domingo, 12 de abril de 2009

Sexo Seguro é Sexo-Fidelidade Conjugal...

Acabo de abrir o blog de um amigo da Comunidade Canção Nova. O que vejo como postagem de topo? "A máscara mundana do 'sexo seguro'." Mais uma matéria abordando a falsa segurança do sexo praticado com uso de preservativos.

Dias atrás, li outra matéria sobre o assunto, publicada em blog de uma comunidade americana em que tenho participação. Relatando graves estatísticas e sérias referências técnicas acerca da realidade da sociedade americana por decorrência disto.

O Governo dos Estados Unidos tem praticado, ao longo de décadas recentes, uma política como que de estímulo ou tolerância à prática do sexo seguro entre a juventude. O "safe-sex". Tomando por base o uso dos preservativos sexuais masculinos, e recentemente também considerados os femininos...

Bem, venho há dias refletindo sobre a probidade de publicar algo por aqui. E hoje acabei decidindo, frente ao crescimento do problema de forma distribuída cada vez mais preocupante na sociedade.

Não vou estender-me muito, apenas mencionar alguns aspectos da matéria americana que deixaram a população americana surpreendida: pela matéria, cerca de metade das jovens negras na faixa etária entre os 13 e os 20 anos tem alguma forma de doença sexualmente transmitida, mesmo com o uso dos preservativos. Entre as jovens brancas da mesma faixa etária, uma em cada quatro está vitimada na mesma condição.

O relatório ataca a política social do Governo dos Estados Unidos, no tangente a este assunto, e registra que, dentre várias doenças sexualmente transmissíveis (DST), há algumas, como a candidíase e a sífilis, que são transmitidas mesmo com o uso dos preservativos. Pelas características naturais de seus agentes patogênicos em relação com as operações de utilização dos preservativos. A própria AIDS também não deixa assim de ser transmissível...

De forma que temos um quadro delicado em que a sociedade em que vivemos tem responsabilidade pelos danos decorrentes de uma covarde e inconseqüente postura no campo da educação sexual e dos costumes. Expondo assim a toda a população ao risco da degeneração sanitária em prejuízo de nossa qualidade de vida...

Quem mais se aproveita disto, no saldo final dos prejuízos, é quem nada tem a perder com os danos causados. E aqueles que vivem do mercado de preservativos, medicamentos e saúde humana... Muitos dos quais também vitimados por um processo cultural no qual se valoriza mais o ver TV que o ler, o "ouvir dizer" que o saber, o "levar vantagem em tudo" que o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo...

Assim, sexo seguro continua sendo o sexo-família fiel. Sexo embasado no discernimento do amor e da fidelidade conjugal, conseqüente, responsável, solidário à felicidade de cada pessoa com a qual convivemos, e gostaríamos de ver sempre feliz e saudável. Mesmo nesta terra.

O Céu é o limite dos que amam, mas temos o dever de mantermo-nos vivos...

Paz e saúde, e paz...


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Que Admiração eu Tinha Pela Legislação Ambiental...!

De família com ascendências econômicas ruralistas, tanto materna quanto paternalmente em origens essenciais, potencial herdeiro de propriedades rurais, e cidadão “da Grande Fazenda” como não raro alguns colunistas mencionam o Brasil, desde minha adolescência considerei a possibilidade de um dia vir a tornar-me também eu um produtor rural. E por isto desde os 13 anos aproximadamente dedico-me a conhecer e estudar tudo o que posso sobre Agronegócios.

Efetivamente, adquiri livros, assinei diversas revistas técnicas, participei de eventos de formação científica e tecnológica do setor, pratiquei a agropecuária sempre que de oportuno, vivendo, enfim, a realidade do setor. À medida em que as oportunidades eram a mim propícias. Dentre o que a própria vivência em ambientes também da família.

Bem, no âmbito das iniciativas que tomei, conheci também a legislação ambiental brasileira. A qual conheci ainda nos tempos do regime de exceção de 1964. Quando conheci também a primeira Constituição da República que pude estudar. Não seria por estar sob um regime de exceção que eu não iria procurar reconhecer o que havia. E assim conheci também algumas normas de defesa ou preservação do meio ambiente. Como as que regem as distâncias que devem ser mantidas incólumes junto a nascentes e demais recursos hídricos.

Achava aquilo uma maravilha! Mais do que leis, reconhecia, e reconheço, tais parâmetros como verdadeiros manuais de segurança do patrimônio natural! E tinha grande admiração por aquele material, e por quem de sua respectiva autoria! Acreditava que o meio ambiente brasileiro estava com futuro assegurado, e que o Brasil sempre seria bonito e saudável em seus campos e propriedades rurais. Como via em filmes e vejo hoje também em apresentações dinâmicas distribuídas pela Internet - “Power Point” -, ilustrações de belas regiões de mananciais em países desenvolvidos de diversos continentes. O que vi ontem assistindo uma delas. Que águas limpas, que segurança, que ar puro, quanta harmonia! Um espetáculo da racionalidade, de bom senso humano!

Entretanto, à medida em que fui evoluindo e tomando conhecimento das oportunidades de desenvolvimento socioeconomico nacional, fui verificando que muitos de nós estávamos crescendo destruindo tais bases de sustentação dos recursos naturais. Recursos humanos destruindo as raízes de seus recursos naturais. Uma aberração, um escândalo, uma vergonha... Como pode o homem querer dispor de água, se destrói o que a mantém?

É verdade que tomei conhecimento que em alguns países desenvolvidos, ao ser desconsiderada a natureza ambiental, a natureza humana pagou caro. Mas também que por lá foi interrompido este processo destrutivo ciliar.

Como estamos hoje, bem o sabemos... O aquecimento e o resfriamento global, aparentemente antagônicos, são agora sintomas interrelacionados... Pois a água que evapora mais por causa do aquecimento não é jogada no espaço sideral. Mas redistribuída no Planeta em que vivemos como que ao sabor dos ventos. E o gelo que derrete nos polos afetando o mar conforme as marés...

A humanidade, em sua maioria declaradamente de fé, pode ainda exercer esta graça, este dom, resignando-se a uma conduta humilde, inteligente e prudente. Tanto ao que pratica na natureza biológica quanto ao que pode praticar por sua natureza espiritual. Sim, orando e laborando - “Ora et labora.”. Temos exemplos bíblicos ricos de que o Senhor da Honra e de todas as coisas já respondeu a atitudes dos homens de fé por Ele orientados, após específicos períodos de crises decorrentes de desorientação nos costumes, e conseguiram com isto bençãos extraordinárias. Hoje não é diferente a condição. Mas devemos ser práticos, todos...

Jesus orava, e orou até quando expirou seu último suspiro. Ressuscitando no terceiro dia, o Messias dos Judeus, o Varão da Casa de Davi. Se o confessamos, porque não orarmos varonilmente também nós? Orarmos e trabalharmos... Sim, sem desperdiçarmos absolutamente nada do que realiza a natureza... Lembremo-nos, e admoestemo-nos, mutuamente, de que devemos considerar tudo. Tendo como referência os epísódios de multiplicação dos pães e dos peixes. Após todos estarem saciados, recolheram as sobras, em doze cestas... Para que? Para aproveitá-las, todas.

Jesus e Seus Discípulos não jogavam no lixo o resto dos alimentos não consumidos. Ele até mesmo recomendou que não se dessem as migalhas dos pães aos cachorrinhos... Aproveitar tudo o que a natureza produz, sem pormos a perder o que pudermos defender, é exercitar a inteligência – dom que nos difere das demais criaturas da Terra...

Eu continuo tendo admiração pela legislação ambiental que rege a preservação de nascentes e mananciais brasileiros. Mas tenho menos por aqueles que pensei um dia teriam, como eu, reverência a ela... Mas respeito a ambos. Questão de consciência...

sábado, 14 de março de 2009

Terapia do Elogio

Acabo de responder uma mensagem que recebi de uma amiga, justamente conhecida no Orkut - vejam só! -, na qual procura-se despertar a sociedade para a iniciativa do elogio em cada progresso que se nos é visível. Seu título é o que uso para esta postagem. E acabei comentando com base na minha sensibilidade pessoal ao que, ao par de quem a originou, decerto. E agora estou aqui, partilhando a mesma de público.

Em várias sociedades contemporâneas, as pessoas não raro são viciadamente tímidas para elogiar, aplaudir e enaltecer quem faz, quem evolui particularmente... De público ou privativamente... Em nome talvez de um "coletivismo", de um "socialismo igualitário..." Mais hipócrita e acomodativos para os grupos tradicionalmente dominantes do que qualquer outra coisa... Como que sugerindo-se que progredir é simples obrigação e socializar é o ao social realizável é o fim e a razão de toda evolução. Como se todos nós devessemos ser considerados iguais...

Somos iguais coisa alguma...! Como quem não faz é igual a quem faz?! Como quem é acomodado é igual a quem é esforçado?! Como quem é convarde é igual a quem é herói ou heroína? Como quem permanece na ignorância é igual a quem a supera?! Não interessam os motivos...

Anos atrás, assistindo a uma apresentação maravilhosa do Coral de um hospital da cidade onde eu moro, ao final levantei-me para aplaudir de pé...! Estava no meio de uma platéia que era de aproximadamente 1000 pessoas... Ninguém acompanhou... E o espetáculo foi uma maravilha! Nao sei... Mas a atitude coletiva do grupo mostrou ao Coral quem é que lhe assistiu... E referenciou-se sobre a valia do esforço do grupo... Horrível...

A mentalidade de não elogiar muito alguém, "a não ser que seja do Governo" ou "coisa nossa" (porque o Governo "é nosso, somos nós"), inibe iniciativas de liderança em todas as sociedades. Em especial em populações nas quais as oportunidades de desenvolvimento são exíguas. Em meio ao que os esforços de superação da mesmice deveriam ser mais elogiados ainda do que onde as oportunidades são mais acessíveis a todos...

Enquanto o ser humano for egoísta, orgulhoso, vaidoso, irá fazer o "lobby" de grupismo. Para justificar sua acomodação, seu "cansaço de guerra", face às necessidades de esforço determinado a promover a qualidade de vida, não vai causar nada mais senão a apatia, o marasmo, o coletivismo entrópico. Enquanto o ser humano, esteja onde estiver, chegue de onde chegar, não assumir que felicidade própria não se resume mediocremente à realidade doméstica, municipal, ou provinciana. Ou mesmo à qualidade do que simboliza restritamente o elogio do coletivo, haverá abuso, desânimo, injustiça, insegurança, pobreza, e sudesenvolvimento. Sensação de despersonalização de valores individuais em nome de um demagógico imperativo coletivo...

A bandeira do Brasil nas mãos de um campeão de Fórmula 1 ou a Taça da FIFA nas mãos da Seleção Brasileira, ou mesmo um cidadão de estratos não privilegiados na Presidência da República, podem não significar nada mais do que símbolos ilusórios, símbolos postos ao bel prazer daqueles que, rebeldes ao reconhecimento e respectivo incentivo das realizações individuais ao seu alcance apresentadas, somente sabem enaltecer "o Poder". E não o fazer, o ser, o superar-se a si mesmo, o vencer...

Elogiar quem progride, publicar sua admiração, não é motivo de egoísmo, imprudência ou vergonha. É fator de ânimo aos potenciais latentes. Sem por isto ser desprezo ao senso do social... É fator de educação, gratidão e reconhecimento. Em especial daquilo que se faz, como uma obra de arte grupal e musical, em integração e promoção do amor à vida...

Este assunto é tão importante, e julgo tão necessário abordá-lo, que resolvi tratar dele aqui... Ter consciência do social é preciso. E ser social é também aplaudir, eloquentemente, quem faz por merecer a bem da felicidade geral... Mais ainda quando graciosamente...

domingo, 8 de março de 2009

Pelo Dia Internacional das Mulheres

Mulher...

Criatura da qual nenhum de nós esquece

Berço esplêndido do ser desde a concepção
Alicerce da vida já na gestação
Acalento natural de seio amor-nutrição

Beleza, doçura, destreza, afeição que aquece
Artesã social sobremaneira distinção
Atenta pura candura feita inteira emoção

Brilho humano inquietude que coração enobrece
Amiga fiel companheira inspira poema e canção
Adoradora de Deus no lar sustenta oração

Base a um grande homem é um feliz alicerce
Amorosa e altaneira transforma pedra em paixão
Aplicada e diligente sustenta em Alma e razão

Às mulheres que eu conheço
Às mulheres dos meus amigos
Às irmãs, filhas, sobrinhas
Às cunhadas, primas, comadres
Às mães solteiras e às casadas
Às guardadas e às desviadas
Às perdidas e abandonadas
Às doentes, sadias ou saradas
Às santas e às pecadoras desesperadas
As Mãos Santas de Maria as façam realizadas...!

Feliz Dia Internacional da Mulher 2009...!

Beijos!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Mais Sobre o Orkut e Sítios de Relacionamento

Recebi, semanas atrás, uma reflexão de autoria de um professor de Informática preocupado em alertar à sociedade brasileira em especial sobre o que existe em torno do Orkut. Justamente tema que enfoquei em minha última postagem.

Ora, o bem intencionado autor acima mencionado afirmou que o propósito e o maior triundo do Orkut seria obter informações de uma classe privilegiada da população brasileira. Ao que apresenta a questão: “Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?”. Seguida de comentários de que em outras culturas há hesitação em participar suas vidas e dados de intimidade de forma irresponsável e leviana, assim... E referindo-se ainda a telefonemas que participantes daquela comunidade virtual de relacionamento poderiam ou teriam recebido já, por conta de especulações de delinquentes, e outras tantas! Fala de exposição de contextos de vidas de titulares de perfis que publicam fotos de família, viagens, expõem recados e mais recados, referências patrimoniais e tudo o mais que podemos lá ver. Que, na maioria dos casos, jamais seria publicado pelas colunas sociais que mostram mesmo gente que realmente faz e faz a diferença! E não simplesmente quer ser sem jamais exercer o que de fato importa à construção e à defesa de valores econômicos e ou sociais de forma evidentemente compromissada. Descontado o que aparece acessória ou contingencialmente por, digamos, “carona”! E conclui recomendando aos incautos alienados e alienistas os cuidados que entende por bem adotarem. Para que não venham a ser objetos de planos de extorsão, seqüestro e outros delitos mais!

Bem, ele somente não comentou que, se o bandido ligar para extorquir dinheiro, você pode denunciar à Polícia e tomar providências outras que julgar necessárias. E tampouco que muito do que é apresentado em vários perfis do Orkut, e outros sites de relacionamento com assiduidade brasileira acima de qualquer outra, o é justamente devido à precariedade da população brasileira! E que a população brasileira muitas vezes ve-se na conveniência de participar de sistemas como Orkut e outros similares porque nele tem uma capacidade de integração social por potencial de comunicação compartilhada excepcional. Não raro suprindo assim deficiências da também brasileira mídia convencional, em nossas necessidades de interesse isento por defesa dos direitos individuais, normalidade democrática, ordem comercial e econômica e qualidade cultural presencial. Por vícios sociologicamente dados em decorrência de nossa condição e evolução histórica.

Ora, o que publicamos no Orkut publicaríamos na lanchonete, no local de trabalho, no círculo de vizinhança e onde mais temos acesso. E se acharmos por bem. Sites de relacionamento oferecem mesmo riscos de exposição. Mas o dia a dia também! Tanto na realidade da internet como na natural, estamos expostos a riscos os mais diversos. Cabe a cada um de nós ter o bom senso e não sermos ridículos ao ponto de querermos nos afirmar ali pelo que não conseguimos em nossas realidades naturais. Ninguém engana ninguém, ninguém é bobo, ninguém é tolo. Apenas pode estar ou ser sujeito temporário à ilusão, ou à distração! Muitas vezes admitida por esporte ou pedagogia! Cabe a quem de interesse expor o que se lhe interessa, de acordo com o que se lhe parece melhor. E viver, sem medo de interagir, sem medo de fazer viver. Sem perda de capacidade comunicativa essencial, num País em que a mídia é atrelada a Governo. E em que Governo não é necessária ou seguramente sinônimo de discernimento institucional, isenção político-administrativa, integridade e respeito pela democracia, pela família, pela livre iniciativa, pela livre negociação, pelo contribuinte, por consciência religiosa, e também por Deus...

sábado, 17 de janeiro de 2009

A Realidade das Amizades Virtuais!

Há anos tendo um perfil no orkut, e alguns em outros sítios de relacionamento internet nos quais tenho participação devido a alegações de interesse profissional, mais propriamente, verifico de vez em quando alguém referir-se a amizades virtuais como se elas não fossem reais.

Se começamos uma amizade convencionalmente dada através de uma carta ou de um telefonema que realizamos ou recebemos, jamais consideramos esta amizade irreal. No que temos exemplos, assim como de várias relações iniciadas pela internet, de casos que viraram até mesmo casamentos harmoniosos, sociedades empresariais, ou tão somente tomaram corpo no cotidiano além-computadores.

Ora, toda relação pessoal que se dá no campo humano, seja através do conhecimento presencial, seja através de qualquer outra forma, é real. E sempre será! Não sendo diferente, portanto, aquelas que honestamente se dão através da internet. Assim proporcionando às partes que delas participem relações de afeto, interesse, reconhecimento, trabalho e tudo o mais que possa se dar a bem. Nos mesmos níveis de envolvimento resultantes de qualquer outra forma de relação social.

Tanto no caso da internet como nos casos de cartas ou telefonemas, ou mesmo no de relações sociais dadas presencialmente, há riscos de falsidade de identidades, propósitos e responsabilidades econômicas e sociais. Também presencialmente temos falsificação de identidade e documentos - a chamada penalmente falsidade ideológica.

Entretanto, devemos ter em conta que uma relação social que se dá num sítio de relacionamento é, em geral, precedida de uma análise de perfil de uma ou das duas partes. Em que cada participante tem a faculdade de apresentar-se e de reconhecer ao outro. De forma que, em havendo honestidade de propósitos e maturidade no proceder, as amizades constituídas nos sítios de relacionamento nos proporcionam, assim, muito menos chances de frustrações do que algumas outras formas espontâneas de desenvolvimento.

Portanto, quem não considera as chamadas amizades virtuais como amizades reais, de fato está se iludindo quando ao valor que elas de fato representam. Amizades constituídas em sítios de relacionamento internet podem ser justificadas por: apoio moral a pessoas com interesses afins; interesse em interação pessoal específica entre as pessoas; interesse político, profissional ou religioso; relações geopolíticas; relações familiais; e mais alguns aspectos eventualmente aqui não englobados! Mas jamais de forma irreal!

Assim, temos que o que é saudável considerar é que amizades "virtuais", de fato, são amizades reais. Assim como temos amigos ou colegas de estudo, profissão, religião, trabalho ou vizinhança, compatriotas e conterrâneos, dentre os quais temos alguns com maior e outros com menor intensificação de interação pessoal, nos sítios de relacionamento é a mesma coisa! Não devemos por limites a que estas amizades tomem corpo no nosso cotidiano natural, para não incorrermos num vício patológico de ilusão. E para que tenhamos proveito efetivo e real de tudo o que praticamos. Quem faz amizade em sítios de relacionamento internet apenas para especular, brinca com a própria vida e com a alheia, sem dar-se ao devido respeito pelas respectivas felicidades. Ou ao menos engana-se quanto ao que precisaria providenciar a bom termo, para que participe da vida com qualidade. Sejamos felizes! Com todos os cuidados que devemos ter normalmente, sejamos felizes! Amizades dadas em sítios de relacionamento não raro são valiosas como soluções de qualidade de vida! Mesmo que, como em todas as demais formas, também envolvam riscos, ao que devemos apenas e atentamente identificar quem se nos apresente. Admitindo o estreitamento de laços interpessoais com a objetividade e a segurança recomendáveis em qualquer situação.

domingo, 23 de novembro de 2008

Casamento, Emprego, Gastos, Sexo e Opinião...!

Estive há pouco respondendo a uma amiga que tenho em virtude do Orkut. Sobre uma mensagem que dela recebi referindo-se à influência da opinião de terceiros nas decisões e na vida de muitos de nós. Do que resolvi que este seria o tema para a minha postagem do blog, sobre o que estava atinando há dias. Veja só, ainda que com algumas modificações, aonde acabei chegando!

Esta influência, respondi, é um reflexo de nossa insegurança, que somente se faz presente pela nossa ignorância! Tanto mais quanto somos alienados em relação aos valores do que fazemos! Deus nos recomenda, entre Seus vários conselhos bíblicos, que devemos usar a mente para filtrar tudo o que o coração nos pede, todos os seus impulsos. E então, somente após a aprovação da razão, prosseguirmos no que de primeiro momento se nos é atraente e agradável. Não raro interessante pelo "cansaço da vida", que não deve ser vista por nós senão que como algo a ser bem superado. Nesta fase pré-passagem curta e que deve ser certa! Mas a opinião alheia não deve mesmo ser, idealmente, o fator decisivo de nossos passos! Para o que, devemos ter sempre o entendimento a respeito do que é a nós essencial... Entendimento, um dos dons do Espírito Santo...! O Espírito da Vida...! Este Espírito que faz-nos esperançosos, e do Qual somos Tabernáculos Corpos, jamais foi, é e será inconseqüente! Quem blasfemar contra Ele, jamais será perdoado. Embora o possa ser se por distração blasfemar contra o Pai ou o Filho Redentor do Mundo, da humanidade toda que Lhe abraçar ou abraçou!

Assim, muitas vezes o comodismo pela insatisfação temporal com as dificuldades desta vida, à qual somos material e interdependentemente ligados, tende a levar-nos querer como que sair deste plano consciente e “ir para o Céu”. Casualmente, estive refletindo hoje sobre o prazer sexual, veja só... E com estas palavras: quando as pessoas chegam ao prazer sexual ideal, é como se estivessem saído da nossa realidade terrena, rumo a algo superior e inalcançável aqui; como se fossem desligadas de tudo o que não agrada ou dificulta a vida na Terra! Como se de fato saíssem deste Mundo rumo a outro sem problemas de quaisquer naturezas, não é? Pois é! Então, com isto podemos concluir que uma das razões pelas quais a maioria das pessoas envolve-se sexualmente com outras, ainda que sem compromisso, é nada mais nada menos que simplesmente A FUGA DOS PROBLEMAS, DA REALIDADE DA VIDA, não é? Um prazer, sem dúvida agradável se obtido com amor e respeito. Mas um dano, se desprovido de compromisso de sustentabilidade a uma felicidade digna da consciência sobre a dependência pessoal e a responsabilidade que isto acarreta...

Ah! se uma grande multidão de pessoas que praticam sexo livre parasse para pensar nisto, atendo-se a que ao procurar o sexo na realidade procuram uma fuga ilusória da guerra que é esta curta vida! E da qual somente se liberta com a passagem digna para "uma melhor" condição! Após termos, cada um de nós, desempenhado bem nossos papéis, nossas missões! De prepararmo-nos – afortunadamente lembrando lemas do escotismo, veja só!!! - "o melhor possível" e "sempre alerta" para sermos cônscios e felizes em plenitude! Naquela Plenitude que todos almejamos corresponder um dia, no fundo dos nossos corações, quando poderemos curtir eternamente a Bela Vida que nos prometeu o Senhor, o Santo...!

Isto não nos impede de termos felizes realizações aqui, inteligentemente estabelecidas de acordo com a harmonia que a vida exige e faculta a que tudo o que nela se faça seja estável e fruto de perpétua e plena felicidade...! Claro que compreende-se a natureza das pessoas e a relação salutar entre os casais, entre os cônjuges a bom termo entre si compromissados e mutuamente dedicados. E que o amor conseqüente faz parte da vida e concorre à sua continuidade estável e harmoniosa!

Mas temos em conta, devidamente, a realidade de que, ao mesmo tempo em que o prazer proporcionado pelo sexo momentaneamente pode nos fazer como que viver um outro estado de vida, traz também certos vínculos... A prática sexual como que atrela-nos relativamente à matéria. Fazendo com que aquele momento em que somos como que projetados para fora do Planeta seja também um momento que nos aprisione a este... Porque tende a tornar-nos dependentes reincidentes. Não raro gravemente, afetando-nos profundamente no âmbito das nossas relações emocionais e sociais... Sem a experiência sexual, não conhecemos o momento físico que nos envia para um “estado novo” e superior. Estado pelo qual podemos também evidenciar quão sagrado é este laço de relação entre um homem e uma mulher. E que por isto amparado pela condição conjugal a bom termo sustenta a integridade afetiva e moral dos praticantes. Assegurando-lhes o necessário à auto-estima, dignidade e ordem pessoais e sociais.

Sem a experiência sexual, entretanto, mantemo-nos, por outro lado, mais independentes da carne, da matéria, do Mundo. Ficamos como que livres para vivenciar e testemunhar com melhor independência o Espírito e a Sabedoria. Com menos amarras à Terra, e muito mais livres para vivenciar os Céus, “Aquele Local” que, não apenas por um momento que passa rápido, mas eternamente, já hoje, é não simplesmente um “outro mundo sem problemas”, mas o Reino de Todos os Mundos, eternamente em paz, o Reino de Deus...

Bem, que a opinião pública e de toda a sociedade é um fato, e que ela tem sua importância e reflete a aprovação ou a reprovação do que se faz, sem dúvida não se nega. Que o sexo é importante para a preservação das espécies, da mesma forma. A decisão de fazê-lo ou não a bom termo, respeitando todas as vidas a isto vinculadas, e zelosamente a bem da felicidade em plenitude, tem uma dimensão ímpar e sagrada, tem também sumo valor. E afeta a auto-estima e a dignidade de todos os que são por isto alcançados. Casar com quem você achar por bem, cuidar de sua aparência, usar ou não roupa de grife, cultuar ou não a Deus, sermos religiosos consagrados ou simplesmente leigos de fé, freqüentar ou não um evento social, assumir ou não um “bom emprego”, e tudo o que devemos resolver, depende, em última instância, da nossa própria opinião. De nossa compreensão, de nossa própria formação. Por mais que possamos ser aprovados ou criticados, sempre o seremos pelo que tivermos decidido nós mesmos. Sejam quais forem as referências que tivermos adotado para decidir o que fazer...

Ao que é bom sempre lembrar o que não me canso de fazer: a frase do Frei Junípero Serra, Beato e Apóstolo da Califórnia, herói da história dos Estados Unidos: “SEMPRE AVANTE, JAMAIS RETROCEDER”. Nunca é demais pensar sempre nesta “boa opinião” antes de tudo o que nos pusermos a fazer...