há anos, nós, brasileiros e brasileiras de norte a sul do País, estamos experimentando viver inúmeros e supreendentes apagões. Falhas de abastecimento de energia elétrica. A maioria das quais passageiras, rápidas, e sem explicações técnicas convincentes de que o sistema elétrico nacional nos assegura uma estabilidade no serviço... Ao menos no interior do Brasil, de norte a sul, de leste a oeste...

Bem, projeções as mais diversas têm sido feitas em função destas ocorrências. Uma delas a de que estas falhas podem não ser necessariamente defeitos. Mas propositais, subversivas... Criminosas, criminais... Elas têm ocorrido, de modo impressionante, coincidentemente ao desenvolvimento de certas abordagens socialmente realizadas entre concidadãos livres e não propriamente "do contra" ou dos "Contras"... Tampouco relacionados às FARC, ao Partido Comunista do Brasil ou a qualquer outra entidade de esquerda, estima-se... Incidem quando cidadãos de bem, que respeitam a liberdade e prezam a serenidade na avaliação dos interesses socioeconomicos, tratam precisamente de assuntos da maior importância, de forma independente do Estado. Não raro mesmo considerando uma boa e salutar interação com ele, Estado - Governo. Em suas alçadas municipais, estaduais e ou federal...

De forma perturbadora à sensação de segurança institucional e à moralidade política e social, isto vem como que chamando a atenção de todos os vitimados...

Só falta isto não ser mesmo defeito, mas confirmadamente praticado por grupos intermediários de especuladores como que infiltrados no sistema regular de poder público, de interesse público e assim amparado pela Constituição Federal - e de forma alguma por qualquer outra por ela não amparada... Como que desrespeitando a ordem imposta pela Lei e pelo desenvolvimento nacional sustentado por todos aqueles que, de fato, exercem e respondem efetivamente pela defesa da nossa normalidade democrática. Em especial aqueles que indelevelmente são realmente nossa verdadeira Inteligência...

Atenção, Brasil...! Atenção, concidadãos brasileiros e brasileiras...


domingo, 12 de abril de 2009

Sexo Seguro é Sexo-Fidelidade Conjugal...

Acabo de abrir o blog de um amigo da Comunidade Canção Nova. O que vejo como postagem de topo? "A máscara mundana do 'sexo seguro'." Mais uma matéria abordando a falsa segurança do sexo praticado com uso de preservativos.

Dias atrás, li outra matéria sobre o assunto, publicada em blog de uma comunidade americana em que tenho participação. Relatando graves estatísticas e sérias referências técnicas acerca da realidade da sociedade americana por decorrência disto.

O Governo dos Estados Unidos tem praticado, ao longo de décadas recentes, uma política como que de estímulo ou tolerância à prática do sexo seguro entre a juventude. O "safe-sex". Tomando por base o uso dos preservativos sexuais masculinos, e recentemente também considerados os femininos...

Bem, venho há dias refletindo sobre a probidade de publicar algo por aqui. E hoje acabei decidindo, frente ao crescimento do problema de forma distribuída cada vez mais preocupante na sociedade.

Não vou estender-me muito, apenas mencionar alguns aspectos da matéria americana que deixaram a população americana surpreendida: pela matéria, cerca de metade das jovens negras na faixa etária entre os 13 e os 20 anos tem alguma forma de doença sexualmente transmitida, mesmo com o uso dos preservativos. Entre as jovens brancas da mesma faixa etária, uma em cada quatro está vitimada na mesma condição.

O relatório ataca a política social do Governo dos Estados Unidos, no tangente a este assunto, e registra que, dentre várias doenças sexualmente transmissíveis (DST), há algumas, como a candidíase e a sífilis, que são transmitidas mesmo com o uso dos preservativos. Pelas características naturais de seus agentes patogênicos em relação com as operações de utilização dos preservativos. A própria AIDS também não deixa assim de ser transmissível...

De forma que temos um quadro delicado em que a sociedade em que vivemos tem responsabilidade pelos danos decorrentes de uma covarde e inconseqüente postura no campo da educação sexual e dos costumes. Expondo assim a toda a população ao risco da degeneração sanitária em prejuízo de nossa qualidade de vida...

Quem mais se aproveita disto, no saldo final dos prejuízos, é quem nada tem a perder com os danos causados. E aqueles que vivem do mercado de preservativos, medicamentos e saúde humana... Muitos dos quais também vitimados por um processo cultural no qual se valoriza mais o ver TV que o ler, o "ouvir dizer" que o saber, o "levar vantagem em tudo" que o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo...

Assim, sexo seguro continua sendo o sexo-família fiel. Sexo embasado no discernimento do amor e da fidelidade conjugal, conseqüente, responsável, solidário à felicidade de cada pessoa com a qual convivemos, e gostaríamos de ver sempre feliz e saudável. Mesmo nesta terra.

O Céu é o limite dos que amam, mas temos o dever de mantermo-nos vivos...

Paz e saúde, e paz...


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Que Admiração eu Tinha Pela Legislação Ambiental...!

De família com ascendências econômicas ruralistas, tanto materna quanto paternalmente em origens essenciais, potencial herdeiro de propriedades rurais, e cidadão “da Grande Fazenda” como não raro alguns colunistas mencionam o Brasil, desde minha adolescência considerei a possibilidade de um dia vir a tornar-me também eu um produtor rural. E por isto desde os 13 anos aproximadamente dedico-me a conhecer e estudar tudo o que posso sobre Agronegócios.

Efetivamente, adquiri livros, assinei diversas revistas técnicas, participei de eventos de formação científica e tecnológica do setor, pratiquei a agropecuária sempre que de oportuno, vivendo, enfim, a realidade do setor. À medida em que as oportunidades eram a mim propícias. Dentre o que a própria vivência em ambientes também da família.

Bem, no âmbito das iniciativas que tomei, conheci também a legislação ambiental brasileira. A qual conheci ainda nos tempos do regime de exceção de 1964. Quando conheci também a primeira Constituição da República que pude estudar. Não seria por estar sob um regime de exceção que eu não iria procurar reconhecer o que havia. E assim conheci também algumas normas de defesa ou preservação do meio ambiente. Como as que regem as distâncias que devem ser mantidas incólumes junto a nascentes e demais recursos hídricos.

Achava aquilo uma maravilha! Mais do que leis, reconhecia, e reconheço, tais parâmetros como verdadeiros manuais de segurança do patrimônio natural! E tinha grande admiração por aquele material, e por quem de sua respectiva autoria! Acreditava que o meio ambiente brasileiro estava com futuro assegurado, e que o Brasil sempre seria bonito e saudável em seus campos e propriedades rurais. Como via em filmes e vejo hoje também em apresentações dinâmicas distribuídas pela Internet - “Power Point” -, ilustrações de belas regiões de mananciais em países desenvolvidos de diversos continentes. O que vi ontem assistindo uma delas. Que águas limpas, que segurança, que ar puro, quanta harmonia! Um espetáculo da racionalidade, de bom senso humano!

Entretanto, à medida em que fui evoluindo e tomando conhecimento das oportunidades de desenvolvimento socioeconomico nacional, fui verificando que muitos de nós estávamos crescendo destruindo tais bases de sustentação dos recursos naturais. Recursos humanos destruindo as raízes de seus recursos naturais. Uma aberração, um escândalo, uma vergonha... Como pode o homem querer dispor de água, se destrói o que a mantém?

É verdade que tomei conhecimento que em alguns países desenvolvidos, ao ser desconsiderada a natureza ambiental, a natureza humana pagou caro. Mas também que por lá foi interrompido este processo destrutivo ciliar.

Como estamos hoje, bem o sabemos... O aquecimento e o resfriamento global, aparentemente antagônicos, são agora sintomas interrelacionados... Pois a água que evapora mais por causa do aquecimento não é jogada no espaço sideral. Mas redistribuída no Planeta em que vivemos como que ao sabor dos ventos. E o gelo que derrete nos polos afetando o mar conforme as marés...

A humanidade, em sua maioria declaradamente de fé, pode ainda exercer esta graça, este dom, resignando-se a uma conduta humilde, inteligente e prudente. Tanto ao que pratica na natureza biológica quanto ao que pode praticar por sua natureza espiritual. Sim, orando e laborando - “Ora et labora.”. Temos exemplos bíblicos ricos de que o Senhor da Honra e de todas as coisas já respondeu a atitudes dos homens de fé por Ele orientados, após específicos períodos de crises decorrentes de desorientação nos costumes, e conseguiram com isto bençãos extraordinárias. Hoje não é diferente a condição. Mas devemos ser práticos, todos...

Jesus orava, e orou até quando expirou seu último suspiro. Ressuscitando no terceiro dia, o Messias dos Judeus, o Varão da Casa de Davi. Se o confessamos, porque não orarmos varonilmente também nós? Orarmos e trabalharmos... Sim, sem desperdiçarmos absolutamente nada do que realiza a natureza... Lembremo-nos, e admoestemo-nos, mutuamente, de que devemos considerar tudo. Tendo como referência os epísódios de multiplicação dos pães e dos peixes. Após todos estarem saciados, recolheram as sobras, em doze cestas... Para que? Para aproveitá-las, todas.

Jesus e Seus Discípulos não jogavam no lixo o resto dos alimentos não consumidos. Ele até mesmo recomendou que não se dessem as migalhas dos pães aos cachorrinhos... Aproveitar tudo o que a natureza produz, sem pormos a perder o que pudermos defender, é exercitar a inteligência – dom que nos difere das demais criaturas da Terra...

Eu continuo tendo admiração pela legislação ambiental que rege a preservação de nascentes e mananciais brasileiros. Mas tenho menos por aqueles que pensei um dia teriam, como eu, reverência a ela... Mas respeito a ambos. Questão de consciência...