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domingo, 24 de maio de 2009

Qualidade Portuguesa com Certeza!

Há algum tempo, participo de um grupo de profissionais de desenvolvimento de oportunidades internacionais de negócios. No qual mantenho contado com profissionais e integro grupos de interesse organizados em diversos Países.

Recentemente, ampliei meus horizontes profissionais através de um profissional liberal português dedicado a um projeto pessoal de fomento à qualidade de vida. Do qual venho tomando conhecimento na medida do que o tempo permite, e que tem nuances ao menos em parte análogas ao que apresento no espaço de utilidade pública (SERVIÇO) do portal T.S. SAL Editora.

Hoje, recebi a minha primeira mensagem dentre as distribuídas pelo referido profissional aos inscritos para o envio. E comecei a visitar alguns links. De início sem entender direito a dimensão de qualidade do projeto proposto por João Marques Carvalho, acabei novamente chegando, ora com mais vagar, aos textos do seu blog. E fiquei gratamente surpreendido por alguns textos que li.

Ele apresenta uma série de informações do mais alto valor para o processo de desenvolvimento socioeconomico e a qualidade de vida em geral. Pelo que já fiz comentários em duas de suas matérias. Quero ler todas as que puder. E recomendo a você que conheça o que ele faz. Vale à pena!

Para ter acesso ao que eu estou recomendando, clique aqui!

Seja feliz! Sejamos todos! Criteriosamente, com iniciativas que realmente consideram tudo o que concerne à qualidade de nossas vidas...

domingo, 17 de maio de 2009

Células-Mãe Sociais...

A família é a célula-mãe da sociedade, praticamente todos nós o percebemos ou sabemos. Mas não é somente ela que, em diversos casos, tem peso-mãe de qualidade de vida da sociedade.

Como uma célula-mãe social, é particularmente diferenciada das biológicas ou tecnológicas. Pois, tendo variância em complexidade e natureza socioambiental de acordo com as condições de seus componentes.

Na família temos o berço básico de toda a capacidade de capitalização humana das sociedades em que seus membros poderão ter participação. Dela, empresas e nações recebem fatores presumidamente inteligentes com poder articulador operativo com potenciais de construir ou destruir tudo o que no Mundo existe: natureza, organizações, pessoas, populações, realizações decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico, enfim, tudo o que afeta a vida...

Tudo o que influi e ocorre na qualidade de vida de uma família afeta essencialmente o potencial de cada um de seus membros no processo de vida de uma comunidade, de uma nação, e de toda a humanidade. Um valor ímpar, pelo que o ser humano tem em potencial de utilidade, seja qual for a sua origem. A natureza humana não discrimina condição de origem do ser para delimitação dos seus potenciais de desenvolvimento e participação na construção (ou destruição) da humanidade. Exemplos temos os mais diversos. Quando menos esperamos, eis que surge a solução inteligente dentre aqueles de quem não se esperava, não é?

Assim, o respeito pela ordem familiar, pela paz nas consciências a bem do sereno raciocínio de cada membro de uma família, é valor insubstituível como bem de humano capital social. Devendo ser observado por cada membro da sociedade. A começar não necessariamente pelos da própria família. Mas por todos. Pois, sendo o ser humano afetante de todos, todos tem o necessário dever de reverência a ele.

Quando temos a anarquia ou a desordem numa família, temos a insegurança e a instabilidade pessoais e socioambiental. Temos a dúvida quanto às premissas naturais concernentes ao gênero humano racional, não simplesmente instintivo. Mas emocional e referencialmente passível de afetação inibidora ou promotora do exercício salutar da atitude desenvolvimentista, evolucional... Quando temos a dignidade da ordem e do amor, respiramos raciocínio, razão. E colhemos bons frutos.

Quanto mais esteja a família inserida numa condição social de precariedade ou pobreza, tanto o cuidado sobre o respeito à integridade de sua estabilidade psicológica e social deve ser tomado. Independente de quem esteja burocrática e ou juridicamente com o ônus da primária representatividade e responsabilidade sobre a condução do que no seu âmbito interno ocorre. Pois, de qualquer família pode sair uma pessoa de insubstituível valor para a sociedade humana e tudo o que ela tem potencial de alcançar.

Assim, a prudência e seriedade por parte de Governos de quaisquer amplitudes ou condições é essencialmente importante quando de sua cogitação em inferir sobre a realidade socioambiental de uma família.

Governos que inferem de forma empírica, estúpida e ou inconsequente na condição sociambiental de uma família agem como que minando malignamente as capacidades e demais condições psicológicas e socioambientais de todos os seus membros. Em conjunto e individualmente. Passando, em inferindo, a ser tão responsáveis pela qualidade-mãe desta família perante a sociedade, quanto os seus responsáveis e representantes legais e sociais. Em regimes de exceção, então, nem se fala. Quando estes danos não são estendidos também à sociedade como um todo primariamente prejudicado, em alguns casos suspeitos. Que seriam a alguns autores politicamente convenientes...

Quando esta inferência se dá por meio de mecanismos excepcionais de participação, como com o uso de recursos de comunicação remota e ou socializada, Governos ou grupos à sua ordem a isto arrogados passam a ser classificáveis como anarquistas e subversivos. Em geral sempre tendo para tal absurdo segundas ou tendenciosas intenções, nada democraticamente igualitárias. Passam a ser classificáveis como usurpadores do poder a eles confiado de um modo ou de outro, traidores por falsidade ideológica inclusive. Desprovidos de sequer senso de valores para reger a ordem política e social do que a eles juridicamente imputável. Municipal, estadual, nacional ou geopoliticamente em espectro maior. Passam a ser consideráveis como danosos à natureza humana.

Quando isto se dá, a atitude salutar de uma família que se preste ao respeito, e tenha o discernimento de valores ao acima mencionado, é defender a honra da casa. Por ordem ao progresso... Famílias cujas capacidades de ação e liderança não são contempladas com isto acabam ficando danificadas por males de efeito moral cumulativos. Não raro irrecuperáveis. Refletem fraqueza e precariedade educacional e social. Senão também corruptibilidade socioeconômica. Podem assim refletir também falta de seriedade moral e cívica, e uma verdadeira demagogia preponderante em seus âmagos. Impostas por suas lideranças internas mais fortes ou mesmo compartilhadas.

Em ambos os casos, as duas entidades afetam sobremaneira a humanidade. Em todas as amplitudes populacionais que suas atitudes alcançam ou venham a alcançar. A curto, médio e longo prazos. De acordo com o que o exercício de tamanha estupidez possa permanecer ativo no tempo e no espaço...

Em casos assim, não somente à família é imputável a responsabilidade de célula-mãe da sociedade. Mas também ao Estado. Do que temos que tanto as dádivas como os danos desta conjunção de fatores podem ser atribuíveis a ambas as partes. A cada qual conforme o que tenha feito em relações de causas e efeitos...




sexta-feira, 8 de maio de 2009

Honra ao Mérito: Plantar e Colher, é Só Fazer...

Refletindo sobre a qualidade de vida brasileira atual, dedicando atenção a buscar as origens da mesma, verificamos uma série de conexões lógicas. Sem sombra de dúvida, e à luz do dia, podemos reconhecer, numa análise comparada com as realidades de alguns outros povos, que realmente temos muito a ver com o que vivemos atualmente.

Instituições, legislações, parlamentos, poderes públicos, potências econômicas privadas, religiosidade praticada, tudo a ver com as precariedades que atualmente vivemos em educação, eficácia institucional, emprego, estabilidade econômico-financeira, exercício da cidadania, fé declarada e professada, progresso, prosperidade, respeito, sustentabilidade ambiental natural e social, e qualidades outras que nos levam ao diagnóstico da nossa qualidade nacional em vários aspectos vista.

Plantamos para colher. E quando não o fazemos, o mato cresce, as pragas proliferam-se livremente. Pior ainda, quando plantamos o que é mal, o mal colhemos... Quando não exercemos os tratos culturais do que plantamos, ou zelamos dos nossos quintais e nossos campos, o que é trazido pelo vento é o que se planta e em nossos campos cresce... Se somos preguiçosos ou tímidos para defender a qualidade do que possuímos ou somos, em nossos domínios se desenvolve o que nossa displicência favorece.

Sendo deseducados – inversamente à educação que recebemos – somos piores do que seríamos, em caso de educação de qualidade; muito piores, em caso de educação precária; ou mesmo melhores, se por acaso fomos educados para o mal e acabamos despertando e seguindo os meandros do que é bem... Neste caso, um privilégio pessoal advindo de uma Messe que vive não somente para compensar diretamente aqueles que nela bem semeiam...

Plantamos felicidade, colhe-se felicidade; plantamos a desordem, colhe-se desordem, a começar em nossas próprias almas e mentes... Pois, o Senhor confunde os ímpios e os iníquos...

Se, ao final de nossas vidas terrenas, ao olhar para o que fizemos na Messe, concluirmos que plantamos com amor, que plantamos essencialmente o bem – e isto é inconfundível -, como tudo o que é bom provém dos filhos de Deus, certamente após nossa passagem para a vida em integral plenitude ceiaremos com o Senhor. Mas, se então olhando para trás, virmos que o essencial do que fizemos foi plantar o mal, o mais provável é que com o Senhor não poderemos sentar para a ceia... Então, somente nos restará a fome dos que destruiram a vida na Messe...

O mérito ao que tivermos honrado será o mérito a nós alcançável... Plantemos o bem, e asseguremos nossa vaguinha na Ceia Eterna dos Justos. Mas, lembremos, da qualidade com a qual plantarmos até mesmo o bem resultará a qualidade de nossa parte na ceia dos de bem. Por isto, procuremos sem timidez, intrépidos como recomenda O Todo Poderoso Criador do Céu e da Terra e de tudo o que neles há, plantar com qualidade tudo o que podemos plantar na Messe, na Terra... E também nos Céus – podemos orar pelas Almas dos que passaram e ainda não estão puras para o Paraíso... E pelos dos Céus que são ultrajados na Terra, confortando-os assim, a Todos... Para o que, para plantarmos bem a fé, a sabedoria e a vida, no verdadeiro amor por Deus e pelo próximo, devemos procurar conhecer tudo o que nos capacita ao plantio... Primariamente, o que nos legou o Senhor através das Sagradas Escrituras. Para o que precisamos também procurar saber ler corretamente, e ter as mais sagradas bençãos do Espírito Santo. Para sermos seus verdadeiros e indeléveis Templos Humanos a Ele agradáveis. Em todas as horas que estivermos vivendo... “Procurai as ciências e a sabedoria.”...

Acabei fazendo uma matéria de valor universal...!