sábado, 25 de janeiro de 2014

Agora publicado em Redes Sociais! Just published in Social Networks!

Referências úteis sobre minha participação em redes sociais virtuais!
Useful referrals about my participation in virtual social networks!


Sobre minha imagem e presença apresentadas na web, por favor, considere o seguinte: não traduzem necessariamente prosperidade e sucesso econômico; são decorrentes de necessidade de divulgação do que posso fazer e tenho feito; têm essência numa expectativa de resultados em oportunidades comerciais e profissionais; têm evidente intensificação no que podemos providenciar facilmente em partilha de conteúdo a nós acessível na rede; e, claro, têm haver integral com o que quem tem amizade ou conexão comigo poderia retornar em interesse prático ao que tem potencial de termos proveito! E ainda porque aqui temos um potencial de comunicação de massa especialmente útil para compensar ou enfrentar algum desinteresse da Imprensa tradicional ao que à mesma é por nós apresentado ou desejado.

About my image and presence in web presented, please consider that: it isn't translates necessarily prosperity and economic success; it's derived from my diffusion needs about what I can do and what I have done; it have evident enhancement to what we could easily provide in web content we have access in the net; and, of course, it have integral relation to what people with me connected or in virtual friendship could respond in practic interest to what we could obtain in benefit or profit! And because here we have a mass communication potential especially useful to make up to or to confront some traditional press disinterest in related attention expectations.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Da Realidade de Governos e Povos Ruins

Governo porcaria, País emporcalhado... E, quando o povo não reage a isso, por corrupção, covardia, ignorância, incompetência, medo, opressão ou timidez, então o que é de porco fica mesmo com muito espaço em uma Nação... Mesmo que seja a nossa... Povo de Governo dependente, povo jamais independente... Difícil...! Dane-se, então, quem tiver que se danar... Não é o gosto, mas a realidade, os fatos... O resultado natural na estupidez de ativos e passivos...

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

E Só Hoje Me Dei Por Conta...!

Prezados amigos e leitores, em especial vocês que me prestigiaram inscrevendo-se para recebimento de atualizações do conteúdo aqui publicado, somente hoje me dei por conta de que poderia ter postado também aqui os meus votos de Natal e Ano Novo! No meu contexto de demanda de atenção, distraído pelo requerido mais usualmente, deixei de partilhar aqui os votos que agora registro...! Não que não tenha, no fundo dos meus sentimentos, considerado vocês sobre isto...

Por favor, ainda neste Tempo de Oitavas de Natal, considerem-se lembrados a bem e não reparem no atraso! Coisas da vida! Coisas de um contexto que decerto poderia estar melhor, não é?! Graça, bem, paz, sabedoria e vida em plenitude! A vocês e a todos os por vocês amados e alcançados a bem...!

Sou grato pela compreensão...!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Coisas do Brasil de 1964 até Hoje...

No dia 13 de Setembro deste ano, publiquei o seguinte nos meus principais perfis de redes sociais:


SOBRE O REGIME DE EXCEÇÃO DE 1964:

Tendo sido contratado pela Legião Brasileira de Assistência, Diretoria de Brasília, em 1978, fui nomeado para exercer a função de confiança de Chefe Substituto da Seção de Comunicações e Documentação. Através da Portaria N° 075/78, de 20 de Novembro do mesmo ano. Mas nunca consegui verificar a publicação da mesma no Diário Oficial da União, como correto para todas as nomeações equivalentes. No período em que atuei na LBA, participei de cursos de aperfeiçoamento profissional em nível de extensão universitária de excelente qualidade, e também exerci a representação da Diretoria de Brasília na COREPE - Comissão Regional de Pessoal do Sistema Nacional de Previdência Social (SINPAS). Tendo exercido ambas as funções nomeadas normalmente. Mas até hoje existe uma intrigante dúvida sobre as razões pelas quais, durante o referido regime de exceção, a Portaria acima mencionada não foi publicada no D.O.U. O que é mais um fator de inconsistência na qualidade administrativa e lisura moral e cívica de rotina e normalidade democrática do mais recente regime ditatorial brasileiro.

Se alguém com acesso à Imprensa Nacional tiver condições de identificar para mim a publicação em apreço, ficarei grato. E também os interessados na boa reputação moral e cívica de todos os que foram responsáveis pela condução governamental do período em questão. Isto é muito importante para a nossa realidade política e social. Em especial no que concerne a decisões que posso tomar. O assunto já foi objeto de encaminhamento ao exame no Governo Federal, setores de Inteligência civis e militares. Mas não recebi retorno satisfatório a uma elucidação do assunto. Do que temos, entre tantos outros fatos, uma irregularidade disciplinar administrativa dos gestores do Governo Federal vinculados.


De lá para cá, tive um retorno pelo qual fui lembrado de possibilidades de ter confirmada a publicação ou não, através de consultas realizáveis a entidades governamentais federais às quais encaminhei o assunto. E pelo visto temos que realmente não houve mesmo a publicação. O que indica a prática de improbidade moral e cívica contra a normalidade democrática e a livre negociação a bom termo. Por parte do Governo Federal do Brasil, durante o chamado "Regime de Exceção de 1964", em período no qual o Chefe do SNI, órgão oficial da Inteligência brasileira, era o General João Figueiredo. Que veio a ser o sucessor do General Ernesto Geisel na Presidência da República. Ernesto Geisel aquele pelo qual eu tinha positiva admiração. Ainda que por limitações de conhecimentos que os adversários mais ferrenhos do Governo sempre se referiram com negativas opiniões.

Uma vez, acho que antes de 1978, me perguntaram com quem eu achava que me identificava politicamente. E eu respondi que, dentre as lideranças a mim contemporâneas, uma delas era o General Ernesto Geisel. Ao que anônimos de porão reagiram com gargalhadas ou risos em galhardia. Interpretáveis de diferentes formas, conforme o senso bom ou ruim de quem isto teve oportunidade de acompanhar... Eu mesmo, fiquei pensando se não seria uma tentativa de ironizar-me ou de expressar reconhecimento de estupidez ou ignorância de minha parte quanto a conceitos adversos que o Regime de 1964 poderia estar considerando a meu respeito. Uma dúvida importante num contexto em que tínhamos os porões da Ditadura e a esquerda dos porões e da resistência organizada até mesmo em guerrilha. E ainda certos grupos da sociedade a mim próximos, avizinhados ou associados, de reputação moral e cívica condenável ou questionável, senão ainda expressamente suspeita das mais graves condições de organização própria com intuito de autopreservação socioeconômica à custa de "lobby" social com sutis projeções de vínculos com o Regime. Projeções estas que seriam exclusivamente dadas em decorrência de astúcia mantida para sustentação de oportunidades próprias no processo das relações sociais em geral. Explorando-se a estupidez de muitos de seus assim vitimados próximos dados a condutas politicamente marginais ou ridículas quanto aos imperativos de qualidade responsável de vida pessoal e profissional. Um quadro de país subdesenvolvido em que graves danos foram cometidos e que tiveram um alto preço. Até hoje experienciado por todos os envolvidos... A covardia é uma das mais danosas condições humanas.

Bem, quanto às causas da não publicação da minha Designação, a bem lembrar ao exercício de função para a qual fui convidado justamente por um dirigente de órgão federal que tinha também patente de Oficial Superior do Exército, tenho minhas estimativas, e as suspeitas sobre o que poderia explicá-las. Mas de forma alguma justificá-las. Em que temos: corrupções em diversas modalidades; desqualificação, falta de habilidade e isenção de gestores de Inteligência; e, entre algumas outras, o exercício do iníquo abuso de poder contrariando as regras da cidadania tradicional. Em prejuízo meu e também de todos os que tinham uma imagem positiva da elite do Regime. 

Nunca, reforçadamente com o que eu conheci de círculos associados ao acima exposto de condenável, tive o Regime de 1964, em suas lideranças mais projetadas, como integralmente abonável. E todas as iniciativas que tomei, de aproximação ou integração sociopolítica com o Governo do meu País então por seus gestores exercitado, foram devido a um crédito de confiança a eles, de minha parte. No meu caso, não foi o General João Figueiredo no exercício da Presidência que estendeu sua mão a mim. Mas foi eu que estendi minha mão ao Regime... Esperançoso que os discursos morais e cívicos que se apresentava ao País através da mídia traduzissem uma elite ideológica de qualidade. Em cujo cerne administrativo tivéssemos a impessoalidade e uma selecionada paridade de exercício de insuspeitas lideranças.

Entretanto, minhas impressões começaram a se retrair quando, estimando que a não publicação de minha Designação poderia ter se dado por influência de algum intermediário processual adverso ao que seria a excelência do Regime. À sua revelia perturbador da boa fluência no progresso de entendimentos potenciais entre mim e pares cidadãos de bem. Indivíduo ou grupos nas sombras do poder, espúrios e atuantes a bem exclusivo de suas condições egoístas e inconsequentes de acesso ao Poder... Ao apresentar-me a uma liderança de confiança do Sistema Nacional de Informação, expressando minhas considerações de valor institucional em geral, qual não foi minha surpresa ao ter, como uma de suas primeiras respostas a minha iniciativa de entendimentos, expressão equivalente a que algo que poderia ser do meu interesse tratar deveria ser conversado com uma determinada pessoa! Isto causou uma decepcionante frustração ao que eu até então pensava poder encontrar em ordem governamental no mais alto nível de gestão do Governo do meu país. Isto soou como se todo discurso de democracia objeto de um regime de exceção estivesse contaminado por inusitada iniquidade ou par ausência de despojados exercícios de gestão pública até mesmo onde se esperava criterioso e selecionado trato de equânime e isenta Inteligência...

O famoso grito de "Abertura" que o então Presidente João Figueiredo deu no início de seu mandato como Presidente da República ocorreu três dias após eu ter me encontrado com liderança do SNI com posição de Estado Maior. Grito aquele de um Presidente que, segundo menção de Alexandre Garcia, que foi Assessor de Comunicação Social no Palácio do Planalto na gestão Ernesto Geisel, foi investido na sucessão do cargo através da expressão do General Geisel: "- Tem que ser você!". Por que tinha que ser ele? Por algum ônus moral e cívico relacionado à não publicação da minha Designação? Por falta de pulso na defesa da ordem institucional à frente do SNI, que teria lhe onerado com a responsabilidade de encaminhar uma solução a bom e respeitoso termo? Por falta de pulso frente a algum par de patente não isento ou tendenciosamente interessado em perturbar minha imagem ou explorar minha condição retrospectiva ou sociopolítica? Estúpido quem não considerar esta possibilidade, possibilidade real...

Muitos detalhes existem de lá para cá. Muito exercício de atividades classificáveis como de porão ou de escoradas ou especulativas sombras ainda lobistas do Governo. Mas muito seriamente tratados por mim e por todos os que asseveradamente e com livre condição exercem a sociopolítica a bem da livre iniciativa, da livre negociação, em suma razão de liberdade. O Brasil é nosso, mas faz parte do Mundo. Mundo em que temos não poucas lideranças de valor que associadas lastreiam a dignidade humana, a ordem pública, e o direito de modo geral... Porque respeito é bom e nós, estou incluído, gostamos...

Como aprofundar-se em detalhes sempre requer o exercício do preceito de honra ao mérito, o que não foi democraticamente aqui partilhado está seguramente bem encaminhado conforme as coadunadas possibilidades. E terá ou não solução de continuidade, de acordo com a eficácia, a isenção e o despojamento morais e cívicos de quem de competência e condição. Porque respeito é bom e nós, estou incluído, gostamos...

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Reflexões Morais e Cívicas Partilhadas em 2013

Aqui algumas reflexões morais e cívicas que fiz e partilhei este ano nos dois principais perfis sociais em que participo:


04/11/2013

UMA DAS COISAS QUE TENHO COM O GOVERNO BRASILEIRO: brasilidade. Quer alguns dos seus integrantes gostem, quer não. Com ou sem questões de ordem política e social e improbidade administrativa com alguns de seus... "assessores"... Uma questão de bom senso... E seriedade moral e cívica de caráter geral! E isto melhor que bom, é ótimo... Mas também tenho brasilidade com os demais brasileiros! Mesmo com outras questões de ordem política social, e de seriedade moral e cívica de caráter específico ou geral...! É... Questão de Inteligência! Brasileira ou mundial...!

31/10/2013

UMA IMPORTANTE LEMBRANÇA DESTE INSTANTE:

Se você exercita a covardia ou a maldade contra alguém, de imediato já fica exposto ou exposta ao domínio covarde do demônio... Não é somente no inferno que os do mal recebem as responsabilizações malignas de seus males feitos. Mas já aqui, tanto quanto estejam desagradáveis e distantes de Deus, Deus que É. Uno e Trino... De imediato, sim, ficam os danosos manobráveis pelo danado...

"Convertei-vos e crede no Evangelho"...

30/10/2013

O bom de um Estado forte num regime democrático de verdade é que todos, sem exceção, no Direito Constitucional ficam sujeitos a uma igual condição de jugo...

Sim, importa considerar um detalhe: um Estado forte é um Estado satisfatório em confiabilidade, desempenho e concernentes qualificações em sua condição organizacional e regulamentar e todo o seu quadro de integrantes. Um Estado que efetivamente atende às expectativas do povo em função do qual é constituído e sustentado. E com o qual, importante, tem uma profunda relação de interdependência funcional...

17/10/2013

O MAIS IMPORTANTE SOCIOLOGICAMENTE, QUE DEFINE O QUE SOMOS, NÃO É A NOSSA PRÓPRIA OPINIÃO DE NÓS MESMOS. MAS O QUE É RECONHECIDO PELA POPULAÇÃO E PELA SOCIEDADE EM QUE VIVEMOS, POR TODOS OS QUE A BOM TERMO PODEM O NOSSO VALOR EXPRESSAR... 

Assim, não pergunte ao próximo quem ele pensa que ele é. Pergunte ao povo o que pensa do seu próximo...! Graça, bem, paz, sabedoria e vida em plenitude.

02/10/2013

Todo aquele que preza o exercício do direito no estado democrático de direito deve ser esmerado na observação do que lhe mantém bom ao exercício do livre arbítrio e da sua integral capacidade de negociação. Sem o que, sempre correrá graves riscos de ter limitações pessoais ao usufruto dos princípios gerais do Direito para o exercício integral do que possa assumir em unidade de comando.

11/07/2013

O MELHOR DO PENSAR É PODER RECONHECER A VERDADE E DISTINGUIR A MENTIRA. ENTRE O QUE, QUE O ÚNICO ANIMAL QUE BRINCA COM A VIDA, PERMITINDO-SE POR ASSIM DIZER ABESTALHADA CONDIÇÃO, É O SER HUMANO...! MAS HÁ MUITOS DE NÓS QUE LEVAM A VIDA E SEU TEMPO A SÉRIO... QUE BOM SERIA SE, COMO AS ARARAS, TODO PRIMEIRO AMOR HUMANO FOSSE ETERNO...

19/03/2013

Quem tem necessidade ou tempo para dedicar atenção a barcas em que não navega tem vontade de estar a bordo ou de ter a sua projeção. Mas deve ter o dom da prudência e comentar sobre a qualidade de sua condução somente com embasado conhecimento. Não raro temos atores públicos imiscuindo-se em assuntos de prestigiosas barcas sem o devido respeito, carentes de sua dignidade. Mares agitados, decerto. Refiro-me expressamente ao que temos registrado em comentários e críticas em relação à Igreja Católica, por parte da mídia que dela não faz parte ou dela pouco tem conhecimento. Mas isto é reflexo de que ela tem seu reconhecimento de valor, particular e socialmente... "Glória a Deus nas Alturas, e paz na Terra aos homens por Ele amados." Convertamo-nos e creiamos no Evangelho...

25/01/2013

Depois de uma noite, vamos dizer interessante, várias lembranças, vários pensamentos... Democracia, ficção científica como tema abordado, sobrenatural, tecnologia, manobras humanas, moral e civismo, covardes e valentes, Deus, orações da manhã, Maria Sua Esposa e Rainha do Seu Reino Universal, família, justiça, e uma frase: Onde tem plateia, tem palhaço fazendo graça, onde tem covarde, tem espaço para metido a valente...

sábado, 19 de outubro de 2013

Sobre Protestos com Quebra-Quebra...!

Hoje postei nos meus perfis sociais de redes sociais virtuais mais conhecidas uma reflexão intitulada SOBRE POLÍTICA, GOVERNO BOM OU RUIM, E O RESPECTIVO POVO... Na qual eu partilhei o seguinte: "Se o Governo é democraticamente eleito e é ruim, o povo que o elege é tão ruim quanto ele... Especialmente para definir quem assume o governo do que é público..." E a compartilhei em grupos relacionados ao Brasil, à cidade em que resido e outros de partilha de assuntos de interesse e opiniões conjunturais.

Num destes grupos, recebi um retorno cuja evolução transcrevo abaixo, preservando a identidade da pessoa que fez os comentários, para manter a sua exposição somente no âmbito do grupo em que temos participação:

Primeiro Retorno: 

Errado, hoje em dia ninguén acredita mais em nenhum,só vota por obrigação, e outra ninguém tem bola de cristal para saber o que o político irá fazer!!! Político não é autoridade, e sim um servidor público.

Minha Primeira Réplica:

Errado, coisa nenhuma! Se o eleitor não reconhece candidatos dignos de sua representatividade, é só votar nulo, que não tem responsabilidade sobre o desempenho do mandato! A partir do momento em que o político é investido em governança, executiva ou legislativa, passa a ser autoridade, sim! Autoridade de Governo, de Poder Executivo ou Legislativo!!!!! Mais, paga, remunerada, especialmente remunerada, para trabalhar, e trabalhar direito! Para resolver o que é necessário resolver, independente de "Governos Participativos"!!!! Se nas iniciativas de "Governos Participativos" a participação popular não for forte, quem está investido em mandato tem o dever de governar bem do jeito que for necessário...!!!!

Segundo Retorno e Complemento:

Agora me diz, quantos pensam assim??? No povo, só pensam em si mesmo, politico não é autoridade nenhuma, isso é porque o povo deixa ser de qualquer jeito, tipo, eu não sou a favor de uma manifestação paciva, a melhor é no quebra-quebra, mais nas casas do mal governador (administrador do nosso dinheiro)!!! 
Dessa forma eles temem o povo, agora aquela que só quer e quer, vai apenas ficar no vaco, sabe porque o Brasil é assim?? "Egoismo"

Estou junto com aquele grupo, que não se curva diante de nenhuma lei ou ordem de nenhum governo, chamaram o governo de "corti"!!!

Querem ser o dono do mundo, mais simplismente por culpa de um povo medroso!!!

Minha Tréplica:

Bem, (nome da participante), você acha que é mais apropriado pensar ou não pensar? A questão do quebra-quebra depende do que quem está governando ou mantendo os que estão governando entendem ser tolerável ou da forma como isto deve ser conduzido em relação à realidade cultural e sociopolítica contextual. Mas se você tiver um carro ou uma moto, uma casa ou um comércio seu quebrados por causa de protestos como os que você mencionou, você deverá continuar com essa ideia sua de achar melhor resolver as coisas no quebra-quebra, não é? E o que você diz se entender que os prédios e as benfeitorias públicas são nossos, patrimônio nosso, pago com os impostos que eu, você e o povo todo, inclusive os que quebram-quebram pagamos? Se achar normal, pode começar quebrando o que você tem em casa, não é? Afinal, é mais fácil quebrar o que você tem em casa e dizer pra todo mundo que está quebrando porque alguma coisa precisa ser quebrada porque você está insatisfeita com o Governo, do que caminhar um bocado, gastar dinheiro e tempo, e ainda se arriscar a aspirar uns gases de pimenta, outros lacrimogênios, tomar umas cacetadas e uns tirinhos de borracha (por enquanto) de policiais pagos para defender a ordem econômica (patrimonial privada e pública), política e social se alguém partir para a ignorância (quebra-quebra), e ainda ter grandes chances de parar na Delegacia depois de um internamento hospitalar em que você poderia até ficar uns dias ou umas semanas na UTI saindo inteira ou não dependendo dos ferimentos que porventura tiver sofrido, não é...?! Não é mais fácil quebrar-quebrar, e mais seguro, começando em casa? E depois produzir um vídeo e por no YouTube ou aqui no facebook pra todo mundo ver a tua ira despreocupada com os efeitos do quebra-quebra pra todo mundo ver tua indignação com Governos ou medidas administrativas que você acha ruim?! Se eu fosse você, gostando de resolver as coisas com quebra-quebra como você disse acima, eu começaria em casa e faria como eu disse...! É mais seguro...! B| :D

Bem, a conclusão sobre estas abordagens fica por conta de cada pessoa que esta prestigiar com sua leitura...!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Em Que Implica Sermos Católicos, Cristãos

Sermos bons católicos, bons cristãos, implica também em termos bom senso político-institucional, sociológico. Implica em termos confiabilidade, inteligência e seriedade a bom termo. Implica em sabermos atribuir o devido valor a nossos próximos e a todas as coisas. Implica em procurarmos e propagarmos a sabedoria divina. Implica em exercitarmos o devido respeito por todos e tudo o que nos cerca. Implica em olharmos todos e tudo com o zelo que a prudência norteia e a vida o justifica. Implica também em sermos moral e civicamente coerentes, não marginais. Não basta apenas ir à Igreja ou nos reunirmos para rezar, ou rezarmos no escuro dos nossos quartos. Implica em exercer tudo o que nos recomenda o Senhor, na caridade sem a qual fé nenhuma se confirma... Desejo a todos um fim de semana repleto de graça, bem, paz, sabedoria e vida em plenitude.