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domingo, 23 de novembro de 2008

Casamento, Emprego, Gastos, Sexo e Opinião...!

Estive há pouco respondendo a uma amiga que tenho em virtude do Orkut. Sobre uma mensagem que dela recebi referindo-se à influência da opinião de terceiros nas decisões e na vida de muitos de nós. Do que resolvi que este seria o tema para a minha postagem do blog, sobre o que estava atinando há dias. Veja só, ainda que com algumas modificações, aonde acabei chegando!

Esta influência, respondi, é um reflexo de nossa insegurança, que somente se faz presente pela nossa ignorância! Tanto mais quanto somos alienados em relação aos valores do que fazemos! Deus nos recomenda, entre Seus vários conselhos bíblicos, que devemos usar a mente para filtrar tudo o que o coração nos pede, todos os seus impulsos. E então, somente após a aprovação da razão, prosseguirmos no que de primeiro momento se nos é atraente e agradável. Não raro interessante pelo "cansaço da vida", que não deve ser vista por nós senão que como algo a ser bem superado. Nesta fase pré-passagem curta e que deve ser certa! Mas a opinião alheia não deve mesmo ser, idealmente, o fator decisivo de nossos passos! Para o que, devemos ter sempre o entendimento a respeito do que é a nós essencial... Entendimento, um dos dons do Espírito Santo...! O Espírito da Vida...! Este Espírito que faz-nos esperançosos, e do Qual somos Tabernáculos Corpos, jamais foi, é e será inconseqüente! Quem blasfemar contra Ele, jamais será perdoado. Embora o possa ser se por distração blasfemar contra o Pai ou o Filho Redentor do Mundo, da humanidade toda que Lhe abraçar ou abraçou!

Assim, muitas vezes o comodismo pela insatisfação temporal com as dificuldades desta vida, à qual somos material e interdependentemente ligados, tende a levar-nos querer como que sair deste plano consciente e “ir para o Céu”. Casualmente, estive refletindo hoje sobre o prazer sexual, veja só... E com estas palavras: quando as pessoas chegam ao prazer sexual ideal, é como se estivessem saído da nossa realidade terrena, rumo a algo superior e inalcançável aqui; como se fossem desligadas de tudo o que não agrada ou dificulta a vida na Terra! Como se de fato saíssem deste Mundo rumo a outro sem problemas de quaisquer naturezas, não é? Pois é! Então, com isto podemos concluir que uma das razões pelas quais a maioria das pessoas envolve-se sexualmente com outras, ainda que sem compromisso, é nada mais nada menos que simplesmente A FUGA DOS PROBLEMAS, DA REALIDADE DA VIDA, não é? Um prazer, sem dúvida agradável se obtido com amor e respeito. Mas um dano, se desprovido de compromisso de sustentabilidade a uma felicidade digna da consciência sobre a dependência pessoal e a responsabilidade que isto acarreta...

Ah! se uma grande multidão de pessoas que praticam sexo livre parasse para pensar nisto, atendo-se a que ao procurar o sexo na realidade procuram uma fuga ilusória da guerra que é esta curta vida! E da qual somente se liberta com a passagem digna para "uma melhor" condição! Após termos, cada um de nós, desempenhado bem nossos papéis, nossas missões! De prepararmo-nos – afortunadamente lembrando lemas do escotismo, veja só!!! - "o melhor possível" e "sempre alerta" para sermos cônscios e felizes em plenitude! Naquela Plenitude que todos almejamos corresponder um dia, no fundo dos nossos corações, quando poderemos curtir eternamente a Bela Vida que nos prometeu o Senhor, o Santo...!

Isto não nos impede de termos felizes realizações aqui, inteligentemente estabelecidas de acordo com a harmonia que a vida exige e faculta a que tudo o que nela se faça seja estável e fruto de perpétua e plena felicidade...! Claro que compreende-se a natureza das pessoas e a relação salutar entre os casais, entre os cônjuges a bom termo entre si compromissados e mutuamente dedicados. E que o amor conseqüente faz parte da vida e concorre à sua continuidade estável e harmoniosa!

Mas temos em conta, devidamente, a realidade de que, ao mesmo tempo em que o prazer proporcionado pelo sexo momentaneamente pode nos fazer como que viver um outro estado de vida, traz também certos vínculos... A prática sexual como que atrela-nos relativamente à matéria. Fazendo com que aquele momento em que somos como que projetados para fora do Planeta seja também um momento que nos aprisione a este... Porque tende a tornar-nos dependentes reincidentes. Não raro gravemente, afetando-nos profundamente no âmbito das nossas relações emocionais e sociais... Sem a experiência sexual, não conhecemos o momento físico que nos envia para um “estado novo” e superior. Estado pelo qual podemos também evidenciar quão sagrado é este laço de relação entre um homem e uma mulher. E que por isto amparado pela condição conjugal a bom termo sustenta a integridade afetiva e moral dos praticantes. Assegurando-lhes o necessário à auto-estima, dignidade e ordem pessoais e sociais.

Sem a experiência sexual, entretanto, mantemo-nos, por outro lado, mais independentes da carne, da matéria, do Mundo. Ficamos como que livres para vivenciar e testemunhar com melhor independência o Espírito e a Sabedoria. Com menos amarras à Terra, e muito mais livres para vivenciar os Céus, “Aquele Local” que, não apenas por um momento que passa rápido, mas eternamente, já hoje, é não simplesmente um “outro mundo sem problemas”, mas o Reino de Todos os Mundos, eternamente em paz, o Reino de Deus...

Bem, que a opinião pública e de toda a sociedade é um fato, e que ela tem sua importância e reflete a aprovação ou a reprovação do que se faz, sem dúvida não se nega. Que o sexo é importante para a preservação das espécies, da mesma forma. A decisão de fazê-lo ou não a bom termo, respeitando todas as vidas a isto vinculadas, e zelosamente a bem da felicidade em plenitude, tem uma dimensão ímpar e sagrada, tem também sumo valor. E afeta a auto-estima e a dignidade de todos os que são por isto alcançados. Casar com quem você achar por bem, cuidar de sua aparência, usar ou não roupa de grife, cultuar ou não a Deus, sermos religiosos consagrados ou simplesmente leigos de fé, freqüentar ou não um evento social, assumir ou não um “bom emprego”, e tudo o que devemos resolver, depende, em última instância, da nossa própria opinião. De nossa compreensão, de nossa própria formação. Por mais que possamos ser aprovados ou criticados, sempre o seremos pelo que tivermos decidido nós mesmos. Sejam quais forem as referências que tivermos adotado para decidir o que fazer...

Ao que é bom sempre lembrar o que não me canso de fazer: a frase do Frei Junípero Serra, Beato e Apóstolo da Califórnia, herói da história dos Estados Unidos: “SEMPRE AVANTE, JAMAIS RETROCEDER”. Nunca é demais pensar sempre nesta “boa opinião” antes de tudo o que nos pusermos a fazer...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

“CALMA QUE O BRASIL É NOSSO”...?!!!!!!

Já foi nosso...!

Ao menos se olharmos para nosso patrimônio material ou o lucro de suas atividades, não é o Brasil hoje tanto nosso quanto já foi até..., por exemplo..., décadas atrás...

Somente duas ou três referências para ilustrar: praticamente 50% da Petrobrás não pertence mais a “brasileiras e brasileiros”, mas a “estrangeiras e estrangeiros”; cerca de 30% das maiores propriedades rurais do nosso imenso Brasil também já não nos pertencem; inúmeras geradoras de energia hidrelétrica encontram-se adquiridas, nos termos da Lei, por não nacionais; e o mercado de trabalho especializado e de nível superior, diferentemente do que é dado em outros países de economia de mercado, vem sendo ocupado por nascidos em outros Países, sequer procedentes do Porto... Sem contar os inúmeros casos de estabelecimentos comerciais e industriais de diversos portes, adquiridos ou estabelecidos por estrangeiros, com capital estrangeiro, e priorizando o destino do lucro e a geração de oportunidades de desenvolvimento pessoal e emprego para os seus apadrinhados...

Bem, assim, o velho chavão usado por nossas “boas e velhas lideranças” para conduzir nosso pacato País em ordem – a tal: “Calma, que o Brasil é nosso!” - não é mais uma realidade nacional a qual se possa tomar como referência à atenção de nossos compatriotas, natos ou admitidos nas mais diversas condições e justificativas...

Temos brasileiros e brasileiras orgulhosos de terem como empregadores empresários e grandes empresas estrangeiras: emprego mais estável, condição socioeconômica mais segura, ambiente de trabalho mais sério. Em que a premissa: “Tempo é dinheiro” é levada a sério de verdade... Além do que se deve considerar quanto à capacidade científica e tecnológica de trabalho e ao espírito de equipe. Consciência de interdependência e respeito, nem se discute..!

Bem, bom ou ruim? Se não perdemos a soberania, pela qual, em casos de calamidade pública, como também por lá, o Estado tem direito e poderes para dizer o que se faz com o que existe por aqui, é evidente que isto trouxe um maturamento de nossa sociedade. Sejam nossos externos investidores chineses ou americanos. E isto afetou o desempenho, o interesse e a reputação de empresários, governantes e mesmo de religiosos desta terra não raro apontada como “A Grande Fazenda”...

Preponderantemente influenciado pelos poderes socioeconômicos da nossa classe ruralista, conforme nos é evidente pela simples análise de nossa evolução, o Brasil é agora, patrimonialmente nosso, uma fazenda menor do que antes. Usinas hidrelétricas e estatais de telecomunicações e transporte construídas na época do “Regime de Exceção de 1964”, então fatores populares de ânimo e orgulho nacionais, não são mais garantia de austeridade nacional. Devido a entraves socioeconômicos que afetaram a capacidade de capitalização e desenvolvimento sustentável de parte inestimátivel de nossas lideranças econômicas em potencial. Pela precariedade de nossa cultura (e da nossa seriedade democrática, idelológica...), da nossa praticidade e nosso discernimento para com o respeito devido à livre inciativa e ao que de caras referências institucionais realmente valiosas, fizeram com que chegássemos a este contexto...

O Brasil, sob o espúrio enfoque de que tudo é de todos, não aprendeu ainda a valorar lideranças. Ao contrário, a reduzí-las a um lugar comum socializado em nome de uma condição que não existe e nunca existirá. Confundindo-se inconsequentemente eqüidade com igualdade. Pura demagogia, iinfeliz hipocrisia, ledo engano, ilusionistas em fuga do real. Em nome de um poder jamais alcançável. Em falso nome da defesa da ordem social, muitos líderes em potencial foram alijados em suas capacidades de construção e defesa de uma nação mais soberana do que somos hoje, e do que fomos no passado recente. Quando nossas esperanças de futuro brilhante eram depositadas em planos diferentes de um Plano Funaro ou de um Plano Real. Mas na vida real, caminhada com respeito pelo conhecimento, pela caras nos livros, pelas iniciativas responsáveis, com os pés no chão...

Assim, agora, caras concidadãs, caros concidadãos, de não podemos ter como antes “calma porque o Brasil é nosso”, fiquemos espertos e façamos por onde, para “irmos em frente porque atrás vem gente...”

Você votou em quem? Para fazer o quê por nós? Construir pontes, reformar estradas? Fazer uma escola profissionalizante? Um campo de futebol? Para você trabalhar como e pra quem? Bem, você pode pensar num emprego estável se conseguir uma boa vaga através de um concurso público, não é? Assim, o seu grande empregador poderá ser brasileiro... Civil ou militar... Com certeza, no Estado você terá democracia por excelência, e terá o maior respeito de nossa sociedade por isto, não é...?

domingo, 14 de setembro de 2008

BRASIL - SETEMBRO DA BÍBLIA E DA PÁTRIA

No Brasil, setembro é mês da Pátria. Para os católicos, senão ainda a maioria dos cristãos, também mês da Bíblia.

Ambas comemorações são dadas em virtude do que seus valores representam para a liberdade: independência política e libertação integral do ser humano ao que se lhe é aprisionador a sua felicidade integral.

A independência política respeitante às condições nacionais de determinar geopoliticamente o que a população brasileira a bom arbítrio pode escolher dentre as opções que tem para construir suas condições de vida e as prioridades socioeconômicas do nosso País. De nossa Nação, cujos valores de desenvolvimento e formação cultural são lastreados nas premissas da doutrina e da fé cristãs que prega o amor a Deus sobre todas as coisas e a fraternidade humana.

Para ambas condições, o exercício individual e social do que se nos é pertinente defender implica, para sua realização com qualidade e segurança institucional, em que seja feito com conhecimento de causa e condições. O que conduz, necessariamente, a que cada cidadão brasileiro, e cada cristão aqui em apreço, conheça seus deveres e direitos, suas capacidades e sua ordem institucionais. Tanto nacionais quanto religiosas.

Conhecer tais valores sugere conhecimento de nossa Constituição Federal, de cada Constituição Estadual respectivamente a nossas atividades concernente, das equivalentes Leis Orgânicas e dos Códigos de Conduta dos Municípios. E também das demais normas legais existentes. No campo religioso, dos valores representados pelos ensinamentos disponíveis na Bíblia e nos demais documentos doutrinários da Igreja. Pois, que a manifestação e a revelação divina não são limitadas no tempo e no espaço apenas pelo que temos registrado na Bíblia, o livro básico de todos os cristãos.

Conhecer as referências acima mencionadas a nós proporciona vivermos cônscios de todos os esforços feitos e organizados para com a nossa qualidade espiritual e socioeconômica de vida, e nossa respectiva autodeterminação. E nos assegura uma condição tal de discernimento, pela qual obtemos esclarecimentos e satisfação sobre nossa origem e evolução. Como brasileiros e como seres humanos feitos à imagem e semelhança de Deus.

Neste contexto, procurar dedicar atenção e tempo a isto é essencial a que possamos participar de forma integrada no processo de defesa e promoção dos nossos interesses e de nossa qualidade pátria e pessoal de vida. Não fazê-lo, entretanto, mantém-nos alienados a uma realidade social histórica e presente, da qual fazemos parte e na qual temos uma importância essencial, cada um de nós. Cada um de nós é importante a nós todos, sem exceção. E cada um de nós já fez ou poderá, a qualquer momento fazer, "a diferença". No que diz respeito ao que é importante fazer por si, pela Igreja e ou pela Nação em seu todo considerada. E assim também produzindo reflexos no Continente e no Mundo todo, de acordo com a dimensão representada pelos haveres em que estivemos, estamos ou estivermos inseridos.

Ultimamente, temos visto manifestações de vários expoentes culturais de nossa população, nas quais manifestam-se como que gritos de alerta e de chamamento de atenção à nossa realidade moral e cívica. Num crescendo evidente, demonstrando que nosso presente e nosso futuro não é e nem deve ser posto "no Governo" em si... Mas na ação efetiva e solidária de cada um de nós, brasileiros e brasileiras. Preponderantemente cristãos, mas conjunturalmente afetados por uma realidade que mostra-nos débeis como um todo em relação a isto tudo...

Isto inclui civis e militares, e eclesialmente leigos e religiosos consagrados. Somos todos interdependentes, numa sociedade multidisciplinar, e pluralista em consonância com a dinâmica realidade da humanidade e da vida universal. Que envolve a cada um de nós, por menos ou mais privilegiado que se estime seja, efetivamente ou não. Nos casos reconhecidamente mais favorecidos, maior responsabilidade moral e cívica ainda. Responsabilidade moral e cívica também segundo a realidade tratada pela Teologia, em meio leigo e em meio eclesial. O trato democrático do desenvolvimento humano se dá pelo vigor do diálogo equânime entre todas as partes de interesse. Sem sobrepujamento de condições, com a preservação das condições ideais ao livre arbítrio, à livre negociação...

Se enfrentamos uma crise institucional nunca vivenciada no Brasil antes, de fato reconhecida pelo desrespeito evidente da dignidade pública e privada, individual ou social, isto se dá pela falta de seriedade crescentemente experimentada por nós. Sofrida por cada um e por todos nós juntos, no descalabro da inconseqüência pessoal, dos abusos de poder econômico e político, e da irreverência doutrinária ao que temos como referências de ordem moral pública e religiosa.

Aberrações escandalosas de toda ordem, ativismo bairrista e ilusionista, falso protecionismo, indiferença e usurpação da qualidade essencial nas relações interpessoais. E um outro sem número de adjetivos que poderíamos mencionar, que mostram-nos que estamos ficando como que um pau oco, ou uma árvore com "casca grossa" e cerne cada vez mais fraco. Que tem feito de nós, brasileiros histórica e preponderantemente cristãos, gente de reputação fraca, cada vez mais nada ou pouco ilibada, fragilizados comercial e patrimonialmente, e inseguramente infelizes e preocupados conosco mesmos, e com adversários e ou com o inimigo maligno que a todos os seres humanos rodeia para desde já levar-nos a todos a uma vida de Inferno...

Brados retumbantes têm sido dados há anos, senão décadas. Mas pouco se tem visto de respostas fortes dos filhos, e portanto assim irmãos, também ditos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, desta mãe gentil, pátria amada Brasil...

domingo, 10 de agosto de 2008

Feliz Dia dos Pais...

"10 de Agosto de 2008"...! "Dia dos Pais"...! De Todos os Pais...!

Como seria bom a todos os pais e filhos desfrutar bem felizes deste dia estabelecido entre Dias das Crianças, das Mães, da Pátria, da Confraternização Universal...! Estabelecido para animação da vida, dos meios de vida... No argumento dos valores essenciais a bem viver... Um dia pelo valor social da paternidade...!

Quão gratificante a pais e filhos e pais dos filhos de todas as mães que conhecemos seria podermos, felizes, comemorar num Dia dos Pais a honra a Pai e Mãe, e assim também a filhos e filhas...!

Quão bom seria pudessem todos os vivos podermos, todos, congratularmos pela felicidade de termos todos reconhecimento por sermos filhos e filhas dignos da honra a pai e mãe...! E pais e mães felizes por terem, em seus filhos, descendências íntegras ao que de bom se lhes fora apresentado pela qualidade de vida...!

Quão bom seria que todos os pais vivos pudessem saber hoje como e onde estão seus filhos e filhas...! Seria um Dia Brilhante...! Efetivamente...!

Quão bom seria que cada pai dedicado a instruir a seus filhos e filhas pudesse admitir que realmente todos os de sua casa têm em seu lar uma Igreja Doméstica... Na qual falar do Pai de todos nós pudesse ser motivo de honra, de satisfação...! Onde a instrução do Pai Nosso que está nos Céus, que através dos Profetas alertou-nos: "Ai de quem não procurar a sabedoria" e "Ai de quem não apregoar a sabedoria" pudesse ser feliz realidade...!

Quão bom seria que cada pai deste país de brasileiros e brasileiras pudesse saber que seu lar é considerado na sua plenitude de ser, na sua naturalidade de haver... Na sua essencialidade ao bem poder desenvolver tudo o que lhe concerne...! E também assim aos pais de todo o mundo...

Quão bom seria que cada pai que existe soubesse da existência e dos nomes de cada um de seus filhos... E que cada um dos seus filhos pudesse dar graças ao Pai Celeste pelo pai que lhe gerou... E pelo respeito devido à integridade necessária a ser pai de verdade... Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo...

Quão bom é poder escrever estas linhas concorrendo a uma expressão de reconhecimento comungada por pais, mães e filhos, na certeza de que isto pode ser bom... Ao Pai do qual provém toda a Vida, e todos os demais pais...

domingo, 27 de julho de 2008

VOCAÇÃO: Sonho de Deus...

Entre os dias 14 e 17 de Agosto próximos, estará sendo realizada no Brasil, pela segunda vez no Brasil em mais de quarenta anos de atividades em nosso imenso País, a Convenção Serra Internacional.

Representando Companheiros e Irmãs Serra dos cinco Continentes da Terra, os convencionais presentes deverão estar atualizando-se e fortalecendo-se acerca do que esta entidade de condição organizacional equivalente ao Lions Club e ao Rotary Internacional tem feito em prol da verdadeira amizade entre os cristãos, o ideal que motivou os seus fundadores, e o apoio às vocações sacerdotais, religiosas e missionárias de orientação católica. Valor que preponderantemente mantém unidos os milhares de integrantes desta entidade de cujo Clube/Comunidade em Mineiros (Goiás) sou novamente dirigente. Desde 1951, agregada à Pontifícia Obra pelas Vocações.

Com "Vocação: O sonho de Deus" sendo o tema central deste ano, estaremos reunidos, e portanto não dispersos, no exercício do verdadeiro "Compromisso de Serra". Avaliando a nossa realidade e procurando contribuir para que isto venha a ser cada vez mais bem desenvolvido. Trazendo assim a nós e a toda a Igreja uma catolicidade, um cristianismo, mais puro e vigoroso. Mais perfeito, satisfatório, a bem de toda a humanidade. Pois, devendo ser Luz do Mundo e Sal da Terra, e em sendo reconhecidos pela Santa Sé como a mais importante entidade católica em defesa das vocações (conforme expressou Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa João Paulo II), devemos assim dignificados honrar esta valiosa missão. Efetivamente sendo alicerces verdadeiramente capazes e assim confiáveis a todos aqueles que têm e venham a ter a graça de abraçar a vida consagrada exclusivamente a bem da condução da humanidade à Plenitude, ao Paraíso... A Missão é séria, pois, a Messe é valiosa. Valiosa Messe do Senhor...

Ser efetivamente integrante do Serra Internacional é um privilégio que faz-nos viver e fazer viver mais saudáveis, mais santos. Fiéis ao Senhor e perfeitos ao Paraíso desde já. Num processo de conversão que, conforme testemunhos de alguns dos nossos, faz com que até mesmo ir ao médico seja menos evidente do que a outras pessoas! É um sacerdócio leigo expressamente coadunado para com o sacerdócio ordenado. É ser Igreja viva, santificante, salvífica. E faz com que todos os que nos conhecem a bem tenham ânimo para afirmar que isto nos transforma em cristãos irmanados e cada vez mais conscientes do que é ser Igreja. Independentes de abastados patrimônios, cristãos verdadeiros por cristãos verdadeiros, irmanados no "Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai". Pelo Qual "todas as coisas foram feitas".

As dificuldades da vida passageira não devem e não são obstáculos que impeçam desempenhemos bem nossos propósitos. E a experiência dos serranos fiéis o tem demonstrado gratificantemente! Temos sido, pela graça do Pai, afirmados e assim transformados em pessoas melhores. Pessoas cada vez mais fortes, em especial unidas no lema de nosso patrono, Frei Junípero Serra, Apóstolo da Califórnia e considerado herói do desenvolvimento dos Estados Unidos da América: "Sempre avante, jamais retroceder." Esta frase tem mantido muitos de nossos passos firmes e assim gratificado a toda a humanidade, onde quer que tenhamos estado. Favorecendo a que tenhamos uma atitude por isto pautada de forma benéfica a todos os que com os quais nos relacionamos. E mantendo-nos a todos cada vez mais com respeito à vida em plenitude.

Como a missão é em Deus alicerçada, precariedades temporais não devem e tampouco têm impedido a perseverança dos que, uma vez entre nós, compreenderam isto. Se não andarmos por Deus, com quem andaremos? Se a vida é uma luta e estamos vivos, que a encaremos sem rodeios e tenhamos somente um valor em mente: pela vida, por mais vida, a todos, vencer, vencer e vencer. Cada batalha com a qual nos depararmos a cada dia, cada um de nós. Pois devemos ser, como expressado por um dinâmico e intrépido vigário da Diocese de Jataí meses atrás, valentes guerreiros, santos. A bem da vida, no Espírito Santo que não mata e tampouco morre. "Tendes o dever de manter-vos vivos", todos. E em tudo... Congraçarmos, animarmo-nos, fortalecermo-nos. "Sempre alerta" para fazer "O Melhor Possível", na alegria do que, pelo pouco que possamos fazer em relação ao Senhor da Honra, santifiquemos e vivifiquemos todos os que pudermos alcançar. Obra sagrada do Senhor.

As vocações religiosas são um sonho de Deus para a salvação do Mundo. São as únicas pelas quais o Filho Redentor do Mundo nos orientou a que oremos ao Pai. O Mundo, criação de Deus, portanto não poderia deixar de ser belo e encantador. Pelo cansaço, pelo descaso, pela fome, pela imprudência, pelo imediatismo, pelo pecado, podemos ser distraídos em prejuízo da Alma, do Espírito, dos Céus. E assim a reduzirmo-nos tão somente à natureza materialmente tocável, visível. Ser vocacionista é viver a confiança em Deus e Sua Divina Justiça Misericordiosa. É não pôr a vida a perder, é pôr a vida a vencer. É tratar do mais importante do que o efêmero que a traça corrói e o fogo pode derreter. E é nisto que nós, serranos, vivemos. Com todos os consagrados fiéis ao Serviço do Reino dos Céus. Respeitando a livre iniciativa e a ordem institucional, a começar pela ordem e a paz da família, célula-mater da sociedade, do caráter da pessoa. E sua consciência, observando o segundo mandamento do Decálogo, amando e respeitando o próximo como a nós mesmos.

"Tendes o dever de manter-vos vivos", diz o Senhor. "Tudo com Jesus, nada sem Maria."

domingo, 22 de junho de 2008

QUEM TEM MEDO DA PAZ

A Imprensa brasileira tem publicado nestes dias editoriais e matérias noticiosas a respeito da atuação das Forças Armadas em nosso País. Em especial após as mortes de três jovens entregues a traficantes de drogas no Morro da Providência, no Rio de Janeiro, por soldados do nosso Exército.

Nisto, tem comentado que as Forças Armadas têm feito esforços, nos últimos vinte anos, de melhorar o que teria sido imprimido na nossa sociedade por decorrência do Regime de Exceção de 1964: uma imagem negativa de instituições dadas à ditadura e à opressão violenta e sem respeito para com a ordem social e política do Brasil. Para com as premissas de normalidade democrática.

Bem, não vejo a coisa exatamente desta forma. O que tenho evidenciado, e pessoalmente vivido, indica uma conduta militar crítica em relação àqueles que, antes da sociedade civil reconquistar no voto o comando institucional dos Poderes de Estado, denunciavam as Forças Armadas como as responsáveis expressas pelos nossos desmandos. Como que cônscia e sensível a que os Poderes Públicos delas institucionalmente tomados deveriam ser, também a partir disto, exercidos com responsabilidade moral e cívica conseqüente por excelência. No que não há dúvidas que práticas arbitrárias de gestão do interesse social continuaram a se dar entre nós. Com a concorrência ativa e ou passiva pessoalmente dirigida e ou pontualmente exercida, de acordo com interesses diversos, de forma profundamente prejudicial aos ideais de livre iniciativa e negociação. Mas, note-se bem, com participações militares, sim. Mas também civis... Um verdadeiro atentado contra o bom senso e o estado de direito a bem do nosso desenvolvimento. E diante de iniciativas claras de buscas pelo diálogo e por soluções consensuais aos nossos problemas.

Neste quadro em que a luz e a neblina estiveram presentes como que se nenhum de nós pudesse ser afetado, a insegurança institucional e pública veio se dando. E chegamos ao quadro econômico e social que hoje estamos vivenciando. Esta evolução se deu sob o mando de Estado civil. Poder este exercido ou não em livres condições públicas de tratar-se do que quer que se desejasse, em havendo interesse de Governo e de demais lideranças nacionais. Só não exerceu a responsabilidade quem não quis. Verdade seja dita, doe a quem doer. E é por isso que a Imprensa se pauta, não é mesmo?

Diante de escândalos político-administrativos, partidários e socioeconômicos das mais diversas dimensões e formas, pelo abuso de poder exercido em geral no interesse particular, é muito cômodo ou conveniente a alguns grupos, e à Imprensa junto à qual tomei também diversas senão exaustivas iniciativas de diálogo a que examinássemos o contexto a bem da ordem privada e pública, colocar a coisa de público assim. De forma um pouco confusa, senão simplista. Os civis também são responsáveis, senão os maiores responsáveis, por este estado de coisas que estamos socialmente vivendo. Militar algum sentir-se-ia à vontade para cometer deslizes no exercício de suas funções ou suas prerrogativas de poderes, em havendo Governantes e lideranças civis satisfatórias no exercício de suas responsabilidades institucionais, morais, cívicas e também religiosas.

Lembre-se bem, a muito bom termo, que dentre as lideranças acima indicadas, temos políticos envolvidos em corrupção reeleitos por um povo ciente de seus desmandos e impunidades. Como que reeleger espoliadores do próprio patrimônio, a título de inconseqüente descaso e protesto, pudesse assegurar aos donos da nação a prosperidade na defesa do capital público formado pelos recursos financeiros, humanos e naturais que constituem o que se lhes é concernente. "Grandes eleitores, grandes eleitos"... Tendo ainda que a grande maioria de nós sequer conhece seus direitos e obrigações; sequer tem a Constituição Federal na estante de casa. Muito menos ainda a Estadual e as demais normas de seu interesse.

Por ora, fico por aqui. Outra hora, continuo daqui pra frente. Afinal, temos que ser milhões em ação, cantando: "pra frente Brasil, do meu coração...! Salve a Seleção...!"

Sim, falei muito e quase deixo o título de lado. Quem tem medo da paz, da normalidade necessária a que se trate das coisas em ordem, é quem na desordem e na subversão prospera.. Ou prosperou ou pensa em prosperar. Serve isto a gregos e troianos, civis e militares, e quem mais de vínculo mal, daqui ou dali.

Agora, sim, eu acabei...

sábado, 17 de maio de 2008

Um Assunto ainda por ser definido...

Após a postagem abaixo, soubemos, no dia 15, que a Corte Suprema do Estado da Califórnia declarou inconstitucionais as leis que "proíbem o casamento entre homossexuais". Sob o argumento de que "violam os direitos constitucionais dos casais do mesmo sexo"...!

"Santa paciência"...! Temos aqui que os juristas americanos aplicam a sua lógica legislativa conceitos desvirtuados do que a etimologia e a hermenêutica sugerem recomendável. Passando, por questões de conveniência as mais diversas, senão estapafúrdias, a querer que a sociedade civil passe a considerar casal não um par de pessoas ou animais constituído de macho e fêmea. Mas uma dupla de seres mesmo que sejam do mesmo sexo... Onde é que chegamos! Na América, chegamos a isto! "Grande América..."!

Admitir o reconhecimento da união civil de homossexuais, para fins previdenciários e considerando princípios fundamentais de direito, direito viciado, direito adquirido, formação de infraestrutura de manutenção em comum e estimada interdependência entre pares, poderia até ser admitido ainda que por condescendência legislativa. Considerando-se que o sistema de valores capitalista poderia explicar que a contribuição de algumas pessoas na economia produtiva somente seria sustentável apoiada num suporte consorciado de infraestrutura doméstica de pessoas associadas residencialmente, uma vez para fins legais considerados preponderantes a valores de ordem moral sociológicos "per se". Uma vez que direitos de herança e patrimônio comum viriam assim a ser aplicáveis não somente a duplas homossexuais. Mas a quaisquer duplas, mesmo de heterossexuais que, em virtude de condições econômicas análogas ao acima exposto, viessem a ter uma relação de infraestrutura doméstica e formação de patrimônio comum necessário a sua capacidade profissional e de contribuir na economia da sociedade.

Agora, classificar duplas de mesmo sexo como casais, não cabe sequer a animais hemarfroditas. Casal, casamento, é compreendido em linguística para um macho e uma fêmea, um ser masculino e outro feminino... Do contrário, se aplicável para homossexuais, aos legisladores é cobrável requerer dos seus "casais homossexuais" que deixem bem claro a quem de direito qual dos dois fará o papel do macho e qual dos dois fará o papel da fêmea da casa... Inclusive para fins legais, no aplicável a diferentes sexos... Ora, bolas. Americanos...! Espero que o Brasil não importe isto...

Sim, devemos ter em conta, ainda, sobre o caso da Califórnia, que a decisão da Corte Suprema não põe fim ao assunto. Se a campanha de assinaturas ainda em curso, mencionada na minha última postagem, vier a ter êxito, a Constituição competente será alterada. E assim definitivamente por lá ficará proibido o "casamento" entre homossexuais. Para fins de lei e benefícios fiscais e previdenciários de toda ordem. Aí então teremos outro enfoque de América, no aqui tratado...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O Casamento Como Deve Ser

A maior entidade católica do Mundo, Os Cavaleiros de Colombo, acaba de noticiar que mais de um milhão e cem mil cidadãos do Estado da Califórnia subscreveram requerimento de projeto de Emenda Constitucional pela qual o casamento fica definido oficialmente como união entre um homem e uma mulher.

Em vinte e sete estados americanos esta medida foi providenciada. E no estado da Flórida, no início deste ano, uma proposta equivalente foi aprovada pela Divisão Estadual de Eleições, e deverá ser votada em Novembro.

Estas medidas refletem a razão. Pela qual o sentido do casamento e de sua proteção legal é a defesa da essência da natureza humana. Da sociedade, em que a proteção da família é dada pelo que é-lhe natural condição: a de ser berço plenamente capaz de prover a perpetuação da espécie humana. Onde a procriação e a educação dos filhos devem ser consideradas ideais sem conflitos de valores.

Casamento é ato perfeito, harmonia integral. Em que a estrutura da família deve ser vivenciada plenamente. Onde o amor e as faculdades naturais sejam reconhecidos sem conflitos funcionais e assim não produzam antagonismos nos valores de filhos e de toda a sociedade. O lar onde uma criança é educada deve favorecê-la com uma mãe que amamente, que tenha uma gestão natural, e um pai com todas as faculdades concernentes ao que espera-se de um ser masculino segundo a Criação. Tudo o que difere disto é danoso. Não é de outra forma que as crianças de hoje serão adultos saudáveis de amanhã...

Isto deve servir de parâmetro também para os legisladores brasileiros. Sem tirar nem pôr...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Celulares, Saúde e Segurança Social

Foi em que Governo que o celular foi implantado no Brasil, mesmo, hein?!

Dois anos antes do lançamento no Mundo, a Rádio Suíça Internacional noticiava, para esclarecimento dos leigos em eletrostática orgânica, que os celulares alteram as ondas elétricas cerebrais. Cerca de dois anos depois, relatava uma pesquisa feita por um inglês e um japonês em laboratório da Inglaterra, cujo resultado apontava para riscos de câncer. Além de todos os efeitos que qualquer profissional de eletrônica bem formado e diplomado tem condições de definir sem rodeios. E dos próprios efeitos quase que imediatos que os usuários atentos podem perceber em seus próprios corpos...

Uma solução temporária para as precariedades de comunicação da população pobre, que de fato a favoreceu com competitividade comercial. Mas a portabilidade próxima ao corpo e o uso sem Viva-Voz ou fones de ouvidos é realmente muito danoso, e deveria ser objeto de campanhas de esclarecimento público por parte de fabricantes e de Governos. Sob pena de ambos virem a sofrer processos indenizatórios por danos os mais diversos. E a bem da integridade da saúde da sociedade em geral.

Palavra de um Auxiliar Técnico em Eletrônica e Operador de Rádios da Faixa do Cidadão.

Por outro lado, o efeito que a capacidade de comunicação pessoal distribuída no caso dos celulares produz, em termos de integração e partilha, e também mobilidade de segurança, é muito interessante. Mas poderia não ter este peso tão importante assim se dispuséssemos de eficácia de serviços de interesse público de fato satisfatória...

Agora, aqui também concluo assim: é isto...

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Para as Pessoas Serem Propriamente Fortes...!

Católico apostólico romano, na cidade onde moro, participo ativamente da vida da Igreja. Tendo como uma de minhas responsabilidades a função de Acólito. Em que a Celebração vespertina de toda Terça-Feira tem em mim parte da sua realização.

Ontem, muitos dos celebrantes presentes ficamos maravilhosamente gratos pela reflexão do presidente, o Ministro Extraordinário da Eucaristia Reolando Teixeira, que faço questão de mencionar!

Para grata surpresa nossa, ele registrou que, fazendo uma reflexão sobre o tema da abordagem do dia, compreendeu a ascensão de Jesus aos Céus de uma forma especialmente valiosa para os Seus seguidores. Explicou que, apesar de Jesus poder ter permanecido entre nós, se isto ocorresse viríamos a perder muito. Tenderíamos assim a ficarmos todos como que escorados em Jesus. Centrados e dependentes d'Ele para tudo o que diz respeito às nossas atitudes e providências necessárias à evolução à plenitude. Assim deixando de assumirmos nossos próprios potenciais e desenvolvê-los, fortalecendo-nos a nós mesmos a bem de sermos criaturas à imagem e semelhança de Deus...! Ficaríamos todos acomodados, deixando para Jesus as decisões finais sobre nossos passos, nossas resoluções...

Deus mais uma vez assim tem confirmada a Sua Sabedoria. Pelo que quer-nos a todos fortes com nossos próprios "pés no chão". Verdadeiramente irmãos de Jesus, ao par d'Ele Deus conosco. Assim gratificantes, gratificados, gratos e realizados... "Maravilhas fez o Senhor no Céu e na Terra..." A Ele a glória...!

domingo, 27 de abril de 2008

"Ora et labora"

Caros leitores: a Paz.

Construí este blog hoje, confesso que sem sequer saber se vou usá-lo muito e se vou mantê-lo ativo por muito tempo. Afinal, escrevo também em outros espaços, como os do portal de minha empresa. Mas considerei este espaço aqui uma opção sem relações comerciais com o meu trabalho. Algo mais leve para alguns que poderiam aqui sentir-se mais à vontade para ler por ler...

Acabo de ver algumas notícias do dia. Em especial a que deixou-nos a todos profundamente tristes, senão chocados, embasbacados, feridos...

Pensei em escrever alguma coisa analisando nosso contexto ecológico, geológico ou mesmo político e econômico. Mas o que acabo de vivenciar sugere que as redundâncias do que poderia partilhar aqui podem ser dadas em outro dia. Por serem redundâncias e por este momento de dor para mim e para muitos de nós...

O título desta matéria não poderia ser mais apropriado ao contexto que é pesaroso para todos nós, brasileiros e brasileiras, sem exceção... Oração e trabalho, "primeiro a oração, depois a obrigação"... Lemas de conduta de religiosos consagrados e leigos afortunados por terem isto em conta, aqui lembrados como uma maneira santa e segura de viver e defender a vida. E de compreendê-la nos seus altos e também baixos.

Apelo a que toda a população brasileira reflita com muita atenção nisto: penso que não há nem haverá pessoas com mais dor para o resto de suas vidas, por Isabella Nardoni, do que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Pelas acusações, pela fragilidade, pela perda, pela vulnerabilidade quanto ao contexto em que Isabella passou desta vida para as mãos de Deus...

Apelo a que toda a população brasileira dedique mais tempo a oração, e peça a Deus por toda a família Nardoni e também pela família Jatobá... Em sã consciência, em são equilíbrio, em sã serenidade, ninguém faria o que foi feito... Mas, uma vez feito, vêm à consciência contexto, causas, e efeitos... Que culpados e vítimas - inclusive a sociedade entristecida e empobrecida pela perda de Isabella entre nós -, possamos todos abandonarmo-nos a Deus pelo Seu magnânimo perdão à nossa salvação... A despeito de legislação e cominações penais, pensemos em tudo isto com a prudência, um dos preciosos dons do Espírito Santo... O Céu é o limite dos justos...