domingo, 14 de agosto de 2016

Consciencioso Feliz Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais a todos os amigos que são pais e a todos os pais de quem têm amizade comigo. E também aos pais de todas as famílias dos que lerem estas.

Neste dia, uma reflexão que acabo de fazer considerando minha realidade de pai: importante é refletir na nossa história; em que temos a responsabilidade de nossos tetravôs, tataravôs, bisavôs, avôs, pais e de nós mesmos, que somos pais, pelo que nossos tetravôs e tetravós, tataravôs e tataravós, bisavôs e bisavós, avôs e avós, pais e mães, tios e tias, irmãos e irmãs, primos e primas, filhos e filhas, netos e netas, bisnetos e bisnetas, tataranetos e tataranetas, tetranetos e tetranetas, e todos os por estas mencionadas gerações fizeram, fazem, fazemos e farão, viveram, vivem, vivemos e viverão... Em que também importa considerar reverentemente, zelosamente, também todas as pessoas que com todos nós se relacionaram e relacionarão de uma forma ou de outra. Com uma autoridade ou com outra, com um poder ou com outro... Em que foi gerada dignidade ou indignidade, felicidade ou infelicidade? Em que dimensão foi favorecida ou não a vida? Em que amplitude foi despertado ou não o discernimento na santa fé? Em que foi estimulada ou não a busca das ciências e da sabedoria?

Independente das respostas que cada um de nós possa ter sobre tudo isto, importa rever nossas histórias e, tomando como referência, por exemplo, o lema do Apóstolo da Califórnia, São Junípero Serra, continuar vivendo e fazendo viver. "Sempre avante, jamais retroceder. A todos os que têm pais vivos com os quais possam confraternizar, desejo o melhor da vida neste sentido, especialmente hoje. Confraternizem calorosamente, generosamente, com abundância de amor! Vivam e façam viver! Aos que não mais têm, ou não têm condições práticas para isto, desejo a paz que vossos pais amorosamente sempre desejaram vocês tivessem. E aos pais não alcançados por seus filhos nesta data, a paz da consciência em virtude do que melhor fizeram pelos seus filhos e todos os seus descendentes. E a todos as graças e o reconhecimento do Pai nosso que está nos Céus. Que nos ama, a cada um de nós, como nós somos. Felicidades a todos...!

domingo, 31 de julho de 2016

Glória Ao Pai Com a Mãe Um Só Corpo e Um Só Espírito...!

Quadro da Coroação de Maria Santíssima
Fonte: Blog Paróquia Ressurreição do Senhor - Ondina, Salvador, Bahia

Se o homem e a mulher com vocação matrimonial deixarão os seus pais e se unirão formando assim diante do Senhor um só corpo e um só espírito, certamente é assumir que os Pais de Jesus, Deus e Sua Maria Santíssima, também o Seriam, não é...?! Em que temos, ainda, que a Família Real Celeste jamais existiria perante nós sem Maria a integrando em plenitude... Imaculada concebida sem pecado... Predestinada a ser digna e santa esposa de Deus e mãe de Jesus, Deus feito homem...

Do que, ainda que considerando que "a mulher deve ser submissa ao seu esposo e o esposo deve amar a sua mulher", poderíamos hoje invocar: "Glória ao Pai, à Mãe, ao Filho e ao Espírito Santo...!" Afinal, a Mãe Esposa não faz com o Pai Todo-Poderoso Um Só Corpo e Um Só Espírito?! Mesmo porque, se temos que por trás de um grande homem há uma grande mulher, a grande obra divina em Jesus teve a essencial concorrência e parceria de Maria que acolheu os desígnios de Deus com o "sim". Ainda que a Mãe Santíssima do Filho de Deus tenha sido previamente objeto da Sua Divina Providência. Pois, da mesma forma que uma esposa virtuosa humana nisto cresce à medida em que corresponde às necessidades e orientações de um dignificante esposo, sendo ambos criados à imagem e semelhança de Deus, Maria ao par correspondeu às expectativas e necessidades de Seu Esposo Místico. Que gerou Seu Filho encarnado em ventre humano. Para a obra missionária da salvação, do resgate da humanidade ao acesso ao Reino dos Céus...

Poderíamos dizer entretanto que, se o Pai sabe mais que a Mãe, é o Todo-Poderoso, o Criador de tudo o que há, em que o homem à Sua imagem e semelhança também Lhe é considerado, a Ele somente caberia a nossa glorificação...

Ora, sabemos que também somente o Pai sabe quando se dará o último dia. A única coisa que Ele não partilhou com o Filho... E nem por isto deixamos,
no âmbito da Igreja Católica, de tradicionalmente glorificar ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo... E à Mãe Imaculada Concebida sem Pecado assunta aos Céus que com o Esposo, poderíamos reverentemente considerar por analogia, passou a ser Um Só Corpo e Um Só Espírito...?! Como é que fica?!

A hierarquia da Santíssima Trindade não impede que se dê glória a todas as Suas Três Pessoas. Das quais a Mãe, parte vital para o nascimento de Jesus, não é sequer separável na essência da estratégia parceira aos objetivos da obra de redenção em Cristo Jesus, Homem e Salvador. Não é o sucesso dos filhos resultado do trabalho conjunto de concepção e criação de pai e mãe? Não é portanto o sucesso deles resultantes mérito de pai e mãe, respeitadas as pequenas diferenças concernentes aos papéis de cada um deles? E a fidelidade integral da esposa ao esposo, e reciprocamente, fato que isto afirma e reforça?

Ao acordar hoje, a primeira coisa que fiz foi falar a Deus: "- Pai, vos amo de todo coração e toda mente... Gostaria que todo mundo pudesse falar isto a Vós, também." Depois disse a Nossa Senhora: " - Mãe, vos amo de todo coração e toda mente...! Ao par do Pai...! Vós sois com Ele uma só carne, um só corpo, e um só Espírito...! Marido e mulher, pais de Jesus...!" E pensei também em como seria bom se todos os que creem em Deus e na vida efetiva de Sua Maria ao Seu lado pudessem também expressar isto a Eles... Do fundo do coração, e da mente...

Boa semana, e bom Mês da Bíblia que amanhã se inicia...!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

De Pais Amorosos...

Pais amorosos, ainda que relativamente distantes,
Sempre estão atentos e desejosos à felicidade
E harmonia com seus filhos a bem lembrados...
Ainda que a prodigalidade seja projetada como uma realidade.
Independente do que sejam os fatos e a história em verdade...
 
Com estes versos, expresso minha consciência e meu discernimento de valor, meu interesse e minha vontade, a que todos os filhos de pais por eles amorosos não tenham a menor dúvida da melhor acolhida que sempre poderão ter...

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sim, Sobre Nossa Realidade Socioambiental...

Vivemos há décadas uma realidade de comunicação socioambiental extraordinária. Com projeções de realidades que percebemos como que remotamente. Porém com certa força de presença em nossas vidas pessoais, pelo que a muitos tem sido considerado o poder tecnológico. Emissões sonoras em altas frequências distribuídas socializadamente ao bel prazer de detentores de poder tecnológico para isto, por vezes arrogados ou associados ao exercício do poder político-administrativo estabelecido. Aos cidadãos comuns a dificuldade de explicações técnicas e do reconhecimento de fontes de tais formas de expressão é evidente. Em especial quando tais fatos se dão no âmbito de populações vivendo sob regimes excepcionais de Direito em que ao Estado arbitrário é possível deter ou prender sem explicar ou estar sujeito a recursos judiciais de defesa. Quando o sistema judiciário é valioso para o processamento de ações com isto coadunadas.  

Estes fatos são também objeto de considerações sobre origens sobrenaturais. Como que decorrentes de regulações divinas ou malignas, quando Deus estas o permite. Em que isto poderia ser explicado por interesse divino na seriedade moral de todos os atingidos por tais projeções... Em que temos sensações de conhecimento de fatos por vezes comparáveis com projeções psicológicas mas que por outras testemunhados compartilhadamente por grupos afins centrados no discernimento dos mesmos. Ao que comungam de paridade em percepção. A percepção extrasensorial é também aqui de modo geral considerada...

Sem conclusões objetivas sobre causas, formas, efeitos e interesses relacionados, estima-se uma certa gama de explicações para isto tudo: ações coordenadas de grupos relativamente dominantes em interesse de seus protegidos ou manobras da sociedade sob motivos que o cidadão comum desconhece ao certo;  ações motivacionais da iniciativa potencial a bem do desenvolvimento, junto a lideranças com potenciais latentes em populações carentes; e ações ideologicamente adversas quanto a valores culturais, estratégicos ou políticos, na precariedade do exercício do poder frente à realidade da demanda real para responsabilidades de governança... Além das sobrenaturais acima mencionadas... 

Sem discutir aqui acasos ou casos, de forma conjectural e estúpida, infrutífera, vale atermo-nos a uma realidade potencial em particular: o caráter de cada um de nós inseridos neste contexto. Em que, considerando muitas destas ações procedentes da concorrência humana expressa, temos também muitas lideranças de governança, públicas ou privadas, em suas condições de autoridades institucionais ou morais constituídas, pouco afeitas ao exame e trato democrático a bom termo com cidadãos a isto propostos. No caso de estimas de algumas destas vivências compartilhadas terem origem sobrenatural pelos motivos projetados acima expostos, muitos de nós, não raros, mesmo com certa sensibilidade de consciência sobre esta dimensão possível, vêm exercendo um estilo de vida profundamente ignorante, imprudente. Admitindo, permitindo-se, práticas sociais condenadas por Deus. Mesmo estimando que certas projeções, que se confundem com ação do maligno pelo anonimato da comunicação dada, seriam nada mais nada menos que o resultado de reação de Deus sobre o que poderia ser classificado como desabonador da conduta humana... Uma vez isto confirmado...

Uma vez que o ser humano vê-se num contexto tal, não prestar-se ao respeito, em todas as condições socioambientais em que se enxergar, é uma estúpida insensatez. E uma afronta ao poder de Deus, quando não a isto alienada... 

Seria de essencial valor a todos nós pensarmos nisto com praticidade, e assim repensarmos nosso estilo de vida e nossas práticas culturais e sociais. Nossos costumes, nossos hábitos, nossos vícios... Nossos mandos e desmandos...

 

domingo, 5 de junho de 2016

Hora da Misericórdia - Outra Reflexão


Imagine estarmos dependurados numa cruz, amarrados por tempo indeterminado até nosso último suspiro. Quinze minutos, trinta minutos, uma hora, duas, e três... Imagine agora estarmos dependurados encravados... Sem termos como nos mexer, sujeitos às leis da biologia, da física e da química, e assim expostos ao tempo, ao Sol, ao vento... Imagine a ação da gravidade, puxando nossos corpos pra baixo, dilatando os furos feitos pelos cravos em nossos braços e nossos pés... Sem termos a menor condição de sequer nos ajeitarmos, e sujeitos ao quanto mais nos mexermos pior podermos ficar...

Foi assim a agonia de Jesus na cruz, durante três horas. E assim ele ficou após a morte, pelo menos durante mais três horas após morrer. E assim Sua Santíssima Mãe Lhe acompanhou de perto, solidária em todos os Seus sofrimentos. Mas nobre no discernimento da santa fé...

Esta reflexão foi dada há pouco, durante a contemplação da décima segunda estação da Via Sacra. Em que imergir você nesta rica oportunidade de se aprofundar na realidade vivida por Jesus foi considerado muito proveitoso a todos nós. E a Jesus e Maria... E Deus Pai e ao Espírito Santo que age onde quer...

Sobre a Hora da Misericórdia, clique aqui


quarta-feira, 18 de maio de 2016

De Estado, Governo e Povo

Toda atribuição, haver e responsabilidade de Estado é também competência política geral de Governo. Mas nem todo haver de Governo é de competência do Estado. Mas o de desempenho de toda pessoa investida em ambos é sujeito à competência do povo. Isto é valioso especialmente em assuntos de caráter moral e cívico, político-administrativos e acessórios.

Com isto, temos que, quando os investidos em funções temporárias, o Governo assim tecnicamente discriminado, são convidados ou requeridos a prestar atenção a assuntos de desempenho do Estado, quer por ele quer por cidadãos reclamando seu bom desempenho, não tem o direito de se omitir. Sob alegação de que gestão de Estado não lhe compete.

Gestão de Governo envolve Estado, gestão de Estado não necessariamente envolve gestão de responsabilidades temporárias de Governo. Ao que, quando o Governo, investido pelos seus valores ideológicos e políticos, é requerido a examinar com o cidadão o que é a ele apresentado, tem obrigação moral e cívica de examinar a bom termo. E promover toda solução pertinente ao esclarecimento de dúvidas e promoção de soluções necessárias. Para ordem e segurança institucional geral. Econômica, política e social. Quando não o faz, incorre na omissão. Seja qual for a explicação: ausência de compromisso com o que é de interesse, brincadeira, conluio ou cumplicidade, ignorância, insegurança institucional ou pessoal, negligência expressa ou qualquer outra.

Portanto, jamais gestores de Governo têm o direito de omissão ao exame de coisas de Estado que lhe são requeridas conhecer e devidamente tratar. Cabendo ao povo, de modo adequado, geral e qualificado,  o exercício da responsabilidade no interesse próprio a que Governo e Estado, a máquina administrativa permanente assim também conhecida, desempenhem suas atribuições com lisura e satisfatoriamente ao que lhes é imputado por proventos e responsabilidades de natureza pública.

  

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Um Pouco Cultural de Uma Banda de Rock

Um pouco de história cultural de uma banda de rock autora do disco Sabotage (Sabotagem).

Na matéria do Whiplash.Net  Black Sabbath: a história por trás de "Sabotage", temos relatos de uma série de contextos com enfoques analíticos de realidades críticas. Interessante e útil como referência.

Se quiser conhecer as músicas do disco, uma boa pedida é começar pela número um, "Hole in the Sky". No YouTube, após esta surge a excelente "Thrill of it All".

Não use drogas, mesmo que os efeitos depressivos possam fazer com que você possa finalmente, após algum tempo de desgaste e afunilamento psíquico natural, colher de suas raízes educacionais o que faria, então por caminhos tortos, você "se sentir religioso", como projetado na reportagem! Nunca precisei, e nunca precisarei, mais que vontade de paz e santa fé para rezar...! Graça, bem, sabedoria, paz e vida em plenitude! E música! Porque "que canta reza duas vezes"...!

Mas, por que será que mais uma vez lembrei do "Sabotage", hein...?!