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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Estado Forte Somente Com Povo Forte...

Quando uma Chefe de Estado afirma que o Estado precisa ser fortalecido ela reconhece que o Estado que ela chefia e herdou é fraco ou mesmo sem desenvoltura e isenta seriedade... 

Isto se dá muitas vezes por uma necessidade pessoal de aquisição de respeitabilidade pública diante de sua própria Nação ou mesmo do mundo inteiro. Uma forma de defesa diante de um contexto em que se sente impotente para solucionar o que é imperativo senão emergencial. Frente aos prejuízos decorrentes da deficiência e ineficácia estatal.

Entretanto, isto não resolve o problema e apenas serve para projetar uma imagem de interesse numa solução ao que muitas vezes não se dedica compromisso isento ou não tendencioso. Verdadeiramente democrático e embasado no direito público.

Pertençamos ou não a instituições de direito privado, civis ou religiosas, quando consideramos o que é público haver e interesse, até comercial ou economicamente considerados, não são nossas normas privadas particulares as consideradas para nossa análise de segurança socioeconômica. Mas as normas públicas com as quais podemos reivindicar ordem e qualidade administrativas, econômicas, ideológicas, legais, políticas e sociais públicas associadas aos lastros institucionais. Para projetos econômicos, educacionais e humanitários. Quando nossos confrades institucionais de outros países, irmãos de fé ou noutra condição de fraternidade ou laços de compromisso filantrópico ou ideológico que temos, analisam nossas condições socioeconômicas para investirem seus recursos financeiros, de tempo e trabalho em nosso País, não são as garantias particulares ou normas privadas pares que consideram. Mas nossa realidade funcional e legal publicamente reconhecida...

Nisto temos o cerne de nossa qualidade de vida e respeitabilidade econômica e moral e cívica. Na eficácia disto tudo que traduz a realidade de um País: nação, povo e território. Território publicamente estabelecido e publicamente sustentado. O resto no que concerne são apenas adjacências... Tenham elas o peso que possam querer ou realmente ter neste processo...

Quando uma Chefe de Estado, ou um Chefe de Estado, expressa que o Estado precisa ser fortalecido, deve essencialmente lembrar que um Estado é apenas o reflexo do que tem em efetivos valores o povo em função do qual existe... Em relação de interdependência direta com o que deve reconhecer também quanto ao que o mesmo povo precisa ser forte em tudo... 

Pensar somente nas necessidades de fortalecimento do Estado é estúpida e pueril demagogia... Vender esta ideia ao povo é hipocrisia...

sexta-feira, 11 de abril de 2014

FHC e Descriminalização das Drogas

Acabo de ler trecho de entrevista com o ex-Presidente da República Federativa do Brasil, Sociólogo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), membro da Academia Brasileira de Letras, em que se divulga sua opinião favorável à descriminalização das drogas no Brasil.

Não pude, em cidadã sã consciência, deixar de comentar, na rede social em que também tenho participação. O que partilho aqui:

Prefiro a opinião de especialistas... Não costumo opinar sobre assuntos que não conheço bem. Independente do que se possa concluir sobre o assunto, não creio que FHC tenha embasamento para recomendar ou não o que não conhece bem. A boa referência, também não tenho experiência sobre os efeitos nocivos das drogas. Entretanto, enquanto com alguns estudos biológicos por conta das minhas pesquisas em Agropecuária, condicionamento físico desportivo e Saúde Humana, sabedor que a exposição cerebral ou tecidual a efeitos químicos até mesmo da fumaça de cigarrro causa poluição, potencializa a necrose e a formação de tumores fatais. Algumas drogas chegam a cauterizar quimicamente o cérebro. Tive um conhecido na juventude que perdeu as faculdades de expressão facial natural por causa do consumo de drogas. Se nosso ex-presidente permanecer com sua opinião sobre a descriminalização da droga apesar destas referências, garanto que, se é que já votei nele um dia, NUNCA MAIS VOTO...!