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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Algo Mais que Politicamente Admitir é Preciso

Imagina você receber uma mensagem, de maneira compartilhada, socializada e sofisticada, na calada da noite, contendo o seguinte conteúdo: "Estamos pensando em dar um golpe no Paraguai. Se não der certo, vamos dar um no Uruguai. Se não der certo, vamos dar outro no Paraguai para dar certo do jeito que tiver que dar."

Imagina agora se não seria de se estimar que esta mensagem poderia ter sido difundida pelo Governo de um País que não é o nosso, no nosso caso o Brasil. Imagina também se não poderíamos estimar que esta mensagem poderia ser difundida por alguém de nosso próprio Governo, "lobbista" porcaria, tão porcaria quanto o estrangeiro que a poderia ter difundido na primeira hipótese, interessado em causar confusão e insegurança institucional em relação a origem de mensagens da mesma natureza. Numa condição socioambiental e política em que nosso Governo não é por excelência exemplar no cumprimento de suas rotinas administrativas e nas suas relações administrativas para com o cidadão.

Imagina isso tudo, pensa nisso, e projeta se não são imbecis todos aqueles associados em origem a mensagens como esta. E se não agem como que igualmente imbecis os que acovardados se põem de banda para abordar com eficaz responsabilidade este fato amplamente exposto a nós. Mesmo que no anonimato da calada da noite... 

Imagina também Psicólogos e outros profissionais do Comportamento, em tão avançado estado de desenvolvimento tecnológico, tentarem apaziguar os ânimos de abordagem deste assunto sugerindo que tais possibilidades de comunicação não devem ser consideradas e que toda percepção em dimensão análoga ao que temos cientificamente denominado de transmissão em alta frequência e ondas moduladas é apenas coisa psicológica...

Imagina, então, quem é imbecil e quem não é...

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