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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Consultor Respeitado Tem Poder

Sofrível condição têm gestores públicos que não consideram a opinião ou o conceito que internacional e nacionalmente respeitados Consultores Organizacionais  em Administração e Negócios, e ainda em Política e Segurança Institucional, têm sobre o seu desempenho.

Sejam de ordem política e social, sejam arrogados ao exercício velado ou não de poder de polícia nas estruturas associadas ou projetadas a Governos em que estão inseridos e respectivos suportes que utilizam para suas atividades, não têm o menor senso de valor quando agem de modo desgastante à sua reputação. E assim dos seus Governos.

Cometendo desmandos atentatórios contra a democracia, a lisura na gestão das coisas públicas e o direito econômico e privado de modo geral, incorrem em grave condição de serem essencialmente determinantes como danosos fatores de classificação de suas nações. Ou de seus Governos. Nacional e internacionalmente.

Nisto temos, por exemplo, o valor do parecer profissional, apenas tecnicamente considerável ainda que isto envolva critérios de avaliação de desempenho político-administrativo e associado, que Consultores como eu podem significar. Tanto para classificação do Brasil quanto para a de qualquer outro país que lhes seja concernente fazê-lo.

Nisto temos que atividades relacionadas a direito econômico e social, desempenho governamental, integridade e relações institucionais, qualidade democrática e de gestão pública, em todos os aspectos relevantes consideráveis, são componentes básicos de uma planilha de fatores.

Assim, quando precisamos contar com pareceres valiosos, o valor do respeito que o Governo e lideranças de governança de uma nação têm no conceito de pessoas qualificadas para classificá-las é fundamental. Do que profissionais com compatíveis condições decerto deveriam, ao menos eles, serem considerados com pelo menos a prudência requerida a quem a qualquer momento poderia precisar do valor de sua isenta opinião.

Classificações como as de responsabilidade das agências de avaliação econômica em que graus de especulação ou investimento, dentre outros na gama de fatores a isto compulsoriamente relacionados, são tão determinantes quanto, em alguns casos, a opinião de chefes de Estado no âmbito de suas competências constitucionais e técnicas.

Gestores públicos, seja no campo econômico seja no de outra competência administrativa, deveriam jamais ser alienados com relação a isto. Mais ainda quando cônscios ou dispondo de referências a que estariam sujeitos ao crivo de lideranças econômicas e políticas internas e internacionais, privadas e públicas. Pelo que desprezar esta condição ignorando as condições de todos num contexto compartilhado é, no mínimo, uma imprudente aberração. Que reforça classificações restritivas ao que representam em Governos e nações nos quais exercem influência e poder...

Não há gestor nenhum fora desta realidade. Aqueles que a ignorarem, e os que os sustentarem em afrontas e erros, demonstrariam que não entendem nada de ordem institucional e de respeitabilidade associada. O que serve também para gestores de toda atividade concernente a relações internacionais. Bilaterais ou multilaterais... 

Quem acha que pode tirar proveito de consciências pessoais de cidadania e responsabilidade moral e cívica, para fazer e desfazer sem respeito ao direito e à normalidade essencial da ordem econômica, política e social, demonstra assim ignorar o que é essencial para governança. Pública ou mesmo privada... Tem inconsequência absoluta sobre os seus atos, e não serve ao interesse público. É prejudicial ao mesmo...

Se eu tiver que apresentar um parecer hoje classificando o Brasil, qual classificação você acha que eu responsavelmente poderei considerar?

Palavra de Consultor...

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