domingo, 29 de agosto de 2010

Você acredita no Governo Eleito do Brasil?

Você acredita no Governo eleito do nosso País? Você acredita em tudo o que dizem o Presidente da República ou outros investidos eleitoralmente em funções de confiança pública do Governo?

Temos experimentado, há vários mandatos, diversos de nossos mandatários governamentais eleitos afirmarem para nós, brasileiros e brasileiras, que inúmeros progressos socioeconômicos que temos registrado são obras suas. Que o nosso "crescimento econômico", a vinculada geração de empregos e uma relacionada melhoria nos índices de qualidade de vida que temos indexado no Brasil são essencialmente decorrentes da ação governamental. O que vem sendo anunciado sensacionalistamente por Presidentes da República, Ministros e outros trabalhadores temporários no serviço público, como sendo fruto de seu esmero, de sua dedicação, de sua responsabilidade moral e cívica e socioeconômica frente ao que temos vivenciado em necessidades conjunturais...

Pelo que tenho observado, promovido e vivenciado há décadas, grande parte, se não a maior parte das alegações acima mencionadas, são uma aberração, um despautério. Oportunistamente postas, frente a uma limitação nas opções de comunicação e nas oportunidades de emprego de todos os brasileiros e brasileiras. Como se a população do Brasil não tivesse discernimento sobre a sua própria realidade, e a realidade do desempenho governamental frente a nossas necessidades de qualidade em gestão pública. Como se cada um de nós não passasse de uma pessoa integralmente estúpida.

Os índices positivos de efetivo desenvolvimento socioeconômico brasileiro dados nas décadas recentes devem-se, sem dúvida alguma, à ação de empresários essenciais na estabilidade econômica do Brasil. Perante os quais o Governo, em seus gestores temporários preponderantemente dados, jamais deixou de sentir o peso de sua responsabilidade. Especialmente pela evidente capacidade e pujança empresarial de encarar a ação governamental com discernimento institucional estratégico e jurídico maduro e de seriedade indiscutível quanto a estes aspectos.

Governo diz que faz isto, Governo diz que faz aquilo, Governo faz, Governo desfaz. Governo abusa, despreza, engaveta, esnoba, gasta, ignora, protela, se omite e comete outras graves falhas mais. E , com a maior cara de pau, vem a público, por meio da mídia investida no seu dever de acompanhar e publicar o que Governo dispõe-se a apresentar, arrogar-se a responsável maior pela nossa estabilidade socioeconômica, senão também política e social. Um absurdo que não engana nenhum de nós.

É só pensar um pouco, um pouquinho só. Para admitir isto. O que alguns Governos temporários vem fazendo é uma agressão ao nosso bom senso, à consciência da opinião individual e pública de cada brasileiro e brasileira. Como que com abuso de poder econômico relativo. Seja Governo declarando-se de direita, seja Governo declarando-se ou formado pela esquerda. No fundo, no fundo, sem conseguir enganar ninguém. E Governo sabe disto, sem a menor sombra de dúvida. Nem mesmo à sombra do que se poderia chamar de... sistema...

Não adianta achar ruim. Pois tudo o que eu afirmo aqui é verdade. E tenho condições de comprovar. Ao menos em igualdade de oportunidades de expressar a minha opinião, onde isto possa ser justificado e bom. Livre e responsavelmente. Sem a menor demagogia, a bem do que é prestar-se ao devido respeito.

Passar bem, governantes esdrúxulos. Senão também engraçadinhos e ordinários...

domingo, 8 de agosto de 2010

Vota em quem, patrão? Vota em quem, patroa?

2010 - Mais Uma Odisséia Eleitoral Brasileira. Vai votar em quem, patrão? Vai votar em quem, patroa?

Bem, mais uma campanha política iniciada no Brasil. Políticos animados com sorrisos para todo lado, animados, banhados, engomados, lavados, perfumados! "Cheios de disposição para trabalhar"! Pelas diretas já, pelos direitos de voto, pela liberdade e pela normalidade democrática. Por recursos por escolas, estradas, hospitais, pontes, "segurança pública". Pelo Brasil! Pela felicidade nossa, de "brasileiros e brasileiras"! Pelo meio ambiente, já estava esquecendo! Pela liberdade! Contra a discriminação e a violência! Pela mulher, pelos excluídos sociais, pela integridade física (e psicológica!) de filhos dentro de lares com pais e mães, de pais sem mães, mães sem pais... Por pais não poderem dar palmadas em filhos - o que significaria também policiais não poderem usar o cassetete ou o choque elérico, ou ainda ao menos o gás lacrimogênio ou o de pimenta para conter excessos da ignorância ainda que a bem da segurança social...

Sim. Porque, se os pais sem poder par dar uma palmada ou duas, ou mesmo tomar uma providância mais enérgica se evidentemente necessária dentro de casa, policiais também não poderiam dar uma cassetada ou duas em meliantes criminosos... "Poderia causar traumas por abuso de poder publico"! O bom mesmo seria conversar, educadamente. "Com paciência, amigo..."

Bem, a partir do momento que os poderes públicos arrogam-se ao exercício legislativo de proibir que pais possam sequer dar palmadas em seus filhos, podemos estar num processo em que mais adiante vamos ter também que pedir autorização do Governo para namorar, casar, ficar ou "manter uniões estáveis"... Para tomar estas iniciativas, já que o Poder Legislativo se arroga ao exercício de tais regulações, com ou sem apoio ou iniciativa do Executivo, provavelmente terá em mente que poderá estar considerando também daqui a algum tempo estar querendo assumir o ônus da responsabilidade pela formação de todos os cidadãos brasileiros dispostos a ousar bancar uma ordem familiar.

Regular penalmente a sociedade por agressões à ordem econômica e social, moral e psicológica, pelo que parece, fica mais difícil. Como seria discutir com os cidadãos aspectos pelos mesmos apresentados concernentes à qualidade do exercício do poder estatal ou das relações econômicas e suas respectivas interfaces de responsabilidades.

Você não conhece alguém que já requereu atenção de mandatários eleitos sobre assuntos de ordem política e social de competência privada ou procedência pública e ficou a ver navios? "Claro que não," não é mesmo? Você já encaminhou assuntos deta natureza a mandatários político-administrativos ou político-partidários que não foram respondidos condizentemente? "Claro que não", não é mesmo? Afinal, você, sendo meu ou minha compatriota, deve ser um dos "brasileiros e brasileiras" "sem medo de ser feliz" e "com bastante amor para dar". Sem querer nem saber, sem estar "nem aí", sobre quem é quem no "Poder". E a quem certos políticos se referem de público quando expressam termos como "escroque", "grande homem", "mãos limpas" e outras diretas indiretas já, no exercício alegre da investidura pública. "Não é mesmo?"

Bem, eu , de minha parte, falando sério, não vou votar em quem eu sei que não respondeu satisfatoriamente a mim, a outro brasileiro e ou a outra brasileira. Sobre assuntos da maior importância, versando sobre direito econômico, internacional, institucional, político, privado, social e de qualquer outra natureza apresentado a atuais candidatos que nos deixaram a ver navios. Tanto mais se nestas omissões, algumas das quais classificáveis como crimes, os cidadãos que ficaram na dependência de correspondente interesse apresentaram referências de elevado valor institucional sobre as quais poderia discutir onde quer que pudesse ser interessante ou necessário.

Vote bem, vote sério.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Exorcismo nos Estados Unidos

Acabo de receber um relato de caso de exorcismo conduzido em Madri. Um caso narrado por um correspondente de um jornal espanhol que foi autorizado a acompanhar presencialmente.

Lembrei de divulgar um outro, ocorrido nos Estados Unidos, em Iowa, em 1928. O qual não posso reproduzir aqui por questões de direitos autorais. Mas cujo link do relato em Inglês disponibilizo a seguir. O qual recomendo você dedique especial esforço para conhecer.

O link: http://www.saint-mike.org/warfare/library/wp-content/docs/begonesatan.asp

Dias atrás, conversando com alguns amigos, a propósito dos valores da Igreja, lembrei de casos de exorcismo conhecidos, exorcismos pesados como o acima indicado. E lembrei não conhecer um só caso de exorcismo neste nível que não tenha sido conduzido por um Padre da Igreja Católica Apóstólica Romana... Se você conhecer algum caso realmente convincente de equiparado valor, ficarei grato por suas respectivas referências.

"Convertei-vos e crede no Evangelho."

Paz e bem.

domingo, 6 de junho de 2010

Padres, Sexo e Sociedade

Acabo de receber uma mensagem divulgando uma nota de Bispo brasileiro, que aqui transcrevo. Com considerações estatísticas sobre os Padres atuantes no Brasil. Valiosas para que tenhamos um perfil correto e justo da Igreja como um todo. O que pode ser também estendido à Igreja no mundo inteiro.

Por oportuno, lembro conversa que tive com uma amiga, dias atrás. Pelo que desenvolvi considerações sobre o peso de escândalos e pecados para todos nós, civis, cristãos, religiosos declarados adeptos de uma religião, e sociedade civil, militar e religiosa em geral. Assim, por dizer, distinguida.

Ponderei então sobre se uma pessoa casada, ao cometer adultério, não seria motivo de escândalo maior do que uma inobservância de castidade a um Padre. Adultério é um pecado gravíssimo. Um Padre, por infeliz circunstância envolvido numa prática sexual com uma mulher solteira e adulta, poderia até mesmo com ela constituir família. Já uma pessoa casada que comete adultério fere o matrimônio. Ao menos do ponto de vista cristão e de outras religiões que exigem a fidelidade conjugal. E também do ponto de vista das leis civis de amparo à família, arraigadas em valores tradicionalmente enraizados e cientificamente ricos. Claro que, em casos de pedofilia, o seu cometimento é condenável quaisquer que sejam as condições de adultos partícipes.

Hoje, adultérios não são mais manchetes de jornais, e as estatísticas de leigos moralmente irregulares são tão grassas que a Imprensa sequer dedica atenção em suas manchetes como antes... Como que, "acostumados" ou adestrados pelo contexto socioambiental humano contemporâneo, isto apenas deveria ser considerado por nós como "apenas uma doença social"... E pares homossexuais pudessem ser equiparados a casais... Um estúpido erro até mesmo de linguística... Uma aberração de comunicação viciada presente também no terceiro milênio... 2010, Uma Aberração na Terra...

A mensagem que recebi:

Você sabe quantos Padres temos no Brasil? Vamos fazer uma conta?

Qui, 06 de Maio de 2010 10:20 cnbb

Até o dia 1º de maio de 2010, a Igreja contava com 18 mil padres no Brasil. E mais de 100 milhões de fiéis. Isso significa que cada padre tem que atender a mais de 5555 fiéis.


Agora faça essa conta comigo:

* 10% de 18 mil padres = 1.800 padres
* 1% de 18 mil padres = 180 padres
* 0,1% de 18 mil padres = 18 padres
* 0,01% de 18 mil padres = 1,8 padres

Quantos padres brasileiros estão envolvidos em escândalos pela mídia? 2 ou 3? Isso significa menos de 0,02% de todos os padres do Brasil!

* E os outros 99,98%?
* Nós vamos condenar todos os padres por causa de 2 ou 3?
* Nós vamos deixar de acreditar em 11 Discípulos porque Judas traiu Jesus?
* Nós vamos deixar de acreditar no Senhor por causa disso?
* Deixaremos de ir à Igreja e de comungar por causa da mídia escandalosa?
* Vamos deixar que nossa Fé se abale - se ela é de fato verdadeira, por causa disso?
* Rezemos por eles!

Pense bem: mesmo você sendo pecador e imperfeito, mesmo com dúvidas, mesmo que você se afaste da Igreja de Cristo, mesmo assim Jesus morreu por você!

Pense nisso com carinho.
Dom Eduardo Pinheiro da Silva


quarta-feira, 12 de maio de 2010

Rede Globo, Homossexualismo e Sociedade Brasileira

Ultimamente, temos visto publicado pela TV Globo frequentes depoimentos e reportagens relacionados à vida homossexual em nosso País. E reações críticas internas a alguns grupos de relacionamento virtual, principalmente. Com comentários denotando opiniões de que a Rede Globo, pelo fato de estar levando a público as mencionadas matérias, estaria socialmente incorreta. Como que fazendo apologias ao que alguns grupos contemporâneos estão passando a denominar "casais" homossexuais e à respectiva opção de relacionamento a dois.

Temos também recentemente tomado conhecimento de legislação federal amparando parceiros homossexuais com algum tempo de coabitação, a beneficiários previdenciários entre si. Legislação esta que teria sido sancionada pelo Governo provavelmente considerando-se cada parceira ou parceiro de relações homossexuais então legalmente classificadas como estáveis, tomando-se por parâmetro o peso do ganho econômico-financeiro de cada componente das referidas relações como essencial a que a outra pudesse desempenhar suas atividades socioeconômicas no âmbito da sociedade em geral. O que traduziria reconhecimento de essencialidade importante para a sustentação da sociedade em suas necessidades vitais de geração de emprego, impostos, renda e serviços.

Às matérias da TV Globo, o que posso afirmar é que a mesma estaria apenas apresentando ao público em geral o que muitos de nós não teríamos condições de saber se não fosse publicado num veículo potente como a Rede Globo. Num contexto contemporâneo em que temos evidentes expressões da vida homossexual assumida de público em meio a uma sociedade brasileira reconhecidamente deficiente à defesa de sua saúde educacional, moral e cívica e também religiosa. Em que não temos dificuldades de identificar ou lembrar de danos por má qualidade na gestão de famílias, Governos, negócios, religiosidade e vidas pessoais. Com uma proliferação de problemas jamais vista. A Rede Globo, com suas atitudes, poderia de fato ser reconhecida como parte mostrando a nós, em especial aos sem acesso ou conhecimento de casos e fatos de natureza aos acima mencionados, o que está ocorrendo progressivamente no âmbito da sociedade brasileira. Para conscientização de toda a população acerca do que está acontecendo em nossa sociedade, e refletindo-se na qualidade de vida de todos nós. Estimo, sabedora, através de suas equipes de reportagem, da dimensão ponderada que fatos como os atualmente publicados está tendo no tangente a nossos costumes historicamente considerados.

Quanto à recente legislação previdenciária que ampara o que alguém denominou um dia de "casais homossexuais", embora no caso sem poder definir ao certo quem desempenha o papel masculino e quem o de feminino, creio em breve o Governo terá um ônus social equiparado: se o concerrnente amparo legal ao benefício ora em vigor se deu com base nos parâmetros socioeconômicos por mim acima lembrados, em breve pessoas heterossexuais que tenham histórico de estabilidade residencial comum útil ao exercício de suas atividades socioeconômicas também deverão ser equiparadas para usufruir os mesmos benefícios. Afinal, amigos, dois, três, quatro ou mais que, por exemplo, tenham adquirido um imóvel condominialmente de forma essencialmente útil à sustentabilidade de um padrão de vida valioso ao seus respectivos bons desempenhos como cidadãos economicamente ativos, fariam jus, também eles, a um equiparado benefício previdenciário. Pois, em não sendo assim contemplados, na ausência de parte essencial à ordem econômica doméstica e pessoal assim sustentada, quem de permanência ficaria em instabilidade prejudicial à permanência de sua capacidade contributiva na vida da sociedade. Caso a pensar, muito bem pensado...

Antes falei, e agora escrevi!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Hierarquia é importante, sim!!!!!

Finalmente, entre tantas atribuições deste mês de "pássaros mil", depois de ter publicado alguns artigos em outros espaços por mim mantidos, dentre alguns assuntos elencados, encontrei um, por assim dizer, interessante para cá! Senão mesmo apropriado à conjuntura!

Acabo de confirmar convite de nova amizade no facebook! Em que acabei lendo, no cabeçário do novo amigo lusitano, uma menção crítica sobre a hierarquia! Considerando-a tanto inútil quanto mais alta possa se dar!

Bem, decerto o amigo lusitano, ao par de mim e de outros tantos contextualmente esclarecidos em determinadas relações hierarquicamente interdependentes, publicou sua menção num momento de natural decepção para com decisões estúpidas afetantes do seu interesse. Tomadas arbitrariamente de forma contraditória ao que o conhecimento por excelência recomendaria a melhor.

Temos hierarquia em tudo: angelical, familial, institucional, judiciária, profissional, religiosa, etc...! Hierarquia funcional, quando o desempenho de um sistema orgânico ou social depende do entendimento e satisfatório desempenho de um agente catalisador do equilíbrio sistêmico. E diversos outros exemplos cuja citação seria estúpida redundância, quando não claramente interessante! Pois, pois!!! Estando lá, ou estando cá!

Em Administração, reconhecemos a importância da hierarquia quando analisamos a necessidade de identificarmos responsabilidades pelos afazeres e pelo bem ou mal feito! Em que temos até o princípio de unidade de comando, aplicado em organizações humanas de inúmeras naturezas. Sem o que, teríamos uma desordem geral, uma anarquia sociológica, uma incapacidade de procurar quem para resolver e responder pelo que precisamos ter encaminhado!

Entre os macacos e outras espécies do mundo animal, temos hierarquias de grupo fortemente enraizadas e energicamente defendidas. O que tem feito com que os respectivos grupos venham sendo preservados há milênios, frente a suas necessidades naturais de proliferação e aos riscos decorrentes de ameaças de predadores. Uma admirável relação organizacional que faz com que o ser humano pare para pensar no que dispôs o Autor de toda a Criação.

Bem, mas a hierarquia pode mesmo ser reconhecida como inútil. Quando a autoridade concernente ao respectivo nível decisório tem limitações formacionais e gerenciais para contribuir ao que aqueles que dependem de sua desenvoltura possam realizar. Hierarquia bem exercida é fator de comemoração, elogio e êxito individual e grupal. Hierarquia ignóbil é fator de desastre. Estarmos sujeitos a uma ou a outra, bem, isto depende da nossa capacidade, individual ou social, de concorrência a que isto possa se dar, ser mantido, ou modificado!

Bons votos! De felicidade, paz, sabedoria... E qualidade eleitoral, a propósito do que brasileiros e brasileiras deverão exercitar em Outubro! E do que todos os que este artigo lerem virem-se em contingência, não excessiva, de votar! A bem de hierarquias devidamente mantidas por quem de devida e esperada capacidade!

Sim, a toda pessoa objeto de interesse a uma investidura hierárquica, ou mesmo compulsoriamente reconhecida como hierarquicamente responsável, lembrar que considerar que recorrer a quem possa lhe auxiliar com qualidade de informações confiáveis e responsáveis sempre é útil para não ser classificada como... "inútil"! Sujo vaidoso não gosta de um bom banho! E fica sempre fedendo e seboso...! Corrompido pelos valores da vaidade, contra os valores da prosperidade e do bem fazer, e viver...