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domingo, 20 de dezembro de 2009

Por Quem Somos, e Devemos Viver

Após levantar neste Dia do Senhor, quando levantei ouvindo um som alto de um jovem amigo, meu vizinho. Na sua condição socioeconômica brasileira, e familial. Um som da moda jovem contemporânea, sugerindo sua disposição para viver. Mas um som de música que, se analisarmos calmamente, com facilidade podemos reconhecer como não saudável: pronúncias não claras, entonações desanimadas, lamentadoras, tristes. Como que revelando desapontamento, derrota, impotência. Quando na realidade quem o produziu e quem o ouve teria capacidade enorme de sobrepujar toda dificuldade ali retratada.

Desde ontem refletindo sobre minha mensagem de Natal, e de fim de ano, sobre se deveria publicar o site de minha empresa agora praticamente revisado, a uma sociedade da qual não tenho recebido uma resposta social e em vendas condizentes com nossas necessidades comuns relacionadas ao produto que lhe ofereço, liguei coisa com coisa e pensei no sermos gente.

Lembrei de lembrar que meu amigo não teria feito uma oração ao despertar, possivelmente. Mas, sem descartar o contrário, lembrei de lembrar algo essencialmente valioso a quem pudesse ler minha mensagem natalina. Quando bradamos fortemente, na defesa do respeito a nós, que "somos gente", o fazemos porque o senso de ser gente tem procedência divina. De Deus, que por sermos gente, e fazer questão disto, fez-Se humano em respeitosa solidariedade a nós... Acredite... E leve a sério, profundamente, isto tudo...

No Natal de Jesus Cristo, o que comemoramos não é "apenas" o nascimento do Salvador do Mundo. Mas um ato divino a bem da honra divina a um projeto maravilhoso de felicidade e vida em plenitude para cada ser humano contemplado com isto. E a isto devemos ser atentos, ser gente...

Ao despertarmos para isto, despertamos para sermos gente em Deus dia e noite e noite e dia. Com o discernimento de gente, não de animais. De que somos criaturas especiais, diferenciadas, nascidas com capacidade de "fazer a diferença" entre todas as demais. Devendo gratificar a Deus por isto, por toda a nossa vida. E em particular momento no Natal de Jesus, Deus feito homem por amor por nós, em honra do Seu Santo Nome. E assim vivermos condignos perante Ele e nós mesmos, perante toda a humanidade, e cada pessoa a nós próxima. No devido senso, responsáveis, progressivamente, pela libertação de cada ser humano no rumo da vida eterna. Nada mais, nada menos. Uma tarefa árdua, mas extremamente valiosa. E gratificante.

O que somos de gente, o bom que somos, é o Senhor da Vida presente em nós e entre nós. Por Ele devemos viver e fazer viver. Somos e poderemos ser vivos, calorosos, decentes, nobres, "respeitável público" e respeitosos seres. Por meio dos Seus dons, cantamos, falamos, escrevemos, planejamos... Por Ele aprendemos e ensinamos, curamos e conversamos. Por Ele temos condições de sorrir, plantar, cultivar e colher. Por Ele, Pai Eterno feito Filho Humano devemos procurar viver... A Ele devemos o que somos. E Ele devemos comemorar a todo momento, seja na Sua ressurreiçao, seja no Seu nascimento profetizado e confirmado conforme as Escrituras...

Desejo a todos os que lerem este artigo um Feliz Natal! Uma conversão permanente, perdão indo e vindo, justa reparação, e plena reconciliação. Com o próximo humano e com Deus próximo e dentro de nós, ao menos enquanto nossos corpos puderem ser mantido dignos de sermos Templos do Seu Espírito Santo...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DIABETES – Uma Revolução Mundial no Tratamento

ATENÇÃO: Conforme divulgado pela Imprensa brasileira no dia 28/01/2010, o Conselho Regional de Medicina proibiu a realização das cirurgias neste artigo mencionadas. Até que haja pronunciamento de organismos médicos que as endossem como procedimentos não experimentais. Apesar de centenas de pacientes tratados há anos com esta técnica estarem apresentando excelentes resultados em conforto pessoal e condição de saúde concernente.

TEXTO ORIGINAL DESTE ARTIGO:

Através de um dos meus correspondentes virtuais, tomei conhecimento de uma extraordinária técnica para o tratamento do Diabetes. Desenvolvida por um Médico brasileiro, cada vez mais reconhecida como uma verdadeira revolução na Medicina. Denominada Freio Neuroendócrino no Tratamento do Diabetes, foi desenvolvida pelo cirurgião Áureo Ludovico De Paula, 47 anos, e é feita por laparoscopia (através de pequenas incisões).

As estatísticas demonstram que 41% dos pacientes submetidos a ela ficam curados após o primeiro mês. 55% obtiveram a cura após doze meses. Proporcionando ausência de sequelas e melhoria do estado geral de saúde dos pacientes, como índices de glicose e pressão arterial, e a normalização dos níveis de colesterol. Além da minimização das expectativas negativas projetadas aos diabéticos, relacionadas a desequilíbrios hormonais e irregularidades cardíacas.

Segundo eminentes colegas de profissão, Áureo Ludovico De Paula, gastroenterologista goiano, pode por sua inovação acabar contemplado com o Prêmio Nobel de Medicina. Consideram que, que se a técnica comprovar sua eficácia a longo prazo, se depois de dez anos os pacientes continuarem com o níveis regularizados, o método se confirmará tão eficaz que afetará a segunda maior indústria do mundo, a dos medicamentos contra o Diabetes. Cujos métodos não curam, mas apenas favorecem ao convívio paliativo com o problema.

De 2003 para cá, ele já operou centenas de pacientes. Alguns já estão curados. Outros estão em franco processo de cura. Só o Dr. Áureo faz esse procedimento no Brasil. Ele opera em Goiânia, no Hospital de Especialidades, e em São Paulo no Albert Einstein. Nos próximos dias começará a operar também no Mount Sinai, em Nova York. No mundo a cirurgia é feita na Índia e em Milão (Itália) e está sendo implantada nos Estados Unidos. O detalhe, os cirurgiões que operam na Índia e na Itália foram treinados com ele.

O Dr. Áureo diz que enfrenta dificuldades na divulgação do procedimento justamente pelo ineditismo. E revela que está enfrentando dificuldades em muitos lugares. Tanto pelo ineditismo, quanto pela existência de interesses adversos viciados nos processos tradicionalmente conhecidos, em que apenas 30% dos tratados à base de dietas, exercícios e medicamentos conseguem conviver com o Diabetes de forma eficaz. Com dispêndios, cada um, de cerca de R$1.000,00-mês em média. O que representa um movimento de faturamento financeiro multimilionário em âmbito mundial. A afirmação de sua técnica, com certeza, afetará a renda regular atual de milhares e milhares ou milhões de profissionais. Que naturalmente deverão adaptar-se a esta nova realidade. Milhões de pessoas atualmente são economicamente pouco produtivas e morrem mais cedo por causa do Diabetes. Dispondo de “verdadeiras farmácias” domésticas.

Nisto tudo, temos eminentes personalidades dos mais diversos setores da cultura, economia e política já favorecidas pela nova forma de tratamento. Reconhecedores de evidentes benefícios. Centenas deles, no Brasil e no exterior. O que faz com que a importante inovação seja praticamente irreversível em seu processo de adoção na humanidade. Somente uma questão de tempo. Com isto, indústria e profissionais atualmente relacionados aos processos de tratamento convencionais deverão adaptar-se a esta nova realidade terapêutica. Em que certamente um novo mercado surgirá em decorrência das atividades econômicas dos milhões de pacientes regenerados pela nova técnica. Que, por exemplo, passarão a representar uma significativa parcela de consumidores normais de alimentos açucarados. A normalização socioeconômica concernente será apenas uma questão de dinâmica, saúde e tempo.

Saúde! E congratulações ao Dr. Áureo e a todos os profissionais cientistas que realmente buscam o desenvolvimento eficaz das nossas condições de vida. “Ai de quem não procurar a sabedoria.” “Ai de quem não apregoar a sabedoria.” “Ai do tímido.” “Procurai as ciências e a sabedoria.”

domingo, 18 de outubro de 2009

De 1964 a 2009, Alguns Pontos de Vista

Recebi, ontem, uma apresentação "Power Point" versando sobre os feitos e progressos nacionais realizados durante o Regime de Exceção de 1964. Comparando-os com os dos "tempos pós-ditadura"...

Na referida apresentação, temos saudosos elogios a estabelecimentos institucionais e obras arquitetônicas diversas. Dentre o que, uma diversificada abordagem a instituições criadas sob o lastro financeiro de todas as organizações que assim apoiaram a estruturação de um novo desenho político-administrativo para o Brasil. Organizações estas que decerto seriam criadas por muitos Governos contemporâneos aos de 64. Porquanto naturalmente esperadas de acordo com o que estava em voga em termos de organização institucional pública mundo afora. Outras, atribuídas ao Regime de 1964, mas que entretanto haviam sido objeto de estudos preliminares e projetos iniciados anteriormente. Sem que isto signifique, de modo algum, desmérito de quem teve a privilegiada oportunidade de efetivá-las.

Na sequência, os quadros comentam alguns aspectos negativos da realidade brasileira pós-"ditadura". Referindo-se ao regime que de fato foi um regime ditatorial como um regime em que as liberdades individuais e o direito privado e público eram mais respeitados que atualmente. Um ledo engano. Inclusive porque, sabemos todos, alguns aspectos de direito inerentes a capacidade privada e competência estatal exercidas nos imperativos contextuais da "grande fazenda" brasileira, como alguns renomados colunistas gostam de definir, permanecem entre nós como se nada de diferente houvesse na retomada da democracia na "Terra Brasilis".

De fato, se tomarmos como base atitudes anárquicas, descasos, escândalos, fraudes e omissões verificados desde 1985 em meio a atividades governamentais pós-Diretas Já, temos como reconhecer que os atores de tais desgovernos efetivamente seriam lastro para atitudes radicalmente indignadas por parte de muitos que jamais tiveram lastro para fugir ao diálogo ordeiro. Mesmo enquanto gestores do Regime de 1964, patrocinado por Nações em que a livre iniciativa é sinônimo de respeitabilidade e qualidade básica de vida e respeito pela cidadania...

Entretanto, ainda que com certos defeitos, graves, o regime pós-64 tem, não sem a interação democrática e habilitada de vários de nossos concidadãos reconhecidamente atuantes "de cá e de lá", proporcionado algumas vantagens. Em especial no tangente a livre negociação. Com um realismo nada ficcionista e cada vez mais fortalecido. Num processo de evolução política e econômica alicerçado nos mais sérios valores de preservação da liberdade. A duras penas sustentado no contexto sociológico de "brasileiros e brasileiras" aos quais 1964 inspirou confiança nas instituições mais sérias de nosso País ("de todos", segundo o Governo atual).

Nos Governos pós-64, ao que se nos parece, não temos oficiais de inteligência arrogando-se a administrar vida alheia escancarando seus absurdos de "aproveitar você em contra-informação", sem que você tenha laços administrativos que qualifiquem o Estado a isto. Embora tenhamos algumas atuações infelizes e inexperientes inocentes úteis capazes de serem conduzidas a tentar inibir algumas de nossas mais importantes lideranças a fingir que realidade é ficção. E que, portanto, o bom senso popular, consensualmente dado pelo contexto imposto, considera ultrajante refutar. Uma tentativa de imposição de poderes de porões da ditadura. Em estado de direito jamais defendido a bom termo por quem de competência instituída. Uma questão de maturidade política, senão de desqualificação ou insegurança de gestores públicos, em meio a um eleitorado que reelege corruptos "porque protestar assim parece ser mais lucrativo que levar a sério o que não é brincadeira."

Liberdade é bom. Somente não gosta dela quem não tem base para um papo firme. E papo firme não necessita de porões, onde os roedores sempre tem mais vez para, nas caladas da noite, fazer soar seus ruídos de quem jamais aprendeu a obedecer e crê que sem isto poderia mandar e desmandar sem respeito a regras ou sem conhecimento de base. Especuladores entre omissos. Em que todos perdemos. Nacional e internacionalmente. Inclusive respeito.


domingo, 6 de setembro de 2009

Vivei e fazei viver: contra o câncer e mais!

Se na minha última postagem o tema enfocado foi a morte, seus riscos, suas ameaças e formas, agora, ao par do que tenho publicado na seção SAÚDE T.S. SAL do portal de minha empresa, no espaço SERVIÇO, agora aqui retorno para falar de viver e fazer viver!

Acabo de tomar conhecimento de mais um recurso extraordinário que o bicarbonato de sódio tem: suas faculdades contra uma das mais terríveis ameaças à vida, o câncer.

Recebi uma mensagem de uma amiga especial que conheci e mantenho pelos seletivos processos sociais que a Internet proporciona a quem de seu a bom senso proveito! Boas amizades, boas companhias, de fato valem o quanto pesam! Quando não são leves com suave jugo...! Como Jesus! "Quando fizerdes o bem a algum destes pequeninos, será a mim que o terás feito.", vamos dizer que Sua afirmativa teria sido também assim dada!

Bem, o Dr. Tullio Simoncini, médico romano, tem obtido inestimáveis resultados em seus procedimentos contra o câncer em suas mais diversas formas. Através do uso do bicarbonato de sódio, um produto que procuro sempre ter comigo, inclusive em viagens longas ou mais rápidas!

Como para um bom leitor ou bom ouvinte, um bom entendedor, poucas palavras bastam, confira pessoalmente os valores do que aqui divulgo. Clique no link abaixo:


Ademais, saúde! Vivei e fazei viver!

TSS


sábado, 29 de agosto de 2009

"Você Sabe Que Nós Podemos Matar Você?"

"Você sabe que nós podemos matar você?"

A pergunta acima somente poderia ser feita a uma pessoa esclarecida por parte de um idiota... Pois, todos sabemos, qualquer um de nós pode matar qualquer um de nós. Das mais complexas ou fáceis formas! Matar é fácil, e pode ser praticado, como atentado ou como defesa, de maneira simples ou sofisticada...

Hoje em dia, então, a mais simples da pessoa sabe disso. E somente as mais absurdas pessoas poderiam questionar esta capacidade, ou o discernimento sobre ela.

Todos sabemos que, para matar, de um simples porém violento tapa na cara, passando por socos em certos pontos fatais, uma facada, um tiro de arma de fogo ou um atropelamento, e chegando a maneiras sofisticadas como envenenamentos ou intoxicações de inúmeras formas. Chegando-se também a explosões intra-cerebrais em seres com chips implantados com circuitos receptores de ondas eletromagnéticas remotamente moduláveis em frequencias e intensidades eletrostáticas ou radiofonicas... Décadas atrás, um espião foi morto na Inglaterra pelo simples toque de uma ponta de guarda-chuva envenenada no seu paletó, em trânsito na rua. Pelo que foi transferida ao seu organismo uma quantidade letal quimicamente atuante de forma a que sua morte se desse somente após um certo prazo decorrido o contato público numa calçada da Grã-Bretanha... Mortes também podem se dar por bombardeios convencionais ou atômicos, e agora também biológicos... Sobre o que os Estados Unidos publicaram suas alegações de razões para a invasão do Iraque que ora articulam desocupar...

Matar, todos podemos, até com uma panelada, um rolo de pastel - o famoso rolo de pastel, um estrangulamento, um sufocamento, uma imersão para morte por afogamento, e de todas as demais formas que sabemos alguém pode morrer...

Matar podemos, para extinguir ou manter a vida. A mal ou boa fé. Ilegitimamente ou em legítima defesa... Neste caso, até com poder de polícia, ou com porte de arma facultado aos cidadãos de bem que justifiquem o exercício do seu direito necessário de acordo com suas atividades...

A pergunta: "Você sabe que podemos matar você?" pode ser feita também por tentativas de autoafirmação ou intimidação pessoal individual ou socializada. Para manipulação política, restrita ou indiscriminada. Em tentativas de sustentação de "status-quo" imagem de poder de mando com base em abuso de poder de comunicação. Em prejuízo de poder de dignificação do Governo, do Povo, de mim, de você...

Para isto, a resposta coerente é aquela que cada um de nós deve dar a quem de interlocução anônima ou identificada, clara ou oculta, aprovável ou covarde, digna ou indigna. De acordo com a capacidade e a necessidade de cada um de nós, de todos nós, deste imenso País não tão grande que não possa ser conhecido e não tão pequeno que não possa ser grandioso...

Responda como achar melhor, individual ou socialmente. Conforme o possa e o exercício da cidadania e da democracia, por todos ou só por você, o favoreça... Lembrando-se sempre do que nos adverte professoralmente o Senhor nosso Deus: "Tendes dever de manter-vos vivos."

Assim, se tiver que matar, que seja para preservar a vida, de todos quantos o possa fazer viver... A menos que não se importe em contrariar o Senhor da Vida. E da morte... Que faz ressuscitar todo corpo podre ou ao pó retornado, conforme a Ele melhor aprover...

Uma resposta que podemos dar a uma pergunta ignorante como a que intitula este artigo é: "Sei, mas parece que você não sabe que você também pode morrer."

Há tempos, como tutor de alunos desportivos por mim coordenados, e extensivamente a outros concidadãos com quem pude ter a graça de interagir, os instruí recomendando jamais admitirem a covardia. Seja de cima para baixo, seja de baixo para cima. É uma boa pedida para defender o respeito, e a vida. E lembrar a um agressor ou ofensor em potencial que, uma vez atrevido a tanto, se mexer com você, jamais sairá de cuca fresca... E até poderá ser lembrado de que, ao ofender, também ele pode perder. Muito ou pouco, conforme a sorte lhe imprimir pelo contexto viver...

Sim, quando em tempos de democracia e paz certas partes acham que podem perguntar muito, e ainda às escondidas, coisas como esta que aqui analisamos, alguns de nós, com apoio do povo, podemos concluir que uma ditadura é um bom remédio... Ainda que não o ideal... Esta é uma direta já...!


sábado, 25 de julho de 2009

"LOUCURAS DO BRASIL..."

Acabo de receber um e-mail no qual uma das minhas correspondentes retransmite a mim não um cargo de confiança no serviço público. Mas uma nota salarial comparativa, que não é uma "nota" de salário e tampouco uma nota dez por uma prova de concurso público. Mas algo que sugere que algumas cabeças pensam melhor do que outras, que algumas pesam melhor do que outras, e que neste contexto temos evidências de que cambalachos, maracutaias e outros "rolos" mais dão mesmo é nisto. Resultado de despreparo e incapacidade de gestão em inúmeros setores de nosso Governo...

Publico, conforme pedido recebido, o que acima menciono:

CURIOSIDADES DE UM PAÍS DE LOUCOS (???)

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata !

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado , com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas.

PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA , ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO.

OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS ESTADUAIS E VEREADORES.

TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRUPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA ".O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.

JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNARMOS. PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.

VALE A PENA TENTAR.

PARTICIPE DESTE ATO DE REPULSA... REPASSE ...... NÃO SEJA OMISSO.

Bem, uma vez confirmada a realidade acima transcrita, não é por falta de minha disponibilidade e ofertas históricas a alguns cargos ou serviços, a bem da qualidade de nosso Governo, que alguns de nossos organismos teriam particulares desníveis salariais relativos. Tenho oferecido ao Estado Brasileiro, há memoráveis tempos, meu trabalho de qualidade a bem de sua desenvoltura por excelência. O que, naturalmente, implica em exercício democrático e não autoritário (não autoritarista) de relações de poder. Tanto de Governo para sociedade quanto de sociedade para com Governo.

No acima exposto, até mesmo oferta de professor na Escola de Administração do Exército eu tomei a iniciativa de fazer. Assim também oferta de assessoria ou consultoria especializada em níveis estaduais e municipais. Mas parece que politicamente algo a mais no jardim teria afetado "politicamente" a capacidade de, a boa conversa, ou a muito bom entendimento, este profissional de nível internacional a bem dos poderes públicos ser bem aproveitado!

Paciência...!

domingo, 12 de julho de 2009

Um Portal Fora do Ar Numa Sociedade ao Par?

No dia 7 pp., recebi mensagem da empresa que hospeda o portal da minha empresa, informando que a publicação do seu conteúdo havia sido suspensa devido a SPAM.

A atitude arbitrária por parte da mencionada empresa de serviços de suporte às telecomunicações pela Internet veio acompanhada de um link pelo qual eu poderia "obter um backup" ,e na sequencia "efetuar procedimentos para inibir a ação discriminada abaixo": "Envio de e-mails em massa". Para após a tomada das referidas providências contatá-la "para a reativação da hospedagem, sem arquivos, para que envie conteúdo seguro ao servidor."...

Surpreso com a atitude drástica, considerando que das poucas mais de duas dezenas de e-mails cadastrados para minha empresa atualmente somente dois ou três emitem mensagens próprias (de respostas automáticas a poucas consultas operacionais que são a estes endereços remetidas), tenho procurado os esclarecimentos técnicos, acompanhados dos respectivos relatórios de processamento de dados que os servidores automaticamente produzem. Atualmente, a grande maioria dos e-mails que envio não são enviados através dos servidores que hospedam meu domínio. Mas todas as mensagens dirigidas ao meu domínio são redirecionadas a e-mail pessoal não vinculado aos serviços contratados. Os relatórios por mim requeridos são importantes para que todas as partes interessadas no bom uso da Internet possamos todos reconhecer o que houve e tomar providências investigativas e jurídicas que por bem acharmos de interesse. O que inclui rastreamento de todos os IPs emitentes de mensagens recebidas pelos endereços do meu domínio comercial.

Há alguns meses, por coincidência também num dia 7 (de dezembro de 2008), informei à empresa em apreço que há algumas semanas notei a intensificação de recebimento por mim de mensagens não emitidas por mim ou terceiros à minha ordem, identificadas como de procedência dos e-mails criados para as atividades de minha empresa ou a seus objetivos institucionais vinculados. Então solicitando esclarecimentos e orientações sobre o que deveríamos todos considerar. Sendo informado, na resposta, que tais mensagens não eram originadas em meu servidor. E que não havia como impedir que elas circulassem. No que fui informado apenas que existem ferramentas que demonstram que elas são ilegítimas e que fazem com que elas sejam recusadas. Eu havia mencionado que o sistema Internet que automaticamente monitora o fluxo de mensagens entre os usuários estava então me informando que muitas delas estavam sendo recusadas.

Diante disto tudo, a única providência que entendi ser praticável foi a de monitorar as caixas de mensagem do servidor do meu domínio, para regularmente esvaziá-las. Uma vez que a empresa contratada não estava esvaziando-as automaticamente após o recebimento e redirecionamento automático. Operação com a qual anteriormente tive oportunidade de contar.

Bem, sem condições de precisar as origens das mensagens então estimadamente clonadas, e sem maiores orientações quanto ao que mais caberia a mim fazer, continuei a administrar o fluxo de mensagens a mim enviadas. Pelo que vinha excluindo da caixa postal à qual o redirecionamento tem sido programado cerca de uma centena e meia de mensagens clandestinamente produzidas. Quando não mais, em algumas ocasiões. Não lembrando se havia comunicado alguma coisa a autoridades governamentais (que normalmente já monitoram todo o fluxo de mensagens internet). E possivelmnete mais ainda no meu caso, pelo que atuo e significo em caráter político-institucional em âmbito nacional e internacional.

Bem, hoje completaram-se 5 dias em que ao alguém tentar o acesso ao conteúdo do portal de minha empresa - rico em cristianismo, moral e civismo, serviços de utilidade pública e não menos valioso em meio ambiente -, somente vê uma tela com informações sobre programas utilizados para suporte a criação e ou hospedagem de alguns modelos de páginas. E não estou desesperado com isto.

Nestes dias, tenho reorganizado as coordenadas de comunicação programáveis para os interesses de minhas atividades empresariais, e também feito algumas análises sobre as opções praticáveis a solucionar o assunto. Interagindo a bom termo com a empresa contratada para a hospedagem em apreço, da qual creio nos próximos dias deverei ter respostas a tudo o que interessa a uma satisfatória solução. Com a tranquilidade que o bom senso sugere a alguém que tem oferecido à sociedade o que eu tenho, e que tem recebido uma resposta bem aquém do ideal. Tanto em interesse político e social quanto em aquisições do meu livro sobre a Bíblia. Cuja renda é precipuamente destinada às Missões e à Caridade, na conformidade do conhecido pela sociedade favorecida e do divulgado na página de resultados sociais do portal. Um descaso que reflete nossa qualidade de vida.

Há duas semanas, conversando com um amigo que encontrei casualmente, naturalmente esclareci ao mesmo sobre apenas duas curiosas e essencialmente importantes informações bíblicas históricas que ele não conhecia. Apesar dele, ao ser lembrado sobre se já havia adquirido o meu livro, ter dito que já "ter lido a Bíblia" duas vezes!

Tem estado a sociedade cristã atenta a conhecer a Deus com o devido respeito a Ele? A resposta é: NÃO! Mas esta sociedade ainda vive, e pode viver melhor e fazer viver. Com atitudes cultural, pessoal e sociologicamente consideradas, poderá, enquanto não passar desta realidade para a plenitude por excelência, reconsiderar suas posições. Decerto se ela estivesse mais atenta ao que tenho exclusiva e ineditamente oferecido, eu não estaria enfrentando os problemas que venho enfrentando. E estaria fazendo muito mais por ela e por toda a humanidade. Vivendo melhor, fazendo por mim também o que não tenho feito devido a insensibilidade de muitos dos nossos...

Quanto ao portal, imperativos de ordem econômica e moral e cívica tem sido considerados por mim para reavaliação do conteúdo publicado. Pois, para mantê-lo em qualidade firme e forte, enfrentando os adversários do bem, preciso de correspondência socioeconômica. Uma andorinha só não faz verão, e somente de amor não se vive. O pecado está presente entre nós. E seu mentor trabalhando desesperado para que todos nós pequemos e façamos pecar. Inclusive pelo desvelo ao que é-nos a todos primordial. Crimes por computador e internet, subversão e transtornos correlacionados são apenas um aspecto do marginalismo, do subdesenvolvimento. O demônio não brinca em serviço. Porque Deus menos ainda o faz. E a vida não é um trem da alegria...

sábado, 20 de junho de 2009

Desenhando Perfis Agitadores e ou Subversivos

Importante é, a uma população achacoalhada com iniciativas anarquistas, de agitadores com certeza classificáveis também como subversivos, desenhar os seus perfis. Identificá-los.

Para o que, dispomos de inúmeros recursos. Da simples anotação do observado, em todas as suas características a nós possíveis, até os mais avançados recursos científicos de análise investigativa e monitoramento. O que inclui também análise projetada e retrospectiva de atividades de comunicação e movimentação social em todos os aspectos que possam ser reconhecidamente relacionáveis. É uma questão de democracia. Para todo País, seja qual for o regime de democracia ou governabilidade que adote. Não importando a quem de ofendido ou solidário interesse se a Nação ou as Nações envolvidas tem regimes autoritários ditatoriais ou democráticos com ideais de livre iniciativa. Em ambos os casos, tem-se interesse em normalidade política e social, em relações sociais identificadas a bem da saúde econômica e social, da segurança institucional.

Quando temos evidentes incidências de difusão de mensagens massa e de forma anônima, com propagação de insinuações anárquicas, banais e contra-producentes aos esforços estabelecidos ou em potencial para o desenvolvimento harmonioso do entendimento no âmbito da sociedade civil em geral - o que estende-se também aos âmbitos militar e religioso -, temos um problema sério contra a estabilidade psicológica e sociológica de toda uma população atingida.

Mas, como é o caso de algumas realidades conhecidas, inclusive nacionais brasileiras, acabamos tendo inúmeros registros que contribuem para a formação de uma malha de dados correlacionados. Que proporciona a quem de boa capacidade e hábil conhecimento de fatores, humanos e materiais, condições de desenhar-se perfis de suspeitos em potencial responsabilizáveis por tais danos.

No nosso caso brasileiro em particular, temos ricos dados que apontam para convergentes conclusões. Que nos capacitam, se não já capacitaram, a termos bem desenhados os perfis dos autores e mentores das iniciativas em exame, há anos sob a mais séria investigação.

Anos atrás, um comandante militar ponderou a mim a muito bom senso que: "Ninguém atira pedras em árvores que não tem (bons) frutos (de interesse)." O que é cada vez mais patente... E de acordo com os dados que temos registrado, os perfis científica e criminalmente passíveis de serem identificados dos referidos subversivos estão cada vez mais evidenciados. Somente fica no seu pé quem lhe conhece, quem tem alguma coisa a ver, alguma preocupação com a sua capacidade de desenvolvimento ou progresso. Ou interesse em lhe manter em exclusão institucional ou social, no ostracismo, sem progresso. Em condição manobrável ou nula. Com determinada explicação... Decerto em que a própria estabilidade tem correlação institucional ou sociológica...

Na década de 80, quando um renomado jornalista católico foi contratado para trabalhar na Rádio Vaticano, cheguei na casa de meus pais no horário do telejornal. Justamente no momento em que uma reportagem sobre a ida dele para atuar na Santa Sé estava no ar. Como que se não houvesse consequencia alguma, alguém propagou anônima e subliminarmente uma mensagem alusiva a que não era eu que estava ali, naquela condição que todos estávamos assistindo... Eu jamais pensara em trabalhar na Rádio Vaticano antes... Mas os mentores e propagadores daquela mensagem desejaram perturbar minha ordem e minha reputação pessoais perante os presentes ao meu lado. Senão também a todos do universo que então acompanhara aquele momento...

A primeira reação que cada um dos ali comigo presentes, todos decerto percebendo a mensagem, foi de estranheza ao "superior comunicado"... Mas a minha própria, além da sensação de dano moral pela tentativa de confundir-se a minha pessoa perante os que com quem me relacionava, foi a de que, com certeza, alguém deveria crer ter um motivo muito importante para me prejudicar... Somente poderia ser alguém dentre o grupo de pessoas por mim conhecidas e com quem eu tive algum convívio. Deste Mundo belo e imundo. Ou "do outro" de onde o imundo que é o príncipe deste mundo provém e também atua fazendo limpos sujos imundos à moda sua...

Quando eu estava concluindo o parágrafo anterior, há pouco mais de duas horas, houve um pique de luz aqui, e meu trabalho foi interrompido... Na sequencia, comuniquei à autoridade policial constituída mais próxima de mim, relatando exatamente o que estava fazendo e fornecendo referências de alguns... "bois"...

Bem, todos os que nos perturbam escondidos, como ratos exasperados com medo do povo e dos gatos "da casa", agem como o diabo. Que age também com uma capacidade extraordinária de propagação de mensagens em alta frequencia, e invisível.. Somente aparecendo quando quer, e Deus o permite... Sob formas de homem, animal ou mulher...

Anarquistas, demônios, subversivos, agem sempre como engraçadinhos, ou engraçadinhas... E foi na orgia que os romanos foram dominados pelos gregos, com as gregas, belas e doces mulheres... de Atenas...

Avante, sem pressa... Porque os ratos não podem prosperar entre nós...

Continuo em breve, aqui ou junto aos suspeitos, no peito e na raça, pra vagabundos não acharem graça...! Confiante na Justiça Maior de Deus...!


domingo, 24 de maio de 2009

Qualidade Portuguesa com Certeza!

Há algum tempo, participo de um grupo de profissionais de desenvolvimento de oportunidades internacionais de negócios. No qual mantenho contado com profissionais e integro grupos de interesse organizados em diversos Países.

Recentemente, ampliei meus horizontes profissionais através de um profissional liberal português dedicado a um projeto pessoal de fomento à qualidade de vida. Do qual venho tomando conhecimento na medida do que o tempo permite, e que tem nuances ao menos em parte análogas ao que apresento no espaço de utilidade pública (SERVIÇO) do portal T.S. SAL Editora.

Hoje, recebi a minha primeira mensagem dentre as distribuídas pelo referido profissional aos inscritos para o envio. E comecei a visitar alguns links. De início sem entender direito a dimensão de qualidade do projeto proposto por João Marques Carvalho, acabei novamente chegando, ora com mais vagar, aos textos do seu blog. E fiquei gratamente surpreendido por alguns textos que li.

Ele apresenta uma série de informações do mais alto valor para o processo de desenvolvimento socioeconomico e a qualidade de vida em geral. Pelo que já fiz comentários em duas de suas matérias. Quero ler todas as que puder. E recomendo a você que conheça o que ele faz. Vale à pena!

Para ter acesso ao que eu estou recomendando, clique aqui!

Seja feliz! Sejamos todos! Criteriosamente, com iniciativas que realmente consideram tudo o que concerne à qualidade de nossas vidas...

domingo, 17 de maio de 2009

Células-Mãe Sociais...

A família é a célula-mãe da sociedade, praticamente todos nós o percebemos ou sabemos. Mas não é somente ela que, em diversos casos, tem peso-mãe de qualidade de vida da sociedade.

Como uma célula-mãe social, é particularmente diferenciada das biológicas ou tecnológicas. Pois, tendo variância em complexidade e natureza socioambiental de acordo com as condições de seus componentes.

Na família temos o berço básico de toda a capacidade de capitalização humana das sociedades em que seus membros poderão ter participação. Dela, empresas e nações recebem fatores presumidamente inteligentes com poder articulador operativo com potenciais de construir ou destruir tudo o que no Mundo existe: natureza, organizações, pessoas, populações, realizações decorrentes do desenvolvimento científico e tecnológico, enfim, tudo o que afeta a vida...

Tudo o que influi e ocorre na qualidade de vida de uma família afeta essencialmente o potencial de cada um de seus membros no processo de vida de uma comunidade, de uma nação, e de toda a humanidade. Um valor ímpar, pelo que o ser humano tem em potencial de utilidade, seja qual for a sua origem. A natureza humana não discrimina condição de origem do ser para delimitação dos seus potenciais de desenvolvimento e participação na construção (ou destruição) da humanidade. Exemplos temos os mais diversos. Quando menos esperamos, eis que surge a solução inteligente dentre aqueles de quem não se esperava, não é?

Assim, o respeito pela ordem familiar, pela paz nas consciências a bem do sereno raciocínio de cada membro de uma família, é valor insubstituível como bem de humano capital social. Devendo ser observado por cada membro da sociedade. A começar não necessariamente pelos da própria família. Mas por todos. Pois, sendo o ser humano afetante de todos, todos tem o necessário dever de reverência a ele.

Quando temos a anarquia ou a desordem numa família, temos a insegurança e a instabilidade pessoais e socioambiental. Temos a dúvida quanto às premissas naturais concernentes ao gênero humano racional, não simplesmente instintivo. Mas emocional e referencialmente passível de afetação inibidora ou promotora do exercício salutar da atitude desenvolvimentista, evolucional... Quando temos a dignidade da ordem e do amor, respiramos raciocínio, razão. E colhemos bons frutos.

Quanto mais esteja a família inserida numa condição social de precariedade ou pobreza, tanto o cuidado sobre o respeito à integridade de sua estabilidade psicológica e social deve ser tomado. Independente de quem esteja burocrática e ou juridicamente com o ônus da primária representatividade e responsabilidade sobre a condução do que no seu âmbito interno ocorre. Pois, de qualquer família pode sair uma pessoa de insubstituível valor para a sociedade humana e tudo o que ela tem potencial de alcançar.

Assim, a prudência e seriedade por parte de Governos de quaisquer amplitudes ou condições é essencialmente importante quando de sua cogitação em inferir sobre a realidade socioambiental de uma família.

Governos que inferem de forma empírica, estúpida e ou inconsequente na condição sociambiental de uma família agem como que minando malignamente as capacidades e demais condições psicológicas e socioambientais de todos os seus membros. Em conjunto e individualmente. Passando, em inferindo, a ser tão responsáveis pela qualidade-mãe desta família perante a sociedade, quanto os seus responsáveis e representantes legais e sociais. Em regimes de exceção, então, nem se fala. Quando estes danos não são estendidos também à sociedade como um todo primariamente prejudicado, em alguns casos suspeitos. Que seriam a alguns autores politicamente convenientes...

Quando esta inferência se dá por meio de mecanismos excepcionais de participação, como com o uso de recursos de comunicação remota e ou socializada, Governos ou grupos à sua ordem a isto arrogados passam a ser classificáveis como anarquistas e subversivos. Em geral sempre tendo para tal absurdo segundas ou tendenciosas intenções, nada democraticamente igualitárias. Passam a ser classificáveis como usurpadores do poder a eles confiado de um modo ou de outro, traidores por falsidade ideológica inclusive. Desprovidos de sequer senso de valores para reger a ordem política e social do que a eles juridicamente imputável. Municipal, estadual, nacional ou geopoliticamente em espectro maior. Passam a ser consideráveis como danosos à natureza humana.

Quando isto se dá, a atitude salutar de uma família que se preste ao respeito, e tenha o discernimento de valores ao acima mencionado, é defender a honra da casa. Por ordem ao progresso... Famílias cujas capacidades de ação e liderança não são contempladas com isto acabam ficando danificadas por males de efeito moral cumulativos. Não raro irrecuperáveis. Refletem fraqueza e precariedade educacional e social. Senão também corruptibilidade socioeconômica. Podem assim refletir também falta de seriedade moral e cívica, e uma verdadeira demagogia preponderante em seus âmagos. Impostas por suas lideranças internas mais fortes ou mesmo compartilhadas.

Em ambos os casos, as duas entidades afetam sobremaneira a humanidade. Em todas as amplitudes populacionais que suas atitudes alcançam ou venham a alcançar. A curto, médio e longo prazos. De acordo com o que o exercício de tamanha estupidez possa permanecer ativo no tempo e no espaço...

Em casos assim, não somente à família é imputável a responsabilidade de célula-mãe da sociedade. Mas também ao Estado. Do que temos que tanto as dádivas como os danos desta conjunção de fatores podem ser atribuíveis a ambas as partes. A cada qual conforme o que tenha feito em relações de causas e efeitos...




sexta-feira, 8 de maio de 2009

Honra ao Mérito: Plantar e Colher, é Só Fazer...

Refletindo sobre a qualidade de vida brasileira atual, dedicando atenção a buscar as origens da mesma, verificamos uma série de conexões lógicas. Sem sombra de dúvida, e à luz do dia, podemos reconhecer, numa análise comparada com as realidades de alguns outros povos, que realmente temos muito a ver com o que vivemos atualmente.

Instituições, legislações, parlamentos, poderes públicos, potências econômicas privadas, religiosidade praticada, tudo a ver com as precariedades que atualmente vivemos em educação, eficácia institucional, emprego, estabilidade econômico-financeira, exercício da cidadania, fé declarada e professada, progresso, prosperidade, respeito, sustentabilidade ambiental natural e social, e qualidades outras que nos levam ao diagnóstico da nossa qualidade nacional em vários aspectos vista.

Plantamos para colher. E quando não o fazemos, o mato cresce, as pragas proliferam-se livremente. Pior ainda, quando plantamos o que é mal, o mal colhemos... Quando não exercemos os tratos culturais do que plantamos, ou zelamos dos nossos quintais e nossos campos, o que é trazido pelo vento é o que se planta e em nossos campos cresce... Se somos preguiçosos ou tímidos para defender a qualidade do que possuímos ou somos, em nossos domínios se desenvolve o que nossa displicência favorece.

Sendo deseducados – inversamente à educação que recebemos – somos piores do que seríamos, em caso de educação de qualidade; muito piores, em caso de educação precária; ou mesmo melhores, se por acaso fomos educados para o mal e acabamos despertando e seguindo os meandros do que é bem... Neste caso, um privilégio pessoal advindo de uma Messe que vive não somente para compensar diretamente aqueles que nela bem semeiam...

Plantamos felicidade, colhe-se felicidade; plantamos a desordem, colhe-se desordem, a começar em nossas próprias almas e mentes... Pois, o Senhor confunde os ímpios e os iníquos...

Se, ao final de nossas vidas terrenas, ao olhar para o que fizemos na Messe, concluirmos que plantamos com amor, que plantamos essencialmente o bem – e isto é inconfundível -, como tudo o que é bom provém dos filhos de Deus, certamente após nossa passagem para a vida em integral plenitude ceiaremos com o Senhor. Mas, se então olhando para trás, virmos que o essencial do que fizemos foi plantar o mal, o mais provável é que com o Senhor não poderemos sentar para a ceia... Então, somente nos restará a fome dos que destruiram a vida na Messe...

O mérito ao que tivermos honrado será o mérito a nós alcançável... Plantemos o bem, e asseguremos nossa vaguinha na Ceia Eterna dos Justos. Mas, lembremos, da qualidade com a qual plantarmos até mesmo o bem resultará a qualidade de nossa parte na ceia dos de bem. Por isto, procuremos sem timidez, intrépidos como recomenda O Todo Poderoso Criador do Céu e da Terra e de tudo o que neles há, plantar com qualidade tudo o que podemos plantar na Messe, na Terra... E também nos Céus – podemos orar pelas Almas dos que passaram e ainda não estão puras para o Paraíso... E pelos dos Céus que são ultrajados na Terra, confortando-os assim, a Todos... Para o que, para plantarmos bem a fé, a sabedoria e a vida, no verdadeiro amor por Deus e pelo próximo, devemos procurar conhecer tudo o que nos capacita ao plantio... Primariamente, o que nos legou o Senhor através das Sagradas Escrituras. Para o que precisamos também procurar saber ler corretamente, e ter as mais sagradas bençãos do Espírito Santo. Para sermos seus verdadeiros e indeléveis Templos Humanos a Ele agradáveis. Em todas as horas que estivermos vivendo... “Procurai as ciências e a sabedoria.”...

Acabei fazendo uma matéria de valor universal...!

sábado, 18 de abril de 2009

Apagão, "Black-out" ou falha da... "Light"?

Há anos, nós, brasileiros e brasileiras de norte a sul do País, estamos experimentando viver inúmeros e supreendentes apagões. Falhas de abastecimento de energia elétrica. A maioria das quais passageiras, rápidas, e sem explicações técnicas convincentes de que o sistema elétrico nacional nos assegura uma estabilidade no serviço... Ao menos no interior do Brasil, de norte a sul, de leste a oeste...

Bem, projeções as mais diversas têm sido feitas em função destas ocorrências. Uma delas a de que estas falhas podem não ser necessariamente defeitos. Mas propositais, subversivas... Criminosas, criminais... Elas têm ocorrido, de modo impressionante, coincidentemente ao desenvolvimento de certas abordagens socialmente realizadas entre concidadãos livres e não propriamente "do contra" ou dos "Contras"... Tampouco relacionados às FARC, ao Partido Comunista do Brasil ou a qualquer outra entidade de esquerda, estima-se... Incidem quando cidadãos de bem, que respeitam a liberdade e prezam a serenidade na avaliação dos interesses socioeconomicos, tratam precisamente de assuntos da maior importância, de forma independente do Estado. Não raro mesmo considerando uma boa e salutar interação com ele, Estado - Governo. Em suas alçadas municipais, estaduais e ou federal...

De forma perturbadora à sensação de segurança institucional e à moralidade política e social, isto vem como que chamando a atenção de todos os vitimados...

Só falta isto não ser mesmo defeito, mas confirmadamente praticado por grupos intermediários de especuladores como que infiltrados no sistema regular de poder público, de interesse público e assim amparado pela Constituição Federal - e de forma alguma por qualquer outra por ela não amparada... Como que desrespeitando a ordem imposta pela Lei e pelo desenvolvimento nacional sustentado por todos aqueles que, de fato, exercem e respondem efetivamente pela defesa da nossa normalidade democrática. Em especial aqueles que indelevelmente são realmente nossa verdadeira Inteligência...

Atenção, Brasil...! Atenção, concidadãos brasileiros e brasileiras...


domingo, 12 de abril de 2009

Sexo Seguro é Sexo-Fidelidade Conjugal...

Acabo de abrir o blog de um amigo da Comunidade Canção Nova. O que vejo como postagem de topo? "A máscara mundana do 'sexo seguro'." Mais uma matéria abordando a falsa segurança do sexo praticado com uso de preservativos.

Dias atrás, li outra matéria sobre o assunto, publicada em blog de uma comunidade americana em que tenho participação. Relatando graves estatísticas e sérias referências técnicas acerca da realidade da sociedade americana por decorrência disto.

O Governo dos Estados Unidos tem praticado, ao longo de décadas recentes, uma política como que de estímulo ou tolerância à prática do sexo seguro entre a juventude. O "safe-sex". Tomando por base o uso dos preservativos sexuais masculinos, e recentemente também considerados os femininos...

Bem, venho há dias refletindo sobre a probidade de publicar algo por aqui. E hoje acabei decidindo, frente ao crescimento do problema de forma distribuída cada vez mais preocupante na sociedade.

Não vou estender-me muito, apenas mencionar alguns aspectos da matéria americana que deixaram a população americana surpreendida: pela matéria, cerca de metade das jovens negras na faixa etária entre os 13 e os 20 anos tem alguma forma de doença sexualmente transmitida, mesmo com o uso dos preservativos. Entre as jovens brancas da mesma faixa etária, uma em cada quatro está vitimada na mesma condição.

O relatório ataca a política social do Governo dos Estados Unidos, no tangente a este assunto, e registra que, dentre várias doenças sexualmente transmissíveis (DST), há algumas, como a candidíase e a sífilis, que são transmitidas mesmo com o uso dos preservativos. Pelas características naturais de seus agentes patogênicos em relação com as operações de utilização dos preservativos. A própria AIDS também não deixa assim de ser transmissível...

De forma que temos um quadro delicado em que a sociedade em que vivemos tem responsabilidade pelos danos decorrentes de uma covarde e inconseqüente postura no campo da educação sexual e dos costumes. Expondo assim a toda a população ao risco da degeneração sanitária em prejuízo de nossa qualidade de vida...

Quem mais se aproveita disto, no saldo final dos prejuízos, é quem nada tem a perder com os danos causados. E aqueles que vivem do mercado de preservativos, medicamentos e saúde humana... Muitos dos quais também vitimados por um processo cultural no qual se valoriza mais o ver TV que o ler, o "ouvir dizer" que o saber, o "levar vantagem em tudo" que o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo...

Assim, sexo seguro continua sendo o sexo-família fiel. Sexo embasado no discernimento do amor e da fidelidade conjugal, conseqüente, responsável, solidário à felicidade de cada pessoa com a qual convivemos, e gostaríamos de ver sempre feliz e saudável. Mesmo nesta terra.

O Céu é o limite dos que amam, mas temos o dever de mantermo-nos vivos...

Paz e saúde, e paz...


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Que Admiração eu Tinha Pela Legislação Ambiental...!

De família com ascendências econômicas ruralistas, tanto materna quanto paternalmente em origens essenciais, potencial herdeiro de propriedades rurais, e cidadão “da Grande Fazenda” como não raro alguns colunistas mencionam o Brasil, desde minha adolescência considerei a possibilidade de um dia vir a tornar-me também eu um produtor rural. E por isto desde os 13 anos aproximadamente dedico-me a conhecer e estudar tudo o que posso sobre Agronegócios.

Efetivamente, adquiri livros, assinei diversas revistas técnicas, participei de eventos de formação científica e tecnológica do setor, pratiquei a agropecuária sempre que de oportuno, vivendo, enfim, a realidade do setor. À medida em que as oportunidades eram a mim propícias. Dentre o que a própria vivência em ambientes também da família.

Bem, no âmbito das iniciativas que tomei, conheci também a legislação ambiental brasileira. A qual conheci ainda nos tempos do regime de exceção de 1964. Quando conheci também a primeira Constituição da República que pude estudar. Não seria por estar sob um regime de exceção que eu não iria procurar reconhecer o que havia. E assim conheci também algumas normas de defesa ou preservação do meio ambiente. Como as que regem as distâncias que devem ser mantidas incólumes junto a nascentes e demais recursos hídricos.

Achava aquilo uma maravilha! Mais do que leis, reconhecia, e reconheço, tais parâmetros como verdadeiros manuais de segurança do patrimônio natural! E tinha grande admiração por aquele material, e por quem de sua respectiva autoria! Acreditava que o meio ambiente brasileiro estava com futuro assegurado, e que o Brasil sempre seria bonito e saudável em seus campos e propriedades rurais. Como via em filmes e vejo hoje também em apresentações dinâmicas distribuídas pela Internet - “Power Point” -, ilustrações de belas regiões de mananciais em países desenvolvidos de diversos continentes. O que vi ontem assistindo uma delas. Que águas limpas, que segurança, que ar puro, quanta harmonia! Um espetáculo da racionalidade, de bom senso humano!

Entretanto, à medida em que fui evoluindo e tomando conhecimento das oportunidades de desenvolvimento socioeconomico nacional, fui verificando que muitos de nós estávamos crescendo destruindo tais bases de sustentação dos recursos naturais. Recursos humanos destruindo as raízes de seus recursos naturais. Uma aberração, um escândalo, uma vergonha... Como pode o homem querer dispor de água, se destrói o que a mantém?

É verdade que tomei conhecimento que em alguns países desenvolvidos, ao ser desconsiderada a natureza ambiental, a natureza humana pagou caro. Mas também que por lá foi interrompido este processo destrutivo ciliar.

Como estamos hoje, bem o sabemos... O aquecimento e o resfriamento global, aparentemente antagônicos, são agora sintomas interrelacionados... Pois a água que evapora mais por causa do aquecimento não é jogada no espaço sideral. Mas redistribuída no Planeta em que vivemos como que ao sabor dos ventos. E o gelo que derrete nos polos afetando o mar conforme as marés...

A humanidade, em sua maioria declaradamente de fé, pode ainda exercer esta graça, este dom, resignando-se a uma conduta humilde, inteligente e prudente. Tanto ao que pratica na natureza biológica quanto ao que pode praticar por sua natureza espiritual. Sim, orando e laborando - “Ora et labora.”. Temos exemplos bíblicos ricos de que o Senhor da Honra e de todas as coisas já respondeu a atitudes dos homens de fé por Ele orientados, após específicos períodos de crises decorrentes de desorientação nos costumes, e conseguiram com isto bençãos extraordinárias. Hoje não é diferente a condição. Mas devemos ser práticos, todos...

Jesus orava, e orou até quando expirou seu último suspiro. Ressuscitando no terceiro dia, o Messias dos Judeus, o Varão da Casa de Davi. Se o confessamos, porque não orarmos varonilmente também nós? Orarmos e trabalharmos... Sim, sem desperdiçarmos absolutamente nada do que realiza a natureza... Lembremo-nos, e admoestemo-nos, mutuamente, de que devemos considerar tudo. Tendo como referência os epísódios de multiplicação dos pães e dos peixes. Após todos estarem saciados, recolheram as sobras, em doze cestas... Para que? Para aproveitá-las, todas.

Jesus e Seus Discípulos não jogavam no lixo o resto dos alimentos não consumidos. Ele até mesmo recomendou que não se dessem as migalhas dos pães aos cachorrinhos... Aproveitar tudo o que a natureza produz, sem pormos a perder o que pudermos defender, é exercitar a inteligência – dom que nos difere das demais criaturas da Terra...

Eu continuo tendo admiração pela legislação ambiental que rege a preservação de nascentes e mananciais brasileiros. Mas tenho menos por aqueles que pensei um dia teriam, como eu, reverência a ela... Mas respeito a ambos. Questão de consciência...

sábado, 14 de março de 2009

Terapia do Elogio

Acabo de responder uma mensagem que recebi de uma amiga, justamente conhecida no Orkut - vejam só! -, na qual procura-se despertar a sociedade para a iniciativa do elogio em cada progresso que se nos é visível. Seu título é o que uso para esta postagem. E acabei comentando com base na minha sensibilidade pessoal ao que, ao par de quem a originou, decerto. E agora estou aqui, partilhando a mesma de público.

Em várias sociedades contemporâneas, as pessoas não raro são viciadamente tímidas para elogiar, aplaudir e enaltecer quem faz, quem evolui particularmente... De público ou privativamente... Em nome talvez de um "coletivismo", de um "socialismo igualitário..." Mais hipócrita e acomodativos para os grupos tradicionalmente dominantes do que qualquer outra coisa... Como que sugerindo-se que progredir é simples obrigação e socializar é o ao social realizável é o fim e a razão de toda evolução. Como se todos nós devessemos ser considerados iguais...

Somos iguais coisa alguma...! Como quem não faz é igual a quem faz?! Como quem é acomodado é igual a quem é esforçado?! Como quem é convarde é igual a quem é herói ou heroína? Como quem permanece na ignorância é igual a quem a supera?! Não interessam os motivos...

Anos atrás, assistindo a uma apresentação maravilhosa do Coral de um hospital da cidade onde eu moro, ao final levantei-me para aplaudir de pé...! Estava no meio de uma platéia que era de aproximadamente 1000 pessoas... Ninguém acompanhou... E o espetáculo foi uma maravilha! Nao sei... Mas a atitude coletiva do grupo mostrou ao Coral quem é que lhe assistiu... E referenciou-se sobre a valia do esforço do grupo... Horrível...

A mentalidade de não elogiar muito alguém, "a não ser que seja do Governo" ou "coisa nossa" (porque o Governo "é nosso, somos nós"), inibe iniciativas de liderança em todas as sociedades. Em especial em populações nas quais as oportunidades de desenvolvimento são exíguas. Em meio ao que os esforços de superação da mesmice deveriam ser mais elogiados ainda do que onde as oportunidades são mais acessíveis a todos...

Enquanto o ser humano for egoísta, orgulhoso, vaidoso, irá fazer o "lobby" de grupismo. Para justificar sua acomodação, seu "cansaço de guerra", face às necessidades de esforço determinado a promover a qualidade de vida, não vai causar nada mais senão a apatia, o marasmo, o coletivismo entrópico. Enquanto o ser humano, esteja onde estiver, chegue de onde chegar, não assumir que felicidade própria não se resume mediocremente à realidade doméstica, municipal, ou provinciana. Ou mesmo à qualidade do que simboliza restritamente o elogio do coletivo, haverá abuso, desânimo, injustiça, insegurança, pobreza, e sudesenvolvimento. Sensação de despersonalização de valores individuais em nome de um demagógico imperativo coletivo...

A bandeira do Brasil nas mãos de um campeão de Fórmula 1 ou a Taça da FIFA nas mãos da Seleção Brasileira, ou mesmo um cidadão de estratos não privilegiados na Presidência da República, podem não significar nada mais do que símbolos ilusórios, símbolos postos ao bel prazer daqueles que, rebeldes ao reconhecimento e respectivo incentivo das realizações individuais ao seu alcance apresentadas, somente sabem enaltecer "o Poder". E não o fazer, o ser, o superar-se a si mesmo, o vencer...

Elogiar quem progride, publicar sua admiração, não é motivo de egoísmo, imprudência ou vergonha. É fator de ânimo aos potenciais latentes. Sem por isto ser desprezo ao senso do social... É fator de educação, gratidão e reconhecimento. Em especial daquilo que se faz, como uma obra de arte grupal e musical, em integração e promoção do amor à vida...

Este assunto é tão importante, e julgo tão necessário abordá-lo, que resolvi tratar dele aqui... Ter consciência do social é preciso. E ser social é também aplaudir, eloquentemente, quem faz por merecer a bem da felicidade geral... Mais ainda quando graciosamente...

domingo, 8 de março de 2009

Pelo Dia Internacional das Mulheres

Mulher...

Criatura da qual nenhum de nós esquece

Berço esplêndido do ser desde a concepção
Alicerce da vida já na gestação
Acalento natural de seio amor-nutrição

Beleza, doçura, destreza, afeição que aquece
Artesã social sobremaneira distinção
Atenta pura candura feita inteira emoção

Brilho humano inquietude que coração enobrece
Amiga fiel companheira inspira poema e canção
Adoradora de Deus no lar sustenta oração

Base a um grande homem é um feliz alicerce
Amorosa e altaneira transforma pedra em paixão
Aplicada e diligente sustenta em Alma e razão

Às mulheres que eu conheço
Às mulheres dos meus amigos
Às irmãs, filhas, sobrinhas
Às cunhadas, primas, comadres
Às mães solteiras e às casadas
Às guardadas e às desviadas
Às perdidas e abandonadas
Às doentes, sadias ou saradas
Às santas e às pecadoras desesperadas
As Mãos Santas de Maria as façam realizadas...!

Feliz Dia Internacional da Mulher 2009...!

Beijos!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Mais Sobre o Orkut e Sítios de Relacionamento

Recebi, semanas atrás, uma reflexão de autoria de um professor de Informática preocupado em alertar à sociedade brasileira em especial sobre o que existe em torno do Orkut. Justamente tema que enfoquei em minha última postagem.

Ora, o bem intencionado autor acima mencionado afirmou que o propósito e o maior triundo do Orkut seria obter informações de uma classe privilegiada da população brasileira. Ao que apresenta a questão: “Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve?”. Seguida de comentários de que em outras culturas há hesitação em participar suas vidas e dados de intimidade de forma irresponsável e leviana, assim... E referindo-se ainda a telefonemas que participantes daquela comunidade virtual de relacionamento poderiam ou teriam recebido já, por conta de especulações de delinquentes, e outras tantas! Fala de exposição de contextos de vidas de titulares de perfis que publicam fotos de família, viagens, expõem recados e mais recados, referências patrimoniais e tudo o mais que podemos lá ver. Que, na maioria dos casos, jamais seria publicado pelas colunas sociais que mostram mesmo gente que realmente faz e faz a diferença! E não simplesmente quer ser sem jamais exercer o que de fato importa à construção e à defesa de valores econômicos e ou sociais de forma evidentemente compromissada. Descontado o que aparece acessória ou contingencialmente por, digamos, “carona”! E conclui recomendando aos incautos alienados e alienistas os cuidados que entende por bem adotarem. Para que não venham a ser objetos de planos de extorsão, seqüestro e outros delitos mais!

Bem, ele somente não comentou que, se o bandido ligar para extorquir dinheiro, você pode denunciar à Polícia e tomar providências outras que julgar necessárias. E tampouco que muito do que é apresentado em vários perfis do Orkut, e outros sites de relacionamento com assiduidade brasileira acima de qualquer outra, o é justamente devido à precariedade da população brasileira! E que a população brasileira muitas vezes ve-se na conveniência de participar de sistemas como Orkut e outros similares porque nele tem uma capacidade de integração social por potencial de comunicação compartilhada excepcional. Não raro suprindo assim deficiências da também brasileira mídia convencional, em nossas necessidades de interesse isento por defesa dos direitos individuais, normalidade democrática, ordem comercial e econômica e qualidade cultural presencial. Por vícios sociologicamente dados em decorrência de nossa condição e evolução histórica.

Ora, o que publicamos no Orkut publicaríamos na lanchonete, no local de trabalho, no círculo de vizinhança e onde mais temos acesso. E se acharmos por bem. Sites de relacionamento oferecem mesmo riscos de exposição. Mas o dia a dia também! Tanto na realidade da internet como na natural, estamos expostos a riscos os mais diversos. Cabe a cada um de nós ter o bom senso e não sermos ridículos ao ponto de querermos nos afirmar ali pelo que não conseguimos em nossas realidades naturais. Ninguém engana ninguém, ninguém é bobo, ninguém é tolo. Apenas pode estar ou ser sujeito temporário à ilusão, ou à distração! Muitas vezes admitida por esporte ou pedagogia! Cabe a quem de interesse expor o que se lhe interessa, de acordo com o que se lhe parece melhor. E viver, sem medo de interagir, sem medo de fazer viver. Sem perda de capacidade comunicativa essencial, num País em que a mídia é atrelada a Governo. E em que Governo não é necessária ou seguramente sinônimo de discernimento institucional, isenção político-administrativa, integridade e respeito pela democracia, pela família, pela livre iniciativa, pela livre negociação, pelo contribuinte, por consciência religiosa, e também por Deus...

sábado, 17 de janeiro de 2009

A Realidade das Amizades Virtuais!

Há anos tendo um perfil no orkut, e alguns em outros sítios de relacionamento internet nos quais tenho participação devido a alegações de interesse profissional, mais propriamente, verifico de vez em quando alguém referir-se a amizades virtuais como se elas não fossem reais.

Se começamos uma amizade convencionalmente dada através de uma carta ou de um telefonema que realizamos ou recebemos, jamais consideramos esta amizade irreal. No que temos exemplos, assim como de várias relações iniciadas pela internet, de casos que viraram até mesmo casamentos harmoniosos, sociedades empresariais, ou tão somente tomaram corpo no cotidiano além-computadores.

Ora, toda relação pessoal que se dá no campo humano, seja através do conhecimento presencial, seja através de qualquer outra forma, é real. E sempre será! Não sendo diferente, portanto, aquelas que honestamente se dão através da internet. Assim proporcionando às partes que delas participem relações de afeto, interesse, reconhecimento, trabalho e tudo o mais que possa se dar a bem. Nos mesmos níveis de envolvimento resultantes de qualquer outra forma de relação social.

Tanto no caso da internet como nos casos de cartas ou telefonemas, ou mesmo no de relações sociais dadas presencialmente, há riscos de falsidade de identidades, propósitos e responsabilidades econômicas e sociais. Também presencialmente temos falsificação de identidade e documentos - a chamada penalmente falsidade ideológica.

Entretanto, devemos ter em conta que uma relação social que se dá num sítio de relacionamento é, em geral, precedida de uma análise de perfil de uma ou das duas partes. Em que cada participante tem a faculdade de apresentar-se e de reconhecer ao outro. De forma que, em havendo honestidade de propósitos e maturidade no proceder, as amizades constituídas nos sítios de relacionamento nos proporcionam, assim, muito menos chances de frustrações do que algumas outras formas espontâneas de desenvolvimento.

Portanto, quem não considera as chamadas amizades virtuais como amizades reais, de fato está se iludindo quando ao valor que elas de fato representam. Amizades constituídas em sítios de relacionamento internet podem ser justificadas por: apoio moral a pessoas com interesses afins; interesse em interação pessoal específica entre as pessoas; interesse político, profissional ou religioso; relações geopolíticas; relações familiais; e mais alguns aspectos eventualmente aqui não englobados! Mas jamais de forma irreal!

Assim, temos que o que é saudável considerar é que amizades "virtuais", de fato, são amizades reais. Assim como temos amigos ou colegas de estudo, profissão, religião, trabalho ou vizinhança, compatriotas e conterrâneos, dentre os quais temos alguns com maior e outros com menor intensificação de interação pessoal, nos sítios de relacionamento é a mesma coisa! Não devemos por limites a que estas amizades tomem corpo no nosso cotidiano natural, para não incorrermos num vício patológico de ilusão. E para que tenhamos proveito efetivo e real de tudo o que praticamos. Quem faz amizade em sítios de relacionamento internet apenas para especular, brinca com a própria vida e com a alheia, sem dar-se ao devido respeito pelas respectivas felicidades. Ou ao menos engana-se quanto ao que precisaria providenciar a bom termo, para que participe da vida com qualidade. Sejamos felizes! Com todos os cuidados que devemos ter normalmente, sejamos felizes! Amizades dadas em sítios de relacionamento não raro são valiosas como soluções de qualidade de vida! Mesmo que, como em todas as demais formas, também envolvam riscos, ao que devemos apenas e atentamente identificar quem se nos apresente. Admitindo o estreitamento de laços interpessoais com a objetividade e a segurança recomendáveis em qualquer situação.